<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865</id><updated>2011-12-24T17:50:52.514Z</updated><title type='text'>Lugares Madeira</title><subtitle type='html'>Espaço de reflexão e troca de ideias sobre os passeios a pé que se podem fazer na Ilha da Madeira.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>203</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5927403000079699303</id><published>2011-12-24T17:49:00.001Z</published><updated>2011-12-24T17:50:52.523Z</updated><title type='text'>Feliz Natal</title><content type='html'>A todos os que seguem habitualmente este blogue (agora mais atrasado), aqui ficam os votos sinceros de um bom Natal, repleto de coisas boas e de alegrias, ao lado da família e amigos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5927403000079699303?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5927403000079699303/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/12/feliz-natal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5927403000079699303'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5927403000079699303'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/12/feliz-natal.html' title='Feliz Natal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2792730591610153086</id><published>2011-11-06T11:33:00.000Z</published><updated>2011-12-19T11:34:23.078Z</updated><title type='text'>Judeus a todo o custo</title><content type='html'>Sábado, 5 de Novembro: para hoje estava agendada uma aventura maior. Já há muito tempo que tínhamos planeada uma subida da Vereda da Achada dos Judeus, um dos muitos trilhos que permitem chegar de São Vicente às alturas da Maruja e das serras do Topo. O caminho que hoje se perde por entre o matagal e a vegetação que segue o seu ritmo foi, noutros tempos, muito percorrido por homens e mulheres que se dedicavam às lides do gado e retiravam da serra muita lenha e ramagens. Muito desse material eram lançados de lá do alto por alguns fios de carga, um deles ainda de pé, funcionando como ponto de referência nesta vereda.&lt;br /&gt;Saímos do  Funchal bem cedo, embora só tivéssemos começado a andar depois das 9h, pois houve que procurar o início da vereda. A subida foi penosa, difícil. 7 horas sempre a escalar a rocha (houve zonas onde foi preciso escalar literalmente os grandes rochedos que se agigantavam diante de nós). Se no início o trilho até não se encontra em muito mau estado, a verdade é que um pouco mais acima, além da inclinação ser cada vez maior, são cada vez mais frequentes os obstáculos e o silvado. Ainda assim, a vegetação não deixa de ser exuberante, enfileirada na rocheira escarpada. As vistas são soberbas, particularmente a partir do momento em que saímos debaixo da copa das árvores e penetramos no urzal. O tempo também ajudou, já que apesar das previsões de chuva, o sol chegou a brilhar e as nuvens descansaram noutras paragens para que pudéssemos apreciar as belezas da zona.&lt;br /&gt;Um pouco antes de chegar ao Topo ficámos impressionados com os estragos que os porcos fizeram nesta zona. As terra foi profusamente remexida. É desastrosa a destruição. Por aqui já as nuvens tinham chegado. Os primeiros chuviscos. No Topo, as vistas foram-nos negadas pelo intenso nevoeiro que cobria o vale onde se encaixam os sítios da Achada Madeira e do Lombo do Urzal. Não conseguimos ver o Pico Ruivo, o Pico Milafre e o Pico Canário. Ficámo-nos pelas vistas mais próximas, o trilho, que agora está cada vez mais coberto de vegetação e mato, ao contrário do que alguns apregoam por aí. &lt;br /&gt;Apesar do cenário nada convidativo e até frio, aproveitámos para comer qualquer coisa e retemperar forças, antes de seguirmos para a Urze Escanchada e daqui pela Vereda da Palha, em direcção à descida da Segunda Lombada. Sempre a bom ritmo, tratámos de andar para não correr o risco de terminar o passeio de noite, já que o dia já ia avançado e tínhamos demorado mais na subida do que inicialmente previsto.&lt;br /&gt;Chegámos à Primeira Lombada já com o sol posto. Foi um passeio muito agradável e que nos levou a descobrir mais um trilho na costa Norte. Outros se seguirão... ficou a vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Achada dos Judeus – Vereda da Achada dos Judeus – Topo – Urze Escanchada – Vereda da Palha – Vereda da Segunda Lombada – Primeira Lombada&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2792730591610153086?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2792730591610153086/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/11/judeus-todo-o-custo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2792730591610153086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2792730591610153086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/11/judeus-todo-o-custo.html' title='Judeus a todo o custo'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-7334570941376455098</id><published>2011-11-02T22:00:00.001Z</published><updated>2011-11-23T12:03:02.728Z</updated><title type='text'>Pão-por-Deus no Curral das Freiras</title><content type='html'>Terça-feira, 1 de Novembro, Dia de Todos os Santos: hoje era dia de uma ‘peregrinação’ até ao Curral das Freiras para a tradicional Festa da Castanha que marca, sempre, o Pão-por-Deus dos Amigos da Natureza. &lt;br /&gt;O percurso deste ano iria levar o Grupo do Funchal até ao Curral, passando por São Martinho, pela Estrela e seguindo pela Eira do Serrado. Os caminheiros tinham como ponto de encontro o Avista-Navios, junto à Nazaré. Dali, seguimos pela Levada do Pico Funcho, não sem antes passarmos na casa do Amigo Gilberto para uma deliciosa ginja e um não menos apetitoso cacau. Em nome de todos, um Muito Obrigado! &lt;br /&gt;Sempre muito animado, o Grupo seguiu pela dita levada, sempre por entre o casario e os poios bem plantados, até à subida da Viana. Por aqui, alguns apressados acabaram por andar um pouco na Levada do Curral e Castelejo, embora essa não fizesse parte do itinerário traçado. Lá tiveram de regressar um pouco atrás, para a tão extenuante subida da Viana, até à Estrela. &lt;br /&gt;O sol brilhava. O suor caia em bica. O cansaço era uma realidade. Mas lá conseguimos todos chegar à Estrela. A partir daqui o percurso fez-se sempre na companhia da Levada da Estrela, até à descida pela Ribeira da Lapa. &lt;br /&gt;Com o grupo já disperso, cada um seguiu o caminho que mais lhe agradava. Fomos, então, pela estrada até à Eira do Serrado, apreciando as belas vistas sobre a Ribeira dos Socorridos e sobre a encosta da Fajã das Galinhas. A Boca dos Namorados, a Boca da Corrida e o Pico Grande também se iam mostrando de quanto em vez, já que o nevoeiro subia insistentemente do vale da ribeira para cima. A estrada oferecia-nos um cenário fantástico. &lt;br /&gt;Na Eira do Serrado impôs-se uma divagação até ao Miradouro, para apreciar as profundezas do Curral, hoje bastante concorridas. O cenário era soberbo e convidativo a alguns momentos de contemplação. Assim foi, antes de descermos até ao centro da festa e da confusão. &lt;br /&gt;A descida, essa, fez-se pelo Caminho das Voltas, para uns, ou pela antiga estrada regional para o Curral, para outros. De referir que esta última hipótese revelou-se bastante perigosa pela quantidade de rocha que se desprende, com frequência, do alto da encosta. &lt;br /&gt;Já no Curral, a confusão reinava no meio da multidão, tantas eram as pessoas que não queriam perder os pormenores deste quase arraial. Valeu pela sopa de castanha e pela ginja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Funchal – São Martinho – Avista-Navios – Levada do Pico Funcho – Levada do Curral e Castelejo – Viana – Estrela – Levada da Estrela – Volta da Malhada – Eira do Serrado – Caminho das Voltas – Curral das Freiras&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-7334570941376455098?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/7334570941376455098/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/11/pao-por-deus-no-curral-das-freiras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7334570941376455098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7334570941376455098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/11/pao-por-deus-no-curral-das-freiras.html' title='Pão-por-Deus no Curral das Freiras'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-3024547113092426555</id><published>2011-10-31T22:00:00.003Z</published><updated>2011-11-23T12:03:13.012Z</updated><title type='text'>Depois de semear, há que colher...</title><content type='html'>Domingo, 30 de Outubro: hoje aventuramo-nos pelo Monte Trigo, com a intenção de mostrar o ‘caminho’ a um grupo de companheiro nortenhos que nos têm proporcionado algumas agradáveis aventuras por aquelas bandas. Tínhamos previsto um passeio curto de forma a que nos restasse tempo para conviver alguns instantes. E assim foi.&lt;br /&gt;À hora combinada encontramo-nos na Boca da Encumeada para aí dar início à caminhada. Tomámos a Levada do Norte, em direcção ao Folhadal, para mais adiante tomarmos a subida para o Monte Trigo. A subida fez-se sem grandes sobressaltos, embora alguns elementos do grupo dessem mostras de alguma dificuldade na subida, pois a máquina já se ressentia do muito esforço. Nos locais mais difíceis, não houve grandes problemas, como todos os elementos a transpor os obstáculos na perfeição. &lt;br /&gt;Ao longo da subida, sempre que a vegetação permitia uma aberta, podíamos apreciar o vale de São Vicente com todo o seu casario descendo em direcção ao mar. No alto, tanto no lado da Maruja, como no lado do Espigão, as nuvens perspectivavam um contacto mais intenso com a vegetação. Ainda assim, o sol continuava a brilha.&lt;br /&gt;Já na Levada do Monte Medonho, foi tempo de descansarmos um pouco junto ao Pináculo, para podermos, desta forma, retemperar forças para prosseguir caminho. Cumprido o descanso, seguimos pela levada e optámos por subir, mais adiante, na primeira subida para a Bica da Cana, já que ainda tínhamos tempo. Uma vez no miradouro, pudemos apreciar, por entre as nuvens, São Vicente, mas também parcelas da cordilheira central. A descida fez-se pela vereda recomendada que permite a ligação da Bica da Cana com a Vereda para o Caramujo. Já nesta última, tomámos a Vereda da Rocha do Pacinho que nos permite chegar à Levada do Plaino Velho e à Rocha do Pacinho, onde as vistas deslumbraram todos os caminheiros. &lt;br /&gt;Depois de uma breve paragem, seguimos em frente, descendo para a Amazónia, apanhando, depois, a Levada do Norte. Foi na Boca da Encumeada que terminámos o nosso passeio, ao que se seguiu um agradável convívio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boca da Encumeada – Levada do Norte – Túnel do Variante – Vereda do Monte Trigo – Levada do Monte Medonho – Bica da Cana – Vereda da Rocha do Pacinho – Rocha do Pacinho – Amazónia – Levada do Norte – Boca da Encumeada&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-3024547113092426555?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/3024547113092426555/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/depois-de-semear-ha-que-colher.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3024547113092426555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3024547113092426555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/depois-de-semear-ha-que-colher.html' title='Depois de semear, há que colher...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2285316871775263366</id><published>2011-10-23T12:03:00.000+01:00</published><updated>2011-11-23T12:04:00.681Z</updated><title type='text'>Pelo Lombinho Seiçal</title><content type='html'>Sábado, 22 de Outubro: hoje era dia de aventura. Já há muito tempo que falávamos em subir o Véu da Noiva e ‘descobrir’ o Lombinho Seiçal, onde, segundo dizem, se encontra a génese da freguesia do Seixal, ou pelo menos ali terão vivido os seus primeiros habitantes. &lt;br /&gt;Saímos do Funchal à hora habitual, seguindo em direcção a São Vicente, para uma breve paragem antes de rumarmos até ao Seixal. O Véu da Noiva continuava pujante, ou não fosse a Ribeira de João Delgado uma das mais importantes desta zona. Embora a vereda que nos permite subir por detrás da aguagem que se precipita no mar esteja em muito mau estado na parte inicial, lá nos fizemos à aventura, pois o esforço é sempre compensado pelas belezas que se podem apreciar. &lt;br /&gt;Íngreme, assim se pode caracterizar todo o passeio. Perigoso será um outro adjectivo que não lhe fica mal. Soberba, assim deverá ser classificada a sua beleza, pois muitos são os recantos, as lagoas e as aguagens, as árvores e os pássaros que nos despertam a atenção e nos fazem ficar com vontade de ir um pouco mais além. &lt;br /&gt;Se a primeira parte, até às ruínas das antigas habitações do Lombinho Seiçal, foi complicada, com alguns abismos a fazerem toda a diferença, a segunda parte não foi muito melhor, antes pelo contrário. As ribanceiras não davam tréguas e o trilho parecia desaparecer constantemente. Mas não desistimos e levámos as nossas intenções por diante: queríamos chegar è Vereda do Entaladouro. Não foi nada simples, mas depois de algumas hesitações conseguimos lá chegar.&lt;br /&gt;Já em terreno conhecido, optámos por seguir em direcção aos Caldeirões, para, um pouco antes, subirmos para a Vereda do Compressor, que nos havia de levar até à Terra Chã. Para ‘aliviar’ as pernas, lá descemos até ao Chão da Ribeira. Mais uma aventura bastante intensa e surpreendente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seixal – Véu da Noiva – Lombinho Seiçal – Ribeira João Delgado – Vereda do Entaladouro – Vereda do Compressor – Terra Chã – Chão da Ribeira &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2285316871775263366?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2285316871775263366/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/pelo-lombinho-seical.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2285316871775263366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2285316871775263366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/pelo-lombinho-seical.html' title='Pelo Lombinho Seiçal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-3034655612469320627</id><published>2011-10-17T12:40:00.000+01:00</published><updated>2011-11-23T12:35:52.967Z</updated><title type='text'>Ilha era o destino...</title><content type='html'>Domingo, 16 de Outubro: Hoje era dia de ir para a serra com os Amigos da Natureza. O programa apontava o Lombo do Urzal como destino, já que a Levada dos Tornos era o palco para a caminhada de hoje. &lt;br /&gt;À hora do costume saímos do Funchal em direcção a São Vicente, onde fizemos a habitual paragem matinal. Dali seguimos para a Boaventura, mais precisamente para o sítio do Lombo do Urzal, onde iniciámos o nosso passeio. Fomos até à madre da Levada dos Tornos, na Ribeira do Porco, para depois seguirmos o seu rumo até ao Caldeirão Verde de Baixo – Chão das Faias. O grupo estava muito animado. As conversas surgiam que nem cerejas. Ao longo do percurso fizemos algumas paragens, para reagrupar o pessoal. Uma delas foi na Ribeira de João Fernandes: foi curioso o espanto de alguns dos caminheiros que por ali nunca haviam passado; alguns ficaram com tamanha curiosidade que não quiseram perder a oportunidade de dar um ‘mergulho’ inesperado na água da ribeira. Não faltaram, claro está, as gargalhadas.&lt;br /&gt;Daqui seguimos, então, para a Casa dos Levadeiros no topo da Fajã do Penedo, um pouco antes de penetrarmos no túnel que permite chegar ao Chão das Faias. Do lado de lá do túnel esperava-nos uma subida um tanto exigente para podermos chegar ao Vale da Lapa. As belezas da paisagem são sempre um bom lenitivo para o esforço despendido. &lt;br /&gt;Com calma lá fomos ‘escalando’ a subida até chegarmos à vereda que nos havia de levar ao Posto Florestal do Vale da Lapa. Por aqui, nova paragem se impunha, isto antes de descermos até ao centro da Freguesia da Ilha, onde, todos juntos, nos ‘entregámos’ a um convívio improvisado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lombo do Urzal - Levada dos Tornos – Casa dos Levadeiros – Chão das Faias – Vereda do Vale da Lapa – Vale da Lapa  - Ilha &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-3034655612469320627?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/3034655612469320627/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/ilha-era-o-destino.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3034655612469320627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3034655612469320627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/ilha-era-o-destino.html' title='Ilha era o destino...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4039314093008211687</id><published>2011-10-12T22:35:00.003+01:00</published><updated>2011-10-14T11:57:53.426+01:00</updated><title type='text'>Nas Cruzinhas, sem rumo</title><content type='html'>Sábado, 8 de Setembro: depois de muito hesitarmos, hoje decidimos ir para os lados das Cruzinhas, em São Roque do Faial. Há já muito tempo que não fazíamos nenhum passeio por estas bandas, embora tivessem ficado ‘pendentes’ alguns trilhos que queríamos desbravar nestas serras. &lt;br /&gt;Ora, saímos do Funchal à mesmo hora de sempre, indo em direcção a Machico, onde, de resto, nos esperava já uma ‘novata’. Com o tempo a prever alguns chuviscos, não nos sentimos ameaçados. Seguimos viagem até ao nosso destino, onde, por sinal, teria lugar mais uma prova do rali regional. Nota negativa para o facto de não haver qualquer sinalização ou indicação dos locais onde não era permitido estacionar. &lt;br /&gt;Começámos o nosso passeio por entre o casario da Fajã Escura, seguindo pela vereda que nos leva até ao caminho em terra batida que foi recentemente alargado. Tomámos, mais adiante, a vereda que nos permite chegar ao Fio, no Chão das Faias. Ora, se há dois anos este trilho já estava um tanto reles, agora encontra-se ainda pior. Muitas são as derrocadas, as árvores caídas e as zonas de difícil passagem. A juntar a isto, este percurso perdeu muita da sua beleza, já que agora a paisagem é quase toda ela dominada, pelo menos ao nível mais rasteiro, pela falsa abundância, uma praga que tem vindo a ganhar bastante terreno. Onde ela está, por baixo, parece não nascer mais nada, além de estar a tomar conta de toda a passagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-eba242f09cc08a9" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0eba242f09cc08a9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7677315CF7452347D148F48CCFCB9B230B8A7145.68C070F70B9C45D0311DE9843FAF22D372183954%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deba242f09cc08a9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dhr6qAdW7zqBjSxhR_i3GaUjlp6g&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0eba242f09cc08a9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7677315CF7452347D148F48CCFCB9B230B8A7145.68C070F70B9C45D0311DE9843FAF22D372183954%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deba242f09cc08a9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dhr6qAdW7zqBjSxhR_i3GaUjlp6g&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar ao Fio, tínhamos a expectativa de encontrar a vereda que desce para o lado da Fajã da Nogueira, mas apesar das voltas que demos, tivemos de ‘abortar’ esses intentos, já que alguns dos nossos companheiros não se sentiam preparados para uma possível descida em corta-mato. &lt;br /&gt;Acabámos por seguir em frente em direcção ao Portal da Ossada, tomando depois a vereda que nos permite chegar ao Chão do Nateiro de Baixo, zona mais conhecida por Montado do Sabugal. &lt;br /&gt;Daqui descemos para a Central da Fajã da Nogueira, onde fizemos uma curta paragem. Não queríamos dar por finda esta aventura, e ao contrário do que inicialmente tínhamos previsto – voltar a subir e descer para a Ribeira Seca e encontrar um velho trilho para a Fajã dos Pombos – optámos por tomar a Levada dos Norte, pelo túnel, até à Ribeira Seca e tentar descer pelas margens da ribeira. A verdade é que aqui encontrámos mais uma ‘nega’, pois embora houvesse uma vereda na parte inicial, depressa esta se veio a verificar uma ‘missão impossível’. Abortámos a iniciativa, depois de termos andado mais uma vez às voltas.&lt;br /&gt;Com o dia já muito avançado, não nos restavam muitas alternativas. Optámos por descer pelo Caminho da Fajã da Nogueira e tomar, mais abaixo, a Levada das Cruzinhas. No final, a sensação de frustração era inevitável. Há já muitos anos que andamos na serra, mas poucos foram as situações em que chegámos ao final do dia com esta sensação de tanta insatisfação e de um quase ‘dever não cumprido’. Mas valeu pelas informações que conseguimos recolher no final e que nos vão permitir descobrir estes e outros trilhos por estas bandas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cruzinhas – Fajã Escura – Caminho das Lajes – Caminho do Pico Alto – Rocha Alta –  Cabeço da Boa Vista – Chão das Faias – Vereda da Ossada – Chão do Nateiro de Baixo – Central da Fajã da Nogueira – Levada dos Tornos – Ribeira Seca – Caminho da Fajã da Nogueira – Levada das Cruzinhas – Cruzinhas &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4039314093008211687?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4039314093008211687/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/nas-cruzinhas-sem-rumo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4039314093008211687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4039314093008211687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/nas-cruzinhas-sem-rumo.html' title='Nas Cruzinhas, sem rumo'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-3410185756969011895</id><published>2011-10-08T21:19:00.003+01:00</published><updated>2011-10-14T12:13:33.129+01:00</updated><title type='text'>Um ‘novo’ trilho, no Lombo Grande</title><content type='html'>Sexta-feira, 7 de Outubro: o passeio de hoje não fazia parte do calendário, e surgiu da vontade de descobrir os melhoramentos que foram feitos na Vereda do Lombo Grande, um dos sítios mais isolados da freguesia de São Roque do Faial, concelho de Santana, agora Reserva da Biosfera.&lt;br /&gt;Começámos o passeio na Levada de Baixo, um pouco antes da Junta de Freguesia da localidade. Este é um pequeno canal que, em pouco menos de 1 km, corre por entre terrenos agrícolas socalcados na encosta, donde se tem uma vista soberba para o vale do Ribeiro Frio e, na outra encosta, para a Levada do Castelejo, já na freguesia do Porto da Cruz. Ao fundo, olhando para trás, temos como cenário a imponente Penha de Águia. &lt;br /&gt;Depois de passar o pequeno ribeiro onde nasce a Levada de Baixo, o Ribeira da Água d’Alto subimos a escadaria que permite, então, chegar ao sítio do Lombo Grande, onde tem início o ‘novo’ trilho que agora permite um outro acesso à madre da Levada do Castelejo, também conhecido por Vereda do Lombo Grande, permitindo vencer um desnível de aproximadamente 150 metros de altitude, embora, ao longo do caminho, muitas sejam as alternâncias entre subidas e descidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c76cc2e82474b1c9" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc76cc2e82474b1c9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5156A65AE36F56C4F941E0CAE770FDB0F9B43FC3.5A9FFB651B803B4C91298D7D6FD0127383A77BEA%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc76cc2e82474b1c9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dh4Uh-VRIoeruE4GCBphFjAPNWmg&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc76cc2e82474b1c9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5156A65AE36F56C4F941E0CAE770FDB0F9B43FC3.5A9FFB651B803B4C91298D7D6FD0127383A77BEA%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc76cc2e82474b1c9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dh4Uh-VRIoeruE4GCBphFjAPNWmg&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O trilho não apresenta zonas perigosas. No início corre paralelo à Levada da Marujo, que nasce no córrego com o mesmo nome, onde podemos encontrar um pequeno Parque de Merendas, ideal para uma primeira paragem, retemperando as forças que vão ser precisas para seguir caminho. &lt;br /&gt;Se até aqui a paisagem era dominada por terrenos agrícolas, a partir de agora a Laurissilva passa a ser senhora daquilo que vemos. Loureiros, vinháticos, folhadas, faias, urzes ou alguns fetos arbóreos são alguns dos atractivos que vai poder encontrar. &lt;br /&gt;Até chegar ao Ribeiro Frio temos pequenos ‘miradouros’ que permitem um olhar mais atento para as terras do Porto da Cruz e para a Levada do Castelejo.&lt;br /&gt;Já no Ribeiro Frio, o momento convidava à contemplação, com o sol já a se esconder por detrás das árvores e a água a cintilar enquanto caia numa espécie de lagoa que ali se forma. Havendo coragem, um banho é sempre possível. Depois de alguns momentos de descanso, foi tempo de voltar pelo mesmo caminho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;São Roque do Faial – Levada de Baixo – Ribeira de Água d’Alto – Lombo Grande – Vereda do Lombo Grande – Córrego da Marujo – Ribeiro Frio/Madre da Levada do Castelejo – Regresso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-3410185756969011895?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/3410185756969011895/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/um-novo-trilho-no-lombo-grande.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3410185756969011895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3410185756969011895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/um-novo-trilho-no-lombo-grande.html' title='Um ‘novo’ trilho, no Lombo Grande'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-7231441759370781726</id><published>2011-10-04T22:34:00.005+01:00</published><updated>2011-10-18T12:12:15.303+01:00</updated><title type='text'>Sopa à moda da casa</title><content type='html'>Domingo, 2 de Outubro: ao contrário do que assinalava o programa dos Amigos da Natureza, hoje não íamos andar pelo Lombo do Mouro, já que, por razões de força maior, alterámos o itinerário, de forma a que o passeio terminasse para os lados da Calheta, onde um dos Amigos nos iria preparar uma deliciosa sopa de trigo. &lt;br /&gt;Assim sendo, logo pela manhã, quando saímos do Funchal, foi dada a informação a todos os caminheiros, que desde logo ficaram ainda mais entusiasmados. O nosso destino passava a ser, então, a Levada do Brasileiro, perto da Casa do Elias, uma novidade para todo o grupo. Saindo daí, havíamos percorrer todo este canal até à Santa do Porto Moniz, tomando, depois, a Levada dos Moinhos, cujo percurso é já bem mais conhecido de todos.&lt;br /&gt;Na Levada do Brasileiro, nota positiva para a paisagem que pudemos apreciar, para muitos um verdadeiro espanto. Os tons de verde multiplicam-se e oferecem-se para contemplação muitas espécies raras da Laurissilva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c5e058f2dd55edef" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v8.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc5e058f2dd55edef%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3BD707F648F17DBE58583C1E3DB2553DE7BCFEEF.42DA7990CAACD350F44982010AE20B3D81CC0570%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc5e058f2dd55edef%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DKyvtqVw799b6BAsTcnQ5J_UGYBo&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v8.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc5e058f2dd55edef%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3BD707F648F17DBE58583C1E3DB2553DE7BCFEEF.42DA7990CAACD350F44982010AE20B3D81CC0570%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc5e058f2dd55edef%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DKyvtqVw799b6BAsTcnQ5J_UGYBo&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguindo pela Levada do Moinho, passámos pelas Achadas da Cruz, ainda no Porto Moniz, e continuámos em direcção à freguesia da Ponta do Pargo. Da madre da levada subimos para os caminhos florestais que ligam as zonas habitacionais da Calheta à Fonte do Bispo. Muitos são os caminhos em terra batida que por aqui aparecem, pelo que é necessário algum conhecimento da zona para descermos no sítio certo. Por hoje, o destino era a Carreta. E assim foi.&lt;br /&gt;Depois do passeio, à nossa espera tínhamos uma saborosa sopa de trigo, preparada pelos nossos Amigos calheteiros, uns da Ponta do Pargo, outros da Fajã da Ovelha. Foi na casa de um deles que tivemos oportunidade de desfrutar desta iguaria num agradável convívio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Casa do Elias – Levada do Brasileiro – Lagoa do Bardo – Levada do Moinho – Ribeira da Cruz – Carreta – Ponta do Pargo &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-7231441759370781726?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/7231441759370781726/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/sopa-moda-da-casa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7231441759370781726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7231441759370781726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/10/sopa-moda-da-casa.html' title='Sopa à moda da casa'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8448517097257744258</id><published>2011-09-27T22:34:00.003+01:00</published><updated>2011-10-13T21:57:35.782+01:00</updated><title type='text'>Em família, pelo Ribeiro Bonito</title><content type='html'>Domingo, 25 de Setembro: depois de avançadas muitas datas, eis que hoje era dia de mais um passeio de família. Há muito que este nos era pedido, pelo que resolvemos reunir esforços e providenciar mais um dia muito bem passado entre amigos e familiares. &lt;br /&gt;O percurso escolhido foi o Ribeiro Bonito. Acessível a quase todas as idades e de uma beleza que impressiona qualquer pessoa. Saímos do Funchal bem cedo, ainda antes das 8 horas da manhã. Logo à partida, uma grande surpresa: um dos nossos companheiros não perdeu a oportunidade para nos fazer rir. E que bem que rimos. E até Machico foi sempre uma grande festa. &lt;br /&gt;De Machico a Santana foi um pulo. Só parámos em São Jorge, no sítio das Quebradas, onde havíamos de começar a nossa caminhada, ao longo da Levada do Rei, indo até à sua madre, no Ribeiro Bonito. &lt;br /&gt;O grupo estava muito bem disposto e animado. Pequenos e graúdos mostravam muito contentamento por mais este convívio. Ao longo do percurso, as conversas multiplicaram-se e as fotografias pareciam não dar tréguas aos ‘modelos’ inexperientes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-36544a588fa21c1" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v15.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D036544a588fa21c1%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F350368B13D0849E9D8804A3B99367AB8C9F01D.12F985103F6AFA81D763E395DF80A6BEDE7A776A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D36544a588fa21c1%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DT_YvfCAzZzg-lMz-3TEIAOAHUdE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v15.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D036544a588fa21c1%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F350368B13D0849E9D8804A3B99367AB8C9F01D.12F985103F6AFA81D763E395DF80A6BEDE7A776A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D36544a588fa21c1%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DT_YvfCAzZzg-lMz-3TEIAOAHUdE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegremente fomos caminhando em direcção à origem da levada, não sem antes desfrutarmos da passagem na zona das pingueiras, que fez a delícia de todos.&lt;br /&gt;Na madre da levada multiplicavam-se as manifestações de espanto, tamanha era a beleza do local. Aproveitámos para uma paragem mais demorada para comer qualquer coisa e retemperar forças. &lt;br /&gt;No regresso manteve-se a boa disposição. O grupo estava cada vez mais coeso, preparado para o grande momento: os comes e bebes. Enquanto a grande maioria fez-se ao passeio, alguns ficaram a tratar do almoço, pelo que quando chegámos ao Parque de Merendas do Cabo Aéreo, sobranceiro ao calhau de São Jorge. Por aqui já estavam ultimados todos os pormenores. E depois, foi ver cada um abrir a sua bolsa e de lá sair alguma surpresa. As mesas fartas só provam que a confraternização e o companheirismo são a grande linha mestra destes encontros. A festa prolongou-se pela tarde fora, durando até às tantas. Ainda houve tempo para uma paragem na Foz da Ribeira do Faial e para muitas cantorias e bailaricos, alguns deles mesmo dentro do autocarro. Ainda não tínhamos terminado este convívio e já eram muitos aqueles que perguntavam quando seria o próximo. Um dia destes, fica prometido.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;São Jorge – Felpa – Quebradas – Levada do Rei – Ribeiro Bonito - Regresso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8448517097257744258?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8448517097257744258/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/em-familia-pelo-ribeiro-bonito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8448517097257744258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8448517097257744258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/em-familia-pelo-ribeiro-bonito.html' title='Em família, pelo Ribeiro Bonito'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8871219123116997034</id><published>2011-09-25T22:33:00.003+01:00</published><updated>2011-10-18T11:48:44.427+01:00</updated><title type='text'>Sem enfiar a Carapuça</title><content type='html'>Sábado, 24 de Setembro: para hoje estava reservada mais um incursão pelas serras da Ponta Delgada. O passeio começou na Primeira Lombada, mesmo junto ao campo de futebol e levou-nos a percorrer a zona dos Lapões e da Rocha de Frontal, com vista para as Capelas. No Lapões, passámos pela Aguagem Seca e pela Aguagem Negra, isto antes de chegarmos ao Lombo da Carapuça, o nosso grande objectivo de hoje.&lt;br /&gt;Por aqui, no Lombo, descemos um pouco para podermos apreciar o Fio que ali ainda resiste ao passar do tempo, e que antes tinha uma intensa utilização. As vespas que por ali têm a sua ‘moradia’ não acharam muita graça à nossa visita e não perderam tempo em atacar todos os que se colocavam no seu caminho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f85c0a32806efd7c" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v3.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df85c0a32806efd7c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2BB98D86ECED831CAA84DB003BC6F606C64CDB70.69B6D58AC1453FA22E50C4337A0D52CADBD98C64%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df85c0a32806efd7c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DRUjsJUNQSEJBFNMth9bCvV38EVw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v3.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df85c0a32806efd7c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2BB98D86ECED831CAA84DB003BC6F606C64CDB70.69B6D58AC1453FA22E50C4337A0D52CADBD98C64%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df85c0a32806efd7c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DRUjsJUNQSEJBFNMth9bCvV38EVw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta visita um tanto atribulada, seguimos para a Água do Góis, uma espécie de nascente que brota da rocha que se impõe na paisagem. Tomando a Vereda do Lombo do Cedro conseguimos chegar à Vereda da Seguiada e Matos, a qual seguimos até ao Estreitinho, já na Vereda da Primeira Lombada. Querendo variar um pouco em relação ao último passeio que fizemos por estas bandas, descemos para a Lombadinha, na Boaventura. &lt;br /&gt;Mais um passeio muito bem passando, com muitas novidades à nossa espera. Valeu bem a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeira Lombada – Viveiro – Vereda do Poio dos Porcos – Cancela do Folhadeiro – Ribeiro do Folhadeiro ou da Pinguela – Rocha de Frontal – Lapões – Lombo da Carapuça – Fio – Água do Góis – Vereda do Lombo Cedro – Vereda da Seguiada dos Matos – Vereda da Primeira Lombada – Estreitinho – Vereda da Lombadinha – Boca da Janela – Lombadinha&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8871219123116997034?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8871219123116997034/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/sem-enfiar-carapuca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8871219123116997034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8871219123116997034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/sem-enfiar-carapuca.html' title='Sem enfiar a Carapuça'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4226917368643055676</id><published>2011-09-19T22:33:00.003+01:00</published><updated>2011-10-13T18:09:45.438+01:00</updated><title type='text'>Descendo para o Paul do Mar</title><content type='html'>Domingo, 18 de Setembro: hoje era dia de nos fazermos à serra na companhia dos Amigos da Natureza. O programa assinalava uma ida até ao Pico Gordo, e assim foi.&lt;br /&gt;Saímos do Funchal há hora habitual, com destino à Ribeira Brava, onde haveríamos de fazer uma curta paragem. Dali seguimos para os Prazeres, já que a nossa intenção era alcançar um dos bordos do Paul da Serra. A viagem fez-se sempre com boa disposição, com o tempo a ajudar e a fazer-nos perspectivar um passeio agradável. &lt;br /&gt;Começámos o nosso passeio no Ponto, donde descemos para a Levada Velha da Fonte do Bispo, seguindo, até à Raposeira, sempre nas suas ilhargas, pelo caminho florestal que a acompanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-64e6ffe6a8f77831" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v24.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D64e6ffe6a8f77831%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D59E8552DC0E664D6B20C1C8D097AEC6454D410A3.528095014C4A4128DC137E7475F70C85CCF13D82%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D64e6ffe6a8f77831%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DzztCwOk2595Vw1Ez13yTGva2Bb0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v24.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D64e6ffe6a8f77831%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D59E8552DC0E664D6B20C1C8D097AEC6454D410A3.528095014C4A4128DC137E7475F70C85CCF13D82%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D64e6ffe6a8f77831%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DzztCwOk2595Vw1Ez13yTGva2Bb0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o percurso a ser dominado pelo terreno plano, o grupo não registou grandes dificuldades. Depressa conseguimos vencer este longo caminho, tomando, mais adiante, depois de cruzar a Estrada Regional, o caminho que nos permitiu chegar à freguesia da Fajã da Ovelha, não sem antes ter provado os muitos pêros que cobrem os pereiros por esta altura, algumas amoras e algumas uvas que ainda se mantêm nas latadas. Foi um verdadeiro banquete.&lt;br /&gt;Na Fajã da Ovelha fizemos uma curta paragem não só para comer qualquer coisa, mas também para podermos conviver uns com os outros. Daqui seguimos pela Vereda dos Zimbreiros, passando pelo Miradouro do Fio, antes de chegar à Ribeira das Galinhas, no Paul do Mar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ponto – Levada Velha da Fonte do Bispo – Estrada Regional – Fajã da Ovelha – Vereda dos Zimbreiros – Miradouro do Fio – Ribeira das Galinhas – Paul do Mar&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4226917368643055676?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4226917368643055676/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/descendo-para-o-paul-do-mar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4226917368643055676'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4226917368643055676'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/descendo-para-o-paul-do-mar.html' title='Descendo para o Paul do Mar'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-693340442712047427</id><published>2011-09-14T22:33:00.004+01:00</published><updated>2011-10-14T12:15:46.048+01:00</updated><title type='text'>‘Mergulho’ no Poço das Pulgas</title><content type='html'>Sábado, 10 de Setembro: para hoje estava reservada mais uma grande aventura, desta feita com a chancela de um sexagenário da freguesia de Ponta Delgada, que conhece as serras da localidade como a palma das suas mãos. E com uma pessoa assim, ainda dá mais gosto desbravar ‘novos’ trilhos.&lt;br /&gt;Ora bem, o dia começou bem cedo, de resto como já vem sendo habitual. Chegámos a Ponta Delgada ainda antes das 9 da manhã. Íamos na expectativa do percurso por onde iríamos andar. Poço das Pulgas. Este era o nome do local que de destacava.&lt;br /&gt;Lá fomos nós. A primeira parte do trilho foi idêntica ao que fizemos por aqui há algumas semanas atrás. Subimos em direcção ao Poio dos Porcos, embora não o tivéssemos alcançado, pois derivámos um pouco antes, para a Vereda do Poço das Pulgas.&lt;br /&gt;Uma vez mais foi surpreendente a quantidade de vegetação e a exuberância de algumas espécies que por aqui abundam. Para quem aprecia realmente a flora madeirense, esta é uma zona de eleição e de visita obrigatória. No Poço das Pulgas elevámos o nosso ânimo, tamanha era a beleza do local. Os verdes misturam-se com os castanhos. Há isoplexis, há muschias, há ranúnculos, há estreleiras, há orquídeas, há folhados, adernos e paus-brancos, loureiros e vinháticos, enormes tis e gigantescas urzes. Um ambiente soberbo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-21d77feef39563f6" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D21d77feef39563f6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6B5BA9D7F8C9CE8595B8A27166D63F02BBC56C07.59D0A7D716BE8CE573DC3590FAC2BF1F82615234%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D21d77feef39563f6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dxb56ZEmaM4ed4quflcQdwu4q34s&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D21d77feef39563f6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6B5BA9D7F8C9CE8595B8A27166D63F02BBC56C07.59D0A7D716BE8CE573DC3590FAC2BF1F82615234%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D21d77feef39563f6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dxb56ZEmaM4ed4quflcQdwu4q34s&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui subimos para a Vereda do Poio do Vinhático e depois para o Lombo Ardido, indo até à Cozinha do Pereira. Depois de mais um pouco de subida, encontrámos a Vereda da Laje Negra, donde regressámos um pouco atrás, até ao Escaninho da Rocha da Vara e à Laje Negra. Aqui foi tempo de algum descanso, aproveitando a beleza do local.&lt;br /&gt;Posto isto, seguimos em direcção ao Lombo Cedro, passando pelo Poio do Albino Miséria e pelo Córrego das Lajes. O nosso objectivo por agora era a Vereda da Seguiada dos Matos, a qual alcançámos já depois de muito subir por entre urzes e já com alguma chuva a cair. Este vereda que outrora fora muito utilizada por todos quantos tinham gado nestas serras apresentava-se, agora, bastante fechada, ainda assim tal facto não nos impediu de chegar à Vereda da Primeira Lombada, um pouco acima do Estreitinho. Daqui, sempre acompanhados pela chuva intensa, descemos para a Primeira Lombada, local onde demos por terminada mais uma grande aventura na costa Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeira Lombada – Viveiro – Vereda do Poio dos Porcos – Cancela do Folhadeiro – Ribeiro do Folhadeiro ou da Pinguela – Boca do Lanço do Poço – Ribeiro da Tina – Poço das Pulgas – Vereda do Fio do Vinhático – Lombo Ardido – Cozinha do Pereira – Vereda da Laje Negra – Escaninho da Rocha da Vara – Laje Negra – Poio do Albino Miséria – Córrego da Laje – Lombo do Cedro – Vereda da Seguiada dos Matos – Vereda da Primeira Lombada – Estreitinho – Sarrilho do Porco – Pata da Vaca – Fonte Vermelha – Amoladouros – Redondinho – Miradoirinho – Fundo da Achada – Terreirinhos – Levada da Fonte – Primeira Lombada&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-693340442712047427?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/693340442712047427/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/mergulho-no-poco-das-pulgas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/693340442712047427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/693340442712047427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/mergulho-no-poco-das-pulgas.html' title='‘Mergulho’ no Poço das Pulgas'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-7853482488585780868</id><published>2011-09-11T22:32:00.001+01:00</published><updated>2011-10-13T11:40:15.440+01:00</updated><title type='text'>Mais uma 'descoberta' na Boaventura</title><content type='html'>Sexta-feira, 9 de Setembro: para hoje prevíamos um passeio à descoberta; e a verdade é que assim foi. A costa Norte foi de novo o nosso paradeiro, mas desta feita pelos trilhos da Boaventura. Um de nós queria encontrar uma saída para um trilho que tínhamos percorrido há algum tempo, lá pelas bandas do Lombo do Arvoredo. E se, ao início, esta parecia ser uma tarefa fácil, a verdade é que não foi bem assim. Valeu-nos o sentido de orientação e as parcelas de caminho novas que fomos percorrendo. &lt;br /&gt;Começámos o caminho no Portal da Serra, na Achada do Castanheiro, Boaventura. Subimos pelo Caminho da Serra até ao Cabo da Ribeira, pendendo, um pouco mais acima, para a vereda que percorre o Lombo do Arvoredo. &lt;br /&gt;Sempre a subir, por entre o grande arvoredo, fomos ter à Vereda do Variado, que permite uma ligação ao Estreitinho. Uma vez que hoje era dia de descoberta, e como não as nossas intenções iniciais não tinham sido concretizadas, aproveitámos para descobrir o marco geodésico do Estreitinho, também conhecido por Rocha das Cabras. Mesmo por cima de um antigo curral do gado, este marco sempre nos passou despercebido, possivelmente pelo facto de estar envolto em vegetação densa e por não haver nenhum trilho que o ligue directamente à vereda da Primeira Lombada. &lt;br /&gt;A vista que daqui se tem é soberba. Conseguimos ver grande parte da freguesia de Boaventura, uma nesga da Ponta Delgada e as serras de São Jorge, bem como uma grande parte da Cordilheira Central, com destaque para o soberbo Pico Canário. &lt;br /&gt;Mas as descobertas de hoje não se ficariam por aqui. Com vontade de encontrar uma outra descida para a Achada do Castanheiro, já que tantos são os lombos que se enfileiram de lá do alto, optámos por tentar um dos trilhos que encontrámos numa das outras vezes que  estivemos por estas bandas. Ora, a nossa ideia era descer pelo Lombo Queimado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-379d29fa49ca4b7b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v13.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D379d29fa49ca4b7b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1D2FA2C72C41AD6E7A62CD6C558813E45A9B0E44.2E5743BB062135414165BB9F78DB1104F87D20BB%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D379d29fa49ca4b7b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DO8ZQpLLmUX8aAbv1QX7AkSjicug&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v13.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D379d29fa49ca4b7b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1D2FA2C72C41AD6E7A62CD6C558813E45A9B0E44.2E5743BB062135414165BB9F78DB1104F87D20BB%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D379d29fa49ca4b7b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DO8ZQpLLmUX8aAbv1QX7AkSjicug&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se no início encontrámos uma vereda bem marcada, à medida que fomos descendo depressa nos apercebemos que poucas eram as marcas que trilho que por aqui existiam. Além de não haver indícios de ali ter havido alguma passagem, não conseguíamos encontrar qualquer corte. Claro que não desistimos e a hipótese de voltar atrás só ganhava força quando encontrávamos uma passagem mais abismosa. Nestes momentos pensávamos que no final do lombo iríamos encontrar um desnível muito grande que não ia ser fácil de transpor. Ainda assim, fomos descendo e não tardou a que chegássemos, de novo, a uma zona onde já parecia haver vereda e onde, noutros tempos, a agricultura teria sido uma realidade, a julgar pelos vestígios de construções ou de poios. Outros tempos, é certo, mas a certeza de que os madeirenses eram bem mais corajosos. &lt;br /&gt;Para nossa surpresa, e com a descida a se aproximar, cada vez mais, do casario, viemos desembocar mesmo por cima da Levada Grande, onde, de resto, acabámos por sair, seguindo-a ao sabor da corrente, até à descida por entre as habitações agora mais aprimoradas. E assim terminou mais um passeio de aventura...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal da Serra – Cabo da Ribeira – Lombo do Arvoredo – Vereda do Variado – Marco Geodésico do Estreitinho/Rocha das Cabras – Vereda da Seguiada dos Estrepes – Lombo Queimado – Levada Grande – Achada do Castanheiro.  &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-7853482488585780868?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/7853482488585780868/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/mais-uma-descoberta-na-boaventura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7853482488585780868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7853482488585780868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/mais-uma-descoberta-na-boaventura.html' title='Mais uma &apos;descoberta&apos; na Boaventura'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8987729950220464713</id><published>2011-09-08T22:32:00.002+01:00</published><updated>2011-10-13T10:46:49.256+01:00</updated><title type='text'>Descobrindo o Poio dos Porcos</title><content type='html'>Quarta-feira, 7 de Setembro: quando saímos do Funchal pela manhã, com destino a São Vicente, não tínhamos qualquer rumo bem definido. Íamos à procura do bom tempo e de um itinerário aliciante. &lt;br /&gt;Na habitual paragem que fazemos na padaria, tivemos a agradável surpresa de encontrar um dos nossos amigos daquela zona, que, depois de uma agradável conversa e troca de ideias, nos falou da possibilidade de um outro companheiro destas lides estar disponível para se aventurar connosco num passeio bem ao nosso estilo. Ora, assim foi: depois de preparados todos os pormenores lá nos fomos no encalço do trilho do Poio dos Porcos e da Laje Negra. Desde já agradecemos ao nosso anfitrião. Valeu bem a pena.&lt;br /&gt;A subida fez-se pelas terras da Primeira Lombada. Ficámos impressionados com a muita vegetação que por aqui existe, principalmente no que toca às árvores e aos arbustos. Os verdes misturavam-se e deixavam-nos extasiados. &lt;br /&gt;Fomos subindo, passámos alguns pequenos ribeiros, à beira dos quais os fetos eram mais abundantes, e seguimos até ao Poio dos Porcos, uma passagem que requer algum cuidado. Mas cuidado mesmo foi o que tivemos de ter na passagem, mais adiante, da Laje Negra, um grande rochedo basáltico quase liso, onde não há margens para qualquer deslizes ou engano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-fb5a116ffc2cb40f" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v2.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfb5a116ffc2cb40f%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8037D05964330DD5182688F84556E4148F8C74B.1387C65F11DDB31399840A87C3E15BB49CA688F8%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfb5a116ffc2cb40f%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DKepmSTQpbxGRiTxPWVzHrHuQvdo&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v2.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfb5a116ffc2cb40f%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D8037D05964330DD5182688F84556E4148F8C74B.1387C65F11DDB31399840A87C3E15BB49CA688F8%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfb5a116ffc2cb40f%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DKepmSTQpbxGRiTxPWVzHrHuQvdo&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui fizemos uma pequena paragem, não só para retemperar forças e matar a fome, mas também para contemplar a beleza do local. Não nos cansamos de dizer que toda a serra de Ponta Delgada é surpreendente no que toca a vegetação e à sua exuberância. &lt;br /&gt;Da Laje Negra seguimos para a Rocha da Vara e depois pela Empena, indo em direcção à Vereda da Palha, perto da descida para a Segunda Lombada. Já na vereda principal, fomos para o Chão do Milho, descendo, depois, em direcção à Fajã da Areia, com a intenção de tomarmos uma das descidas para a Terceira Lombada, local onde, de resto, terminámos a nossa caminhada de hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Primeira Lombada – Viveiro – Poio dos Porcos – Córrego do Poio dos Porcos – Corrego das Lajes – Laje Negra – Escaninho – Rocha da Vara – Empena – Vereda da Palha – Chão do Milho – Vereda da Fajã da Areia – Árvores Grandes – Eirinha – Ribeiro Pimenta – Ribeiro das Nogueiras – Boca da Caldeira  - Passada – Granja – Ribeiro da Laje – Terra Centeio – Terceira Lombada&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8987729950220464713?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8987729950220464713/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/descobrindo-o-poio-dos-porcos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8987729950220464713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8987729950220464713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/descobrindo-o-poio-dos-porcos.html' title='Descobrindo o Poio dos Porcos'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8195969715550520705</id><published>2011-09-06T22:31:00.003+01:00</published><updated>2011-10-13T14:21:12.979+01:00</updated><title type='text'>Aventura no Véu da Noiva</title><content type='html'>Segunda-feira, 5 de Setembro: aproveitando os dias de descanso, reunimos um pequeno grupo e lá fomos até à serra. A costa Norte foi o palco escolhido para mais uma aventura. Resolvemos subir o Véu da Noiva e descer o Montado dos Pessegueiros. Para a maior parte do grupo era uma estreia, pelo que a expectativa era elevada. &lt;br /&gt;À hora combinada saímos do Funchal rumo a São Vicente, onde fizemos uma breve paragem para um café madrugador. Posto isto, estávamos prontos para iniciar mais uma bela subida do Véu da Noiva, que depois dos últimos temporais está bem mais degradada e requer ainda mais cuidado. &lt;br /&gt;Logo no início, há uns tempos atrás, colocámos um cabo que nos facilita bastante na transposição de uma derrocada que fez desaparecer a vereda. Já na vereda, pudemos constatar que o trilho não se encontra em muito bom estado, mas ainda assim permite uma passagem com relativa segurança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-df296151dda35b9a" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Ddf296151dda35b9a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D534F4B2C459F6B07EF2975021E64B88083B9C091.1E7537C759D8C72050D8A98C10042B8316A5C264%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddf296151dda35b9a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DQY4qGztwuWo0eh-wMKdERvgewZE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Ddf296151dda35b9a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D534F4B2C459F6B07EF2975021E64B88083B9C091.1E7537C759D8C72050D8A98C10042B8316A5C264%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddf296151dda35b9a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DQY4qGztwuWo0eh-wMKdERvgewZE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida custou-nos um pouco. As vistas sobre o Seixal sempre davam para animar para mais alguns metros. A exuberância da vegetação deixava-nos ainda mais motivados. As uveiras da serra ostentavam os seus frutos já maduros. Os folhados exalavam um suave e doce perfume. Os nossos sentidos ficavam, aos poucos, ainda mais agradados. &lt;br /&gt;Levámos algum tempo, mas a chegada à Furna Feia foi quase apoteótica. Um local fantástico. Subindo mais alguns metros, rapidamente chegámos à vereda que vinda da Fonte Rentróia nos permite alcançar a descida para o Montado dos Pessegueiros e a subida para o Pico Coroa. A opção foi descer pelo Montado dos Pessegueiros. E não podíamos ter feito uma escolha mais acertada. Ficámos encantados com a paisagem, deslumbrados com a vegetação. Valeu mesmo a pena o esforço.&lt;br /&gt;Já no final do Montado, o silvado parece querer tomar conta da passagem. Mas nem isso nos impediu de descer até à antiga Estrada Regional onde finalizámos o agradável passeio de hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seixal – Véu da Noiva – Ribeira João Delgado – Furna Feia – Vereda Fonte Rentróia – Montado dos Pessegueiros – Estrada Regional – Seixal &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8195969715550520705?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8195969715550520705/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/aventura-no-veu-da-noiva.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8195969715550520705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8195969715550520705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/aventura-no-veu-da-noiva.html' title='Aventura no Véu da Noiva'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-3860576460147977128</id><published>2011-09-04T22:31:00.003+01:00</published><updated>2011-10-13T15:28:52.900+01:00</updated><title type='text'>Em romaria até à Ponta Delgada</title><content type='html'>Sábado, 3 de Setembro: ao contrário do que é habitual, o passeio desta semana dos Amigos da Natureza tinha lugar num sábado. E este não era um passeio típico dos que fazemos ao longo de todo o ano, era antes uma verdadeira romaria, que se repete todos os anos, no primeiro sábado de Setembro. &lt;br /&gt;A animação é uma constante ao longo de toda a jornada. O grupo vai sempre muito bem disposto e, este ano, até o tempo ajudou: estava um belo dia de sol. Da Achada do Gramacho até ao Calhau de São Jorge desceu-se num pulo. Fomos até ao Cais da freguesia, antes de subirmos para o Farol e tomar o rumo das Terras de Fora. &lt;br /&gt;Pelo caminho muitas são as uvas que se provam e os figos que se comem. Aqui e ali, a amabilidade das gentes da terra convidam-nos a entrar e a provar o vinho que têm do ano passado. Há inclusive ‘casas’ que já nos esperam, ano após ano.&lt;br /&gt;Das Terras de Fora até ao Arco foi um pulo. Ainda mais quando a boleia de um camião das obras de recuperação da estrada regional nos deu um grande avanço. No centro da freguesia do Arco de São Jorge aproveitámos o bom tempo para um belo repasto, que, com a contribuição de todos, depressa se transformou num verdadeiro banquete. Foram momentos muito bem passados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-add60285542e54d9" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v8.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dadd60285542e54d9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2F09DCF47C084DAB849B791165D0FA458E621EEE.12F05E3DD66EB23BA44DFB2CFF9679A79465A0D5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dadd60285542e54d9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DlOl1TxPvW1ndKK85yyydJVfkojM&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v8.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dadd60285542e54d9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2F09DCF47C084DAB849B791165D0FA458E621EEE.12F05E3DD66EB23BA44DFB2CFF9679A79465A0D5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dadd60285542e54d9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DlOl1TxPvW1ndKK85yyydJVfkojM&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de retemperadas as forças, lá nos encaminhámos para o Caminho da Entrosa, que nos ia levar até à Ribeira do Porco e, depois, ao sítio de São Cristóvão, já na freguesia da Boaventura. Ora, daqui até Ponta Delgada não nos custou muito. Fomos de boleia a maior parte deste troço do caminho. &lt;br /&gt;Já no arraial, houve que tratar dos comes e bebes. O grupo estava muito bem disposto e animado. Houve danças e cantares. Não faltou uma ponchinha para ‘afinar’ a garganta. E o bailarico prolongou-se noite dentro, com o regresso ao Funchal a fazer já depois da meia-noite. Mais um belo dia passado com os Amigos da Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Achada Gramacho – Vereda do Calhau – Calhau de São Jorge – Vereda do Cais – Cais de São Jorge – Farol – Vigia – Rocha de Baixo – Terras de Fora – Arco de São Jorge – Entrosa – Ribeira do Porco – São Cristóvão – Ponta Delgada &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-3860576460147977128?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/3860576460147977128/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/em-romaria-ate-ponta-delgada.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3860576460147977128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3860576460147977128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/em-romaria-ate-ponta-delgada.html' title='Em romaria até à Ponta Delgada'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4040498401359558371</id><published>2011-09-03T22:45:00.003+01:00</published><updated>2011-10-13T15:14:40.786+01:00</updated><title type='text'>Pelo alto, na Levada do Norte</title><content type='html'>Sexta-feira, 2 de Setembro: Mais um passeio atípico, não tanto pelo percurso, mas sim pelo dia em que o mesmo se realizava. Com alguns amigos  folgados, juntámo-nos e lá fomos serra fora. Embora inicialmente a costa Norte fosse o nosso destino, acabámos por ficar pela Ribeira Brava, percorrendo, então, a Levada do Norte.&lt;br /&gt;Começámos o passeio na zona da Boa Morte, um pouco antes do Parque Empresarial, na zona onde a levada se cruza com a estrada. Por aqui a vegetação é dominada por pinheiros e pouco mais. Andando alguns metros, as vistas sobre o vale da Ribeira Brava são soberbas. À nossa ‘frente’ vemos as Furnas e o Pomar da Rocha. Aos nossos pés temos a Serra de Água. Da lado esquerdo, temos São João. Lá mais para baixo, temos a Vila e o Lombo Cesteiro. Nada como apreciar cada recanto.&lt;br /&gt;Seguindo caminho, sempre na Levada, depressa chegámos à Eira do Mourão. Aqui as vistas voltam a surpreender-nos. O casario enfileirado no cume do lombo é deveras impressionante. &lt;br /&gt;Continuámos. A Levada do Norte está de novo operacional. Dizemos de novo porque quando nela passámos há alguns meses atrás a água não corria. Mais adiante, em conversa com um dos levadeiros de serviço ficámos a saber que está operacional há cerca de 6 meses, embora com muito menos água do que noutros tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-688974503520bd6e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v13.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D688974503520bd6e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7829EB449459EC03403EFDD0AF90DE5AC0D092BC.59C0BD8BD3A029E2B8B4716282C741BE32E0ABCF%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D688974503520bd6e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXZiviZH97oVOndvcPJdncJHfEow&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v13.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D688974503520bd6e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7829EB449459EC03403EFDD0AF90DE5AC0D092BC.59C0BD8BD3A029E2B8B4716282C741BE32E0ABCF%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D688974503520bd6e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXZiviZH97oVOndvcPJdncJHfEow&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da levada são muitos os terrenos que outrora eram agricultados, mas que agora estão votados ao abandono. Os socalcos desciam a encosta e punham à prova a valentia daqueles que rasgavam a terra com a força dos braços para nela semearem o pão da sobrevivência. Era assim noutros tempos, hoje o abandono é a realidade.&lt;br /&gt;Aqui e ali a levada dá mostras da sua fragilidade. Os tubos que foram colocados para ‘remendar’ os estragos feitos pelo temporal de 20 de Fevereiro já começam a ‘verter águas’. As pedras caem constantemente. O ideal seria reconstruir o canal nos moldes de outros tempos, pois só assim se conseguia uma maior durabilidade. &lt;br /&gt;Da conversa com o levadeiro ficámos a saber que há mais de 8 anos um cabra resiste à passagem do tempo, reclusa que ficou da nossa morfologia por essa altura, quando faziam uma ‘perseguição’ aos animais que ainda viviam nas serras. &lt;br /&gt;Os abismos são outra das surpresas que temos, cada vez que percorremos este troço da Levada do Norte. Há zonas onde uma queda é visivelmente fatal. Mas não deixa de ser anestesiante olhar de cá de cima a estrada que rasga a Serra de Água. Surpreendidos ficámos, também, com a quantidade de veredas que ainda temos para descobrir por esta zona. &lt;br /&gt;Ao chegar à Ameixieira deparámo-nos, ainda, com a destruição dos temporais. A partir daí, até à Central da Serra de Água, na levada já não corre água e o canal encontra-se em péssimo estado. Mas lá conseguimos alcançar a Central, donde descemos, por veredas, até ao centro da freguesia. &lt;br /&gt;E assim terminou mais um dia bastante agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boa Morte – Levada do Norte – Eira do Mourão – Levada do Norte – Ameixieira – Levada do Norte – Serra de Água&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4040498401359558371?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4040498401359558371/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/pelo-alto-na-levada-do-norte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4040498401359558371'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4040498401359558371'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/09/pelo-alto-na-levada-do-norte.html' title='Pelo alto, na Levada do Norte'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5661575320311113526</id><published>2011-08-31T14:46:00.002+01:00</published><updated>2011-10-13T15:22:37.970+01:00</updated><title type='text'>Levada dos Tornos, no Funchal</title><content type='html'>Terça-feira, 30 de Agosto: um passeio a meio da semana. Ora aqui está algo que não é habitual. Ainda assim bastante agradável. Pois bem, tendo saído de casa já mais tarde do que esperado, o itinerário escolhido foi aqui pertinho da cidade: a Levada dos Tornos, começando no Largo das Babosas e indo até às Eiras, antes de chegar à Camacha.&lt;br /&gt;O dia estava agradável, embora o sol não se fizesse notar com muito esplendor. Mas isso não era um motivo válido para não lançar pés a esta empreitada. Pois bem, saindo do Largo da Fonte, a descida fez-se pelo caminho empedrado que dá acesso à ‘gare’ do teleférico do Jardim Botânico. Depois de passada a ‘gare’ a vegetação parece querer tomar conta do caminho, que outrora era bastante largo, mas que agora já dá mostras de muito estreito. As acácias são comuns e os pinheiros que se erguiam altivos foram derrubados pelos incêndios do Verão do ano passado. Nas encostas do lado esquerdo são bem visíveis as cicatrizes desses fogos. &lt;br /&gt;Chegando à Levada dos Tornos vemos, no lado esquerdo, o túnel do Pisão, que agora se encontra encerrado. Fica a vontade de vislumbrar a aguagem do Pisão... Lá nos fizemos ao nosso caminho de hoje: seguir a levada até ao Curral dos Romeiros, passando a Ribeira das Cales, e daqui até às terras da Camacha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-8d9744084b4fe0ac" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v20.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8d9744084b4fe0ac%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3B60108D271D4572FEF0475AB37317C2282FAEBB.4212C2B28B967D11C7BBD02FCFCCC8BFB2AC8005%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8d9744084b4fe0ac%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DL8VuUaBucz-KWrP0j_PKIocnn3A&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v20.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8d9744084b4fe0ac%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3B60108D271D4572FEF0475AB37317C2282FAEBB.4212C2B28B967D11C7BBD02FCFCCC8BFB2AC8005%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8d9744084b4fe0ac%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DL8VuUaBucz-KWrP0j_PKIocnn3A&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem de cá de baixo olha a cidade lá no alto facilmente se apercebe que, aqui bem perto, há um nicho de floresta à espera de ser ‘descoberta’ por todos aqueles que apreciam um bom passeio na Natureza. Ao longo da Levada, no trajecto em que ela serpenteia o vale da Ribeira de João Gomes a vegetação é dominada por eucaliptos, pinheiros, acácias e algumas árvores de fruto, embora se façam notar, aqui e ali, algumas espécies da Laurissilva. As vistas sobre o Funchal são fantásticas: a baía do Funchal recorta o azul do Atlântico; as altas montanhas ladrilham o céu que, por vezes, surge salpicado de nuvens. No que toca a vegetação, destaque para os pequenos núcleos onde a Laurissilva é rainha, com loureiros, vinháticos, tis e até barbusanos a darem outra beleza à paisagem. Há também algumas infestantes, como a bananilha, com um perfume doce que cativa os desprevenidos. &lt;br /&gt;Em certos pontos, a paisagem rural ganha destaque, com pequenos poios a serem rasgados à força de braços para ‘alimentar’ uma agricultura que assenta na variedade de produtos hortícolas. Havia muito para fotografar.&lt;br /&gt;Curiosos foram, também, os ‘pontos de venda’ de frutas e flores que encontrámos ao longo do percurso. Sem ninguém a cobrar o dinheiro, a confiança no ‘cliente’ que passa é total.&lt;br /&gt;A levada, que ora vai passando por entre algumas manchas de floresta, ora serpenteia o  casario, em direcção à freguesia da Camacha, cruza-se com o Caminho do Meio e o Caminho do Terço, antes de chegar ao Palheiro Ferreiro. Antes de chagar às Eiras, onde a levada cruza de novo com a estrada asfaltada, havia que atravessar um túnel que requer algum cuidado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Largo das Babosas – Levada dos Tornos – Curral dos Romeiros – Palheiro Ferreiro – Eiras&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5661575320311113526?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5661575320311113526/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/levada-dos-tornos-no-funchal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5661575320311113526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5661575320311113526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/levada-dos-tornos-no-funchal.html' title='Levada dos Tornos, no Funchal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8597112793152037118</id><published>2011-08-29T22:31:00.004+01:00</published><updated>2011-10-18T12:23:53.441+01:00</updated><title type='text'>Jogos da memória, a lembrança</title><content type='html'>Mais uma travessia, desta vez entre São Jorge e o Funchal. Momentos inesquecíveis que nos marcam. Pessoas intensas que nos deixam com vontade de não parar. Desta vez, o testemunho é diferente, mas igualmente sentido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Palavras soltas, soletradas,&lt;br /&gt;ordenadas, sequenciais.&lt;br /&gt;São elas que correm levadas pela água&lt;br /&gt;da levada régia do desconhecido,&lt;br /&gt;infiltrando-se em pensamentos,&lt;br /&gt;despoletando emoções,&lt;br /&gt;carregando o sentimento de cada passo.&lt;br /&gt;O caminho longo faz-se sem esforço, &lt;br /&gt;embalados pela leveza da conversa&lt;br /&gt;e da partilha. Unidos pelo caminho a cumprir...&lt;br /&gt;O momento é singelo,&lt;br /&gt;tal a pureza de uma gota de nevoeiro&lt;br /&gt;ou da natureza que se ergue à nossa volta.&lt;br /&gt;Passo atrás de passo,&lt;br /&gt;Subimos.&lt;br /&gt;O semblante de esforço é reconfortado&lt;br /&gt;pelo topo da felicidade da contemplação.&lt;br /&gt;Um sorriso, uma gargalhada. &lt;br /&gt;Trocam-se os papéis, mantém-se a união.&lt;br /&gt;Entretanto, o sol põe-se.&lt;br /&gt;Prepara-se o novo dia, numa alvorada brilhante.&lt;br /&gt;Fica de novo a partilha, num cântico em uníssono. &lt;br /&gt;A resignação de uma fragilidade, a nossa,&lt;br /&gt;não nos impede de almejar o caminho. &lt;br /&gt;E continuamos... até ao ponto certo. &lt;br /&gt;O nosso ponto...nas reticências de uma nova etapa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-704edf720a2cd89d" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D704edf720a2cd89d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D592B49529C561C1F245E5F7FB4F386E617E7F5F2.138D40C67A93803EFCA7FEFF09D779588A2BE8C8%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D704edf720a2cd89d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLEEmF2_MQxxWOGrN1lH_zfEcNuQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D704edf720a2cd89d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D592B49529C561C1F245E5F7FB4F386E617E7F5F2.138D40C67A93803EFCA7FEFF09D779588A2BE8C8%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D704edf720a2cd89d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLEEmF2_MQxxWOGrN1lH_zfEcNuQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8597112793152037118?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8597112793152037118/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/jogos-da-memoria-lembranca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8597112793152037118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8597112793152037118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/jogos-da-memoria-lembranca.html' title='Jogos da memória, a lembrança'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4441710381886676891</id><published>2011-08-25T22:30:00.002+01:00</published><updated>2011-10-13T22:04:25.206+01:00</updated><title type='text'>Do Caniçal ao Porto Moniz, em dois dias</title><content type='html'>Sábado e domingo, 20 e 21 de Agosto: Meados de Agosto. Os dias quentes bem convidam a uma ida à praia, mas nós preferimos a serra, a sombra das árvores, o ar puro, o verde intenso da Laurissilva. Imbuídos de um invulgar espírito de aventura, ano após ano, lá temos dado ao desafio, percorrendo a Madeira de um lado a outro, com passagem obrigatória pelo Pico Ruivo. Se de carro esta é uma façanha que perdeu laivos de heroísmo, abandonadas que foram as labirínticas estradas regionais, para quem a faz a pé continua a ser preciso uma boa dose loucura, não tanto necessidade, e muita força nas pernas. Afinal de contas são mais de 26 horas a caminhar, repartidas por apenas dois dias. &lt;br /&gt;Este ano a rota indicava como ponto de partida a Praínha, no Caniçal, já que no ano anterior tínhamos começado no Porto Moniz. Com tudo preparado e muita força de vontade em conseguir alcançar mais um objectivo, o grupo apresentou-se no local combinado ainda antes das 6 da manhã, hora a que devia ser dada ‘ordem de marcha’. &lt;br /&gt;A noite estava escura. As nuvens, no alto, davam razão aos nossos receios de alguma chuva pela manhã. Mas nem assim deixámos de aproveitar o momento. E foi por entre aerogeradores moribundos e painéis solares reluzentes que vencemos as ‘dunas’ esventradas pelas escavadoras, à medida que íamos subindo as serras sobranceiras ao Caniçal, sempre com o bater das ondas a nos indicarem o abismo e, no horizonte, nas nossas costas, a aurora alaranjada a indicar-nos o caminho.&lt;br /&gt;Soberbo foi o momento em que parámos para dar os bons dias ao sol, que, por entre as nuvens, se espreguiçava melancolicamente, sem pressas, oferecendo-nos um espectáculo de cor a que não ficámos indiferentes. Tudo isto, antes de chegarmos à parte mais crítica desta manhã: a subida para a Boca do Risco. Muita feiteira, muito silvado e alguma chuva foram o bastante para condicionar o nosso andamento. O pior aconteceu: ficámos molhados, as botas ficaram alagadas, factor que havia de condicionar o resto desta aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b80edca3803887f7" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v12.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db80edca3803887f7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D104779DA19D7D0830A2B0E578441AE8E7C34C70A.5B25EDEF5CB313D2B15EDEA83BC45C1D343B7175%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db80edca3803887f7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D92YBln_4IXv4RnQVfoiakFAGMUo&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v12.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db80edca3803887f7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D104779DA19D7D0830A2B0E578441AE8E7C34C70A.5B25EDEF5CB313D2B15EDEA83BC45C1D343B7175%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db80edca3803887f7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D92YBln_4IXv4RnQVfoiakFAGMUo&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, o ânimo não tinha ficado 'ensopado' e, todos juntos, seguimos viagem, apoiando-nos mutua e constantemente. Subimos às Funduras, passámos a Portela e continuámos até ao Pico do Suna, donde partimos para as Carreiras e depois para o Poiso. Por aqui, com o sol a brilhar, foi tempo de uma paragem mais demorada. Descalçando as botas pudemos avaliar a profundidade dos ‘estragos’, que não foram impeditivos para alcançarmos o segundo pico mais alto da Madeira, o Pico do Areeiro. &lt;br /&gt;Entretanto há muito que as 4 horas da tarde tinham batido no relógio que não trazíamos connosco. O pão e água não nos parecia capaz de matar a fome, valendo-nos um belo repasto que nos esperava lá no alto, graças à amizade incondicional de alguns companheiros. Ganhámos força para chegar mais longe, embora por esta altura as maleitas se fizessem sentir cada vez mais, a cada passo. &lt;br /&gt;Do Areeiro ao Pico Ruivo seguimos pelo lado oeste, que é como quem diz pelos túneis, o caminho mais curto e menos íngreme. Depressa ficámos mais perto dos 1862 metros, que nunca pareceram tão distantes para alguns de nós. Ora mais depressa, ora mais devagar lá conseguimos chegar.&lt;br /&gt;Um momento de descanso mais demorado impunha-se novamente. Descalçar as botas, conversar um pouco, beber um chá. Tudo estratégias para que a vereda até à Encumeada não nos parecesse tão penosa. Pouco passavam das 19 horas quando deixámos a casa de abrigo, com a certeza de que íamos chegar de noite à Encumeada.&lt;br /&gt;A par e passo com o sol, seguimos até à Boca das Torrinhas e ‘escalámos’ o Pico Jorge. Por esta altura, um pouco antes do Chão dos Alecrins, o sol mergulhava, lá ao longe, por detrás do planalto do Paul, no mar de nuvens que nivelava o horizonte. Tal como de manhã, as cores ganhavam tons vermelho-alaranjados, que, misturados com o nevoeiro que se levantava, nos envolviam num ambiente quase mítico e sebastianista. &lt;br /&gt;Mas nós é que haveríamos de chegar, desta feita à Encumeada. A noite estava cerrada, embora clara. Esperava-nos um banho quente e um belo repasto, na companhia de alguns amigos. O descanso merecido foi soberbo.&lt;br /&gt;Domingo, segundo dia: iríamos todos seguir viagem? Esta era a dúvida, depois de uma noite retemperadora. Claro que sim! Embora condicionados... O percurso traçado iria levar-nos a percorrer a Levada do Norte até ao Lombo Barbinhas, passando pelos seus 16 (alguns grandes) túneis, descendo depois para a Levada do Seixal.&lt;br /&gt;Na Levada do Seixal fizemos uma curta paragem para apreciar os espanhóis que desciam a Ribeira da Hortelã em canyoning, que começa logo com uma aguagem com mais de 60 metros de altura. Depois, seguimos para a Levada da Rocha Vermelha, na zona do Rabaçal. Esperava-nos a descida da Ribeira da Janela até à Levada com o mesmo nome. Não foi fácil. O cansaço, esse, era cada vez maior e parecia querer fazer-nos andar mais devagar. Os saltos sobre as pedras não davam tréguas às maleitas. Ainda assim, conseguimos alcançar a levada.&lt;br /&gt;Cinco da tarde. O sol brilhava intensamente. Tínhamos mais algumas horas de caminho pela frente, sempre plano, com 10 túneis para atravessar. Os nossos rostos já denunciavam as muitas horas percorridas e, mesmo sem palavras, pediam alguns momentos de descanso. Ainda assim, pouco parámos. A vontade de chegar aos Lamaceiros era grande e dominadora. As conversas e desconversas ajudaram-nos a alcançar este objectivo. Dos Lamaceiros ainda faltava chegar até à vila do Porto Moniz. A descida ziguezagueante revelou-se desconcertante para as pernas, mas não foi capaz de nos impedir de chegar ao fim. &lt;br /&gt;Pela primeira vez na história das nossas travessias todos concluíram o percurso. Os sete que saíram do Caniçal chegaram ao Porto Moniz, uns com bolhas, outros com dores nos joelhos, e ainda outros com os músculos já maltratados. A Rita, o Cipriano, o Duarte, o Marco, o António, o Ricardo e eu cumprimos mais um dos nossos objectivos e estamos, certamente, todos de parabéns. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caniçal – Prainha – Miradouro Feiticeiras – Pico Castanho – Boca do Risco – Funduras – Portela – Pico do Suna – Carreiras – Poiso – Pico do Areeiro – Ninho da Manta – Pico do Gato – Túneis – Pico Ruivo – Boca das Torrinhas – Pico Jorge – Pico Casado – Pico Ferreiro – Chão do Alecrim – Encumeada &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encumeada – Levada do Norte – Folhadal – Levada do Norte – Casa dos Levadeiros – Lombo Barbinhas – Levada do Seixal – Ribeira da Hortelã – Túnel das Feitas – Levada da Rocha Vermelha – Ribeira da Janela – Levada da Ribeira da Janela – Lamaceiros – Porto Moniz&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4441710381886676891?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4441710381886676891/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/do-canical-ao-porto-moniz-em-dois-dias.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4441710381886676891'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4441710381886676891'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/do-canical-ao-porto-moniz-em-dois-dias.html' title='Do Caniçal ao Porto Moniz, em dois dias'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6404542352305347425</id><published>2011-08-16T14:41:00.002+01:00</published><updated>2011-10-14T12:03:42.090+01:00</updated><title type='text'>Um fugida ao Pico Ruivo do Paul</title><content type='html'>Segunda-feira, 15 de Agosto: hoje, feriado, nada melhor do que uma escapadinha a qualquer lado para sentir a natureza mo seu melhor. Ora, foi isso mesmo que fizemos, indo até ao Pico Ruivo do Paul, na companhia de amigos, como se quer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-2c01007e1ed8b20b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v4.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D2c01007e1ed8b20b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D401EAE577788B7403E33D5754D4AB8D26B23AC4F.24AF605C0AE5B163DF846557C541AFA3E5DD51CF%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D2c01007e1ed8b20b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DfOJkSgi59Mz0q_QjwMt8OEIsRU8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v4.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D2c01007e1ed8b20b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D401EAE577788B7403E33D5754D4AB8D26B23AC4F.24AF605C0AE5B163DF846557C541AFA3E5DD51CF%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D2c01007e1ed8b20b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DfOJkSgi59Mz0q_QjwMt8OEIsRU8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia estava agradável, o céu estava claro. Pudemos por isso aproveitar bem esta ‘fugida’. Começámos nos Estanquinhos e subimos até ao Pico Ruivo com calma, aproveitando ao máximo aquilo que íamos contemplando. A descida fez-se pelo lado contrário, saindo nas Fontes Ruivas. Tomámos, depois, a Levada do Pico Ruivo do Paul, indo ao encontro do local onde tínhamos iniciado esta pequena caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estanquinhos – Pico Ruivo do Paul – Fontes Ruivas – Levada do Pico Ruivo do Paul – Estanquinhos&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6404542352305347425?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6404542352305347425/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/um-fugida-ao-pico-ruivo-do-paul.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6404542352305347425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6404542352305347425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/um-fugida-ao-pico-ruivo-do-paul.html' title='Um fugida ao Pico Ruivo do Paul'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6279537795706953379</id><published>2011-08-15T22:30:00.003+01:00</published><updated>2011-10-13T16:31:11.167+01:00</updated><title type='text'>Acampados no Fanal</title><content type='html'>Sábado e domingo, 13 e 14 de Agosto: Como já vem sendo tradição, por esta altura, todos os anos, os Amigos da Natureza, ou pelo menos alguns dos seus elementos, costumam acampar no Fanal. Esta é uma actividade muito diferente daquelas a que estamos habituados, mais não seja porque na essência íamos passar uma noite na serra. &lt;br /&gt;A subida para o Fanal fez-se pela Vereda da Cavaca, começando cá em baixo, no Seixal. Mas antes disso, uma penosa viagem de autocarro entre o Funchal e a costa Norte se impôs. E foi mesmo uma tortura chegar a São Vicente. &lt;br /&gt;Sempre com calma, a subida do Seixal para o Chão da Ribeira fez-se por veredas de outros tempos, que hoje se dispersam por entre o novíssimo casario. O bom tempo parecia não querer efectivar-se, já que as nuvens estavam baixas e os chuviscos não deixaram de marcar a sua presença. Mas nada que nos impedisse se subir a passo compassado, sem pressas, até ao Miradouro do Fio, onde ainda se mantêm de pé os velhos palheiros de apoio à apanha da feiteira para o gado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-cee663b5da1189f" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v21.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0cee663b5da1189f%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D56794F0C73E50AC691197E75DE8DB30722A36F7D.4959654B1CB0B872D66AE1A3FECF42361BEAFCC5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dcee663b5da1189f%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGjE1EgfNTHe_FnYxZVpuo-5OLgc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v21.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0cee663b5da1189f%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D56794F0C73E50AC691197E75DE8DB30722A36F7D.4959654B1CB0B872D66AE1A3FECF42361BEAFCC5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dcee663b5da1189f%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DGjE1EgfNTHe_FnYxZVpuo-5OLgc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do Fio até ao Posto Florestal do Fanal foi um pulo. O nevoeiro escondia-nos as grandes vistas e fazia-nos pensar numa tarde fria e chuvosa. Mas, felizmente, não foi bem assim. Apesar da neblina ser persistente, a temperatura estava bastante agradável e as poucas abertas sempre permitiram desfrutar de alguma paisagem. Entretanto, o grupo estava bastante animado, o que ajudou a tornar ainda mais agradável este dia.&lt;br /&gt;Entre o comer e o beber, as horas passaram e a noite foi caindo. As tendas já estavam montadas. As camas preparadas. Mas a animação estava para durar. Só depois de meia noite dada e cantados os parabéns é que uns foram dormir e outros se fizeram à estrada, ou à vereda, se preferirmos. Para um pequeno grupo a descida fez-se pela Vereda das Voltas ou das Cruzinhas, até ao Chão da Ribeira. Foi uma verdadeira aventura, de lanterna em riste, sempre com atenção aos obstáculos. Mas valeu a pena.&lt;br /&gt;E assim se viveu mais uma aventura com os Amigos da Natureza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seixal – Chão da Ribeira – Vereda da Cavaca – Fio – Fanal # Vereda das Voltas – Chão da Ribeira – Seixal &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6279537795706953379?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6279537795706953379/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/acampados-no-fanal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6279537795706953379'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6279537795706953379'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/acampados-no-fanal.html' title='Acampados no Fanal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8957067411903279078</id><published>2011-08-07T22:29:00.002+01:00</published><updated>2011-10-13T11:33:52.973+01:00</updated><title type='text'>Ao redor do Pico Redondo</title><content type='html'>Sábado, 6 de Agosto: para o dia de hoje preparámos um passeio não muito longo, mas cansativo, pois a perspectiva de algumas partes do percurso estarem cobertas de vegetação e silvado não permitiam outra suposição. &lt;br /&gt;Um pouco mais cedo do que o habitual, ou não fosse este o fim-de-semana do rally, lá nos encontrámos no local de sempre, para daí partirmos rumo à Encumeada. Éramos cinco e todos nós estamos confiantes de que íamos conseguir levar este ‘barco’ a bom porto. &lt;br /&gt;A ideia era descermos o Caminho da Pedreira, que há 15 dias tínhamos subido, vindos da Levada das Rabaças, e a partir daí encontrar uma forma de descer para a Fajã das Éguas e depois subir para o Pico Redondo. &lt;br /&gt;E assim foi. A manhã estava clara. O sol que tinha nascido há pouco, por detrás do Pico do Areeiro, presenteava-nos com uma dança com as nuvens. Um espectáculo digno de registo. O vento soprava com alguma intensidade, pelo que o frio lá se ia fazendo notar. Começámos a descer junto à antiga Pedreira. As vistas que hoje se podiam contemplar deixavam-nos perceber bem a paisagem que no outro dia nos tinha sido negada pelo nevoeiro. Demorámos pouco mais de 3 horas para fazer a descida, ainda assim muito do silvado que impedia a passagem foi ‘desbastado’.&lt;br /&gt;Já na Levada das Rabaças, atravessámos o túnel grande e à saída subimos em direcção ao Lombo do Mouro. Por aqui o nevoeiro já tinha chegado e os chuviscos ganhavam, por momentos, alguma intensidade. A meio do caminho tomámos a Vereda da Fajã das Éguas, por onde já há muito tempo ninguém passava e que estava bastante ‘fechada’. A bom ritmo lá fomos descendo até à Ribeira da Fajã das Éguas, para depois tomarmos a Levada com o mesmo nome e ficar praticamente no centro deste sítio bem recôndito da freguesia da Serra de Água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-885692f037786536" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v12.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D885692f037786536%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F793D64CCAACBABD52608B87CBA0A558D609D63.5B56A32C2B6840D1897F9DEE9BFB804EEE8D2682%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D885692f037786536%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D8iQVWYSyIj5_eDGiFuUA7-oO1Jc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v12.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D885692f037786536%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F793D64CCAACBABD52608B87CBA0A558D609D63.5B56A32C2B6840D1897F9DEE9BFB804EEE8D2682%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D885692f037786536%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D8iQVWYSyIj5_eDGiFuUA7-oO1Jc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, neste momento o Pico Redondo já estava mais alto do que nós, pelo que deveríamos subir para alcançar o seu cume. Este teria sido uma tarefa relativamente fácil, não fosse a grande quantidade de silvado e de vegetação que impede a nossa progressão por terrenos que outrora foram cultivados. &lt;br /&gt;Ainda assim, o nosso objectivo foi alcançado. No topo do Pico Redondo o vento soprava a uma velocidade estonteante. As nuvens estavam altas, deixando-nos apreciar as vistas sobre o vale da Serra de Água e também sobre a cordilheira central e algumas serras do concelho da Ponta do Sol. Lá em baixo, a antiga estrada regional estava apinhada de gente, todos com a intenção de vibrar com o rally. De cá de cima, ainda pudemos ver alguns dos concorrentes desta prova rainha do automobilismo regional. &lt;br /&gt;Mas o pior do percurso ainda estava por vir. Sair do Pico Redondo não foi tarefa fácil, tendo em conta a alternativa que escolhemos: subir pelo lombo afora, até à Levada das Rabaças, onde antigamente existia uma vereda. &lt;br /&gt;Giesta, silvado e feiteira foram uma constante, deixando marcas em cada um de nós. O esforço feito foi muito maior do que o normal, dando por vezes a sensação de que havíamos mergulhado num mar de giesta, que exigia um constante movimento de braços. Mas depois de muito esforço, lá conseguimos chegar à Levada das Rabaças, seguindo, então, em direcção à Boca da Encumeada. &lt;br /&gt;E lá concluímos mais um passeio exigente, de cerca de 9 horas, passando por caminhos que alguns de nós ainda não conheciam, mas que nos deu muito prazer conhecer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8957067411903279078?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8957067411903279078/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/ao-redor-do-pico-redondo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8957067411903279078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8957067411903279078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/08/ao-redor-do-pico-redondo.html' title='Ao redor do Pico Redondo'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-9021028843325618974</id><published>2011-07-31T13:12:00.002+01:00</published><updated>2011-09-11T13:15:56.939+01:00</updated><title type='text'>Ao longo da Levada do Norte</title><content type='html'>Domingo, 31 de Julho: Para hoje tínhamos agendado mais um passeio na companhia dos Amigos da Natureza. O programa apontava uma incursão pela Levada do Norte, descendo depois para o Chão da Ribeira, pelo Lombo Barbinhas.&lt;br /&gt;Ora, sendo Verão e com muito gente de férias e à procura de uma ocupação diferente para o fim-de-semana, muitos foram os Amigos que apareceram na Avenida do Mar para mais um dia passado na floresta. As muitas caras novas e os muitos Amigos habituais depressa fizeram encher o autocarro. Saímos, então, rumo à Ribeira Brava, onde fizemos uma pequena paragem para um café matinal. Depois disso, foi tempo de subirmos até à Boca da Encumeada, para aí começarmos o nosso passeio.&lt;br /&gt;Com um grupo bastante  grande, foi com naturalidade que aos poucos as pessoas se foram afastando, formando-se, consequentemente, pequenos grupos pelo caminho. De lanterna em punho, lá fomos avançando na levada, que felizmente se encontra em bom estado. O tempo estava favorável, pelo menos na parte inicial até ao Caminho das Ginjas-Estanquinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-a1fa6d2fdb76bba5" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3Da1fa6d2fdb76bba5%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7B2F2A05B9631E3DEDCFFB47DAD30D3C4643CE69.6E71FC2592498DD26380D1EEE7353A8EDD98B679%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da1fa6d2fdb76bba5%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSALVinPbosD3oNZfile1Sg9JMHw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3Da1fa6d2fdb76bba5%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7B2F2A05B9631E3DEDCFFB47DAD30D3C4643CE69.6E71FC2592498DD26380D1EEE7353A8EDD98B679%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da1fa6d2fdb76bba5%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSALVinPbosD3oNZfile1Sg9JMHw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais adiante, uma pequena parte do grupo resolveu fazer um pequeno desvio para a Levada Velha do Caramujo, retomando a Levada do Norte um pouco mais adiante. Entretanto, o grupo foi progredindo. Os que vinham pela primeira vez ficaram deliciados com a paisagem, com a muita água e com a envolvência que o nevoeiro foi proporcionando. A descida da Vereda do Lombo Barbinhas para a Levada do Seixal apresenta algumas dificuldades, ainda assim, depois disso, os degraus que foram construídos no ano passado oferecem muita segurança a quem se aventura por estes trilhos. &lt;br /&gt;Antes da descida ainda houve alguns Amigos que não quiseram perder a oportunidade de ir até à madre da Levada do Norte, na Ribeira da Hortelã. A paisagem, por aqui é muito rica. Os grandes isoplexis são reis, logo seguidos por muitas orquídeas da serra e por outras tantas plantas endémicas. &lt;br /&gt;A chegada ao Chão da Ribeira é sempre avassaladora, mais não seja pela imponência das montanhas que se erguem de ambos os lados. O sol brilhava discretamente e a temperatura estava bastante agradável. E assim terminou mais um dia bastante agradável com os Amigos da Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boca da Encumeada – Folhadal – Levada do Norte – Pingueiras – Ribeira da Hortelã – Lombo Barbinhas – Ribeira do Seixal – Chão da Ribeira&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-9021028843325618974?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/9021028843325618974/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/ao-longo-da-levada-do-norte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/9021028843325618974'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/9021028843325618974'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/ao-longo-da-levada-do-norte.html' title='Ao longo da Levada do Norte'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-385828806991439510</id><published>2011-07-24T13:16:00.001+01:00</published><updated>2011-09-11T13:20:51.469+01:00</updated><title type='text'>Desbravando caminho...</title><content type='html'>Sábado, 23 de Julho: o dia amanheceu um tanto escuro. As nuvens cobriam grande parte do céu, ainda assim estávamos esperançados num dia sem chuva passado na serra. Tínhamos combinado ir à descoberta de um velho caminho que deverá ter sido aberto aquando da construção da Levada das Rabaças. E assim foi.&lt;br /&gt;À hora habitual, no local do costume, lá nos encontramos para seguirmos em direcção à Encumeada. Éramos seis e iríamos fazer um circuito fechado. Numa primeira parte percorremos a Levada do Norte, da Boca da Encumeada até ao Túnel do Variante, passando pela Lapa do Galho, donde se pode apreciar agradáveis vistas sobre o Vale da Serra d’Água, com a cordilheira central mesmo por detrás. &lt;br /&gt;Lá fomos pela Levada das Rabaças, em direcção do Lombo do Mouro, que neste momento se encontra ‘encerrada’ devido aos trabalhos para a construção de uma estrada que decorrem a uma cota superior. Não encontrámos grandes dificuldades, ainda assim é uma realidade a  queda de pedras.&lt;br /&gt;Seguimos sempre pela Levada das Rabaças até encontrarmos o túnel que ‘fura’ o Pico das Furnas e que apresenta uma alternativa pelo exterior. Foi por aí que seguimos. O trilho que noutros tempos se apresentava em muito bom estado, está agora muito ‘fechado’, com a vegetação a ocupar o caminho. Alcançar, de novo, a Levada das Rabaças não foi tarefa fácil, ainda assim lá conseguimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-d9384038f3ea96d" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0d9384038f3ea96d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D25BF130058D55B53798E18EE0D6538ADAD1AAC2C.71CC23B9EAFFF3864711AEC180EBA1810E292D67%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dd9384038f3ea96d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLzv9OclRPu04eqpHz1uUP0gZKRg&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0d9384038f3ea96d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D25BF130058D55B53798E18EE0D6538ADAD1AAC2C.71CC23B9EAFFF3864711AEC180EBA1810E292D67%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dd9384038f3ea96d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLzv9OclRPu04eqpHz1uUP0gZKRg&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, continuámos pelas bermas do canal, atravessámos o túnel mais comprido do percurso, sendo precisos cerca de 30 minutos para vencer a escuridão. Posto isto, mesmo sabendo que a madre da levada tinha sido destruída pelos temporais de Fevereiro do ano passado, e embora ainda não esteja recuperada, fomos até lá ver o estado em que a mesma se encontra. Conhecida como zona do Cascalho, ou também das Rabaças, este local encontra-se praticamente irreconhecível. &lt;br /&gt;Por aqui fizemos uma paragem para comer, antes de regressarmos até à boca do grande túnel, pois era nesta zona que íamos fugir da levada e tentar seguir o antigo caminho ‘florestal’ que serviu de via de comunicação aquando da construção desta levada. Antes de iniciarmos a subida pelo referido caminho encontrámos um casal de alemães que andavam meio “perdidos”, já que era sua intenção seguir pela Levada do Lombo do Mouro, que, por sinal, estava bastante distante. Optaram por seguir connosco, embora tivessem sido alertados pelos perigos que podiam correr.&lt;br /&gt;A subida do Caminho da Pedreira (nome dado por nós, uma vez que não conseguimos, por enquanto, reunir informação suficiente sobre o mesmo) foi um tanto tortuosa, com o silvado a deixar marcas. Além disso, houve algumas partes do caminho que simplesmente desapareceram e que nos obrigaram a algumas fugas no meio do desconhecido. O nevoeiro tapou-nos as vistas e decididamente, para podermos desfrutar desta bela paisagem, temos de fazer o percurso bem mais cedo. A ver vamos, se não será para breve.&lt;br /&gt;Antes de chegarmos à  EN204, já na Pedreira, cruzámos com a vereda que nos permite chegar à Fajã Redonda e a outros trilhos nas imediações da Bica da Cana. Depois do muito esforço que fizemos, optámos por seguir pela EN, em vez de descermos pelo Lombo do Mouro de novo para a Levada das Rabaças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encumeada – Levada do Norte – Levada das Rabaças – Rabaças – Caminho da Pedreira – Pedreira – Lombo do Mouro&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-385828806991439510?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/385828806991439510/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/desbravando-caminho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/385828806991439510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/385828806991439510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/desbravando-caminho.html' title='Desbravando caminho...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4420228991881988788</id><published>2011-07-18T13:09:00.002+01:00</published><updated>2011-10-13T11:35:26.713+01:00</updated><title type='text'>Descendo para o Porto da Cruz</title><content type='html'>Domingo, 17 de Julho: o calendário dos Amigos da Natureza ditava, para hoje, um passeio um tanto curto, começando no Poiso e terminando no Porto da Cruz. Talvez por ser um passeio fácil, foram muitos os que responderam à chamada matinal na Avenida do Mar, pelo que tivemos de providenciar dois autocarros para transportar toda esta ‘comitiva’. &lt;br /&gt;Depois de ultimadas todas as questões logísticas, o grupo partiu do Funchal para o Poiso. Uma viagem curta e que correu sem quaisquer sobressaltos. No Poiso o dia já tinha amanhecido. Estava fresco, mas perspectivava-se uma jornada bem quente.&lt;br /&gt;Sem mais demoras, enfileirados, seguimos para as Carreiras, com uma parte do grupo a tomar a estrada asfaltada e outra a seguir pelo caminho antigo para o Ribeiro Frio, cortando depois, na cabeceira do Chão das Feiteiras para as já referidas Carreiras. A partir daqui não tinha nada que enganar: o ponto a alcançar era o Pico do Suna, pelo que só tivemos de seguir a vereda que corre quase sempre no lombo até alcançarmos a antiga torre de vigia de incêndios, que, como todas as suas congéneres, se encontra inutilizada. &lt;br /&gt;No Pico do Suna fizemos uma paragem para comer. O grupo animado não dispensou umas boas anedotas, que provocaram o riso até mesmo aos menos atentos. Boa disposição não faltou. Depois de ‘aconchegado’ o estômago, era tempo de seguir ‘viagem’. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-eb68a4bf49a438" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D00eb68a4bf49a438%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D60789C1C25DA78DB13448D1579A5E3E88938FCB5.40ABBF00CE280841349D7ADCE6555BB157B40DE8%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deb68a4bf49a438%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DO1vU7G7EVyAzKSNP6Ab5r5rUT5I&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D00eb68a4bf49a438%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D60789C1C25DA78DB13448D1579A5E3E88938FCB5.40ABBF00CE280841349D7ADCE6555BB157B40DE8%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deb68a4bf49a438%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DO1vU7G7EVyAzKSNP6Ab5r5rUT5I&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia era descer pela Vereda da Terra Baptista que, descendo o lombo, passa sobre a Levada do Furado, e ora para a esquerda, ora para a direita, vai descendo até a este sítio do Porto da Cruz, atravessando mais abaixo a Levada do Castelejo.&lt;br /&gt;Pois bem, um pequeno grupo optou por não se limitar a este passeio, e aventurou-se por um outro trilho que permite chegar à Levada do Furado, para depois descer pelo Lombo dos Pessegueiros, alcançando, mais abaixo, a madre da Levada do Castelejo. Não podíamos ter feito uma escolha melhor. Foi uma verdadeira aventura. De o digam aqueles que passaram por aqui pela primeira vez. &lt;br /&gt;Depois, percorremos a Levada do Castelejo, passando pela Terra Baptista e indo até à Referta, local onde já estavam os restantes caminheiros do grupo. Mais um passeio 5 estrelas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poiso – Caminho Antigo Ribeiro Frio – Chão das Feiteiras – Carreiras – Vereda do Pico do Suna – Pico do Suna – Levada do Furado – Lombo dos Pessegueiros – Madre da Levada do Castelejo – Levada do Castelejo – Terra Baptista – Referta  &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4420228991881988788?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4420228991881988788/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/descendo-para-o-porto-da-cruz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4420228991881988788'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4420228991881988788'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/descendo-para-o-porto-da-cruz.html' title='Descendo para o Porto da Cruz'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5492286106940466820</id><published>2011-07-10T13:00:00.000+01:00</published><updated>2011-09-11T13:07:44.558+01:00</updated><title type='text'>Uma ida à Feira do Gado</title><content type='html'>Sábado, 9 de Julho: para hoje tínhamos preparado um passeio um tanto exigente, embora não muito longo, já que a intenção era acabar a tempo de poder desfrutar um pouco da Feira do Gado, que tem lugar por estes dias, na Santa do Porto Moniz.&lt;br /&gt;Ora, sendo que o ideal era rumarmos àquele lado, lá decidimos descer a vereda da Quebrada do Negro ou Quebrada Nova que permite alcançar o Calhau das Achadas da Cruz. Num grupo de 7, todos fomos unânimes em concordar com o trajecto proposto. &lt;br /&gt;À hora habitual, no local do costume, lá partimos do Funchal em direcção a São Vicente. Por aqui fez-se a paragem da praxe, da já muito conhecida Padaria do Calhau. Depois de tomado um café e saciada a fome, lá nos fizemos ao caminho, tendo como destino a Santa do Porto Moniz, mais precisamente as Portas da Vila, pois o objectivo era percorrer uma parte da Levada dos Moinhos, até às Achadas da Cruz, e daí descer pela Quebrada Nova ou do Negro para o Calhau das Achadas. E assim foi. O percurso pela levada fez-se sem grandes sobressaltos, sempre por entre um verde intenso da floresta Laurissilva. Passámos pelas ruínas de um dos muitos moinhos de água que noutros tempos eram muito frequentes por aqui e que deram o nome a este canal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b93bd3a5cdd3f277" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v16.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db93bd3a5cdd3f277%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7202C0E5C71B81A51BD4C06408381DAAA62DCE3C.2D8DE984C0B5CC90D0A3B9D7AC092CD22EC21D86%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db93bd3a5cdd3f277%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXGhcDv9mAjlk6j8tUxFm1sqYU2E&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v16.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db93bd3a5cdd3f277%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7202C0E5C71B81A51BD4C06408381DAAA62DCE3C.2D8DE984C0B5CC90D0A3B9D7AC092CD22EC21D86%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db93bd3a5cdd3f277%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXGhcDv9mAjlk6j8tUxFm1sqYU2E&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descida pela Quebrada Nova está, pelo menos na parte inicial, em bom estado, o que nos deixou surpreendidos. Foi criado uma espécie de miradouro, um pouco abaixo dos últimos casais e por essa razão o trilho apresenta-se, até aí, em bom estado. A partir do miradouro, surgiram muitos os vários problemas que tivemos de ultrapassar. A vereda desaparece por entre o silvado e as tabaibeiras. Aquilo que outrora foram paredes de poios dificultaram-nos o andamento e expuseram-nos a alguns perigos, mas depois de muito andar de um lado para outro lá conseguimos chegar ao início da vereda que atravessa a costa e nos leva até ao nível do mar.&lt;br /&gt;esta parte da descida foi bastante aliciante, já que a par do perigo constante, temos, também, vistas de cortar, literalmente, a respiração. É por aqui que se encontra o maior núcleo de Cilas da Madeira em estado natural, sendo preocupante a forma bastante rápida como a Cana Vieira parece ganhar terrenos à vegetação autóctone. Mas isto não acontece apenas por aqui, já que no Calhau ainda é mais notório o avanço desta espécie invasora. &lt;br /&gt;A chegada ao Calhau foi para alguns um momento de alívio. Logo depois de comermos algo, seguimos em frente e resolvemos subir no teleférico, para uma paragem para café. E assim foi. Posto isto, nova descida, de teleférico, para depois subirmos para o Miradouro dos Pombais pela Vereda da Ribeira do Tristão. &lt;br /&gt;Depois da subida, encaminhamo-nos para a Feira do Gado, onde passámos agradáveis momentos, saciamos a fome e encontrámos alguns amigos. E assim se completou mais um dia a caminhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portas da Vila – Levada dos Moinhos – Achadas da Cruz – Quebrada do Negro – Calhau das Achadas – Vereda da Ribeira do Tristão – Miradouro dos Pombais – Portas da Vila&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5492286106940466820?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5492286106940466820/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/uma-ida-feira-do-gado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5492286106940466820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5492286106940466820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/uma-ida-feira-do-gado.html' title='Uma ida à Feira do Gado'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8541505112683875085</id><published>2011-07-04T23:08:00.001+01:00</published><updated>2011-10-13T10:55:19.968+01:00</updated><title type='text'>Pelo Cabeço Torto</title><content type='html'>Domingo, 3 de Julho: hoje era dia de aventura, mesmo num passeio com os Amigos da Natureza. Íamos descer do Galhano até à Levada da Ribeira da Janela e depois seguir na direcção da sua madre, para aí tomar a subida pelo Cabeço Torto para a Levada dos Cedros. &lt;br /&gt;Era um percurso bem diferente dos percurso ‘normais’, mais não fosse porque a subida da Levada para o Cabeço Torto tem de ser feita por um cabo de aço que facilita a transposição do desnível. Ora, o que à primeira vista poderia parece um verdadeiro obstáculo, depressa se revelou num desafio, que todos, diga-se, conseguiram vencer, embora uns com maior facilidade do que outros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-9bd916573b37ab03" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D9bd916573b37ab03%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D688BC3EF829055774828D62B52E526EB6D4B1143.640F7ACE9F91CEE02D70DE5FFC653EC3D42898DE%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D9bd916573b37ab03%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DCb11rlS6D1_X6lu32UDVRAu9EY0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D9bd916573b37ab03%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D688BC3EF829055774828D62B52E526EB6D4B1143.640F7ACE9F91CEE02D70DE5FFC653EC3D42898DE%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D9bd916573b37ab03%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DCb11rlS6D1_X6lu32UDVRAu9EY0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descida do Galhano até à levada fez-se sem grandes dificuldades, pelo menos assim foi para a grande maioria do grupo, havendo um pequeno grupo que desceu pelo Lombo de São Pedro, o que se revelou uma aventura um pouco mais expressiva.&lt;br /&gt;Na subida do Cabeço Torto, depois de transposto o cabo, nada houve de extraordinário, não fosse a grande beleza da paisagem envolvente, a qual viria  ser coroada com a magnificência do trilho que acompanha a Levada dos Cedros.&lt;br /&gt;Sempre com boa disposição, o grupo já foi palmilhando a levada até ao ponto em que ela cruza com o caminho que liga a Ribeira da Janela ao Fanal, local onde devíamos terminar esta nossa aventura de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte do Bispo – Galhano – Lombo de São Pedro – Levada da Ribeira da Janela – Cabeço Torto – Levada dos Cedros – Curral Falso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8541505112683875085?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8541505112683875085/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/pelo-cabeco-torto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8541505112683875085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8541505112683875085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/pelo-cabeco-torto.html' title='Pelo Cabeço Torto'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5611524610578643859</id><published>2011-07-02T23:07:00.002+01:00</published><updated>2011-10-13T21:19:12.937+01:00</updated><title type='text'>Lá subimos ao Pico Canário</title><content type='html'>Sexta-feira, 1 de Julho: Hoje era dia de passeio “especial” para os Amigos da Natureza. No programa anual figurava o clássico percurso do Pico Canário. Se no ano passado este passeio teve de ser alterado por causa dos incêndios, este ano lá fomos cumprir a tradição, embora a paisagem fosse bastante desoladora, com os tons de cinza e castanho a marcarem os quadros que a Natureza pintava à nossa volta. &lt;br /&gt;Bem mais cedo do que o habitual, o grupo encontrou-se na Avenida do Mar, para daí seguir, no autocarro da carreira, às 6h30, para o Curral das Freiras, ponto de partida para esta aventura. O grupo foi pequeno, com apenas 10 companheiros a responderem à chamada do dia de hoje. Para alguns o passeio era uma novidade, mas para outros já era apenas um “reconhecimento” após a tragédia.&lt;br /&gt;A subida pelo Lombo Grande até à Vereda do Pico Ruivo – Encumeada fez-se lentamente, com o sol ainda escondido por detrás do Pico do Areeiro. À medida que fomos avançado, o astro-rei lá foi surgindo por detrás das montanhas que se agigantam nas costas desta recôndita terra de agricultores.  A vegetação queimada depressa nos deixa perceber que o fogo foi mesmo devastador. Muitas foram as mazelas que levarão muitos anos a recuperar. &lt;br /&gt;Ao chegar à Vereda do Pico Ruivo o cenário mantém-se. As urzes que noutros tempos nos davam sombra foram consumidas pelas chamas. Não restou nem uma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-45cb9d799ee7d762" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D45cb9d799ee7d762%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1A93A238A4ABDD6293147387B7695799392F7BCD.29439DC32AEF696FA0C87CCBE58C47C8BC94E9FA%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D45cb9d799ee7d762%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DzOEtka87RMTetQBdFbEVDPmWFI4&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D45cb9d799ee7d762%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1A93A238A4ABDD6293147387B7695799392F7BCD.29439DC32AEF696FA0C87CCBE58C47C8BC94E9FA%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D45cb9d799ee7d762%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DzOEtka87RMTetQBdFbEVDPmWFI4&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na subida para a Vereda do Pico Canário, pelo menos na parte inicial, a paisagem repete-se. Felizmente o fogo não foi muito além, por aqui, já que logo logo o verde das urzes se mostra reconfortante. E que bem que nos soube apreciar estas cores.&lt;br /&gt;A partir daqui a vereda que noutrora estava bem mais visível já vai dando mostras de estar a ser ofuscada pela vegetação, pelo menos nas partes onde a passagem sempre foi mais crítica e sempre foi necessário uma maior atenção. &lt;br /&gt;A subida da Passada do Porco é sempre vista como uma forma de acrescentar alguma adrenalina ao passeio. Seguiu-se o Pico Canário e depois a descida para São Jorge. Por aqui nada de estranho em relação aos anos anteriores, embora a giesta, também por aqui, esteja a ganhar terreno. Nota negativa para o silvado que tomou conta do espaço que outrora fora ocupado por um agradável bosque de criptomérias, isto já bem perto da estrada florestal que permite chegar ao Miradouro das Voltas ou ao Posto Florestal do Cascalho e daqui até ao centro da freguesia de São Jorge. E, de resto, foi por esta segunda opção que seguimos, passando pela Levada do Rei, que vem do Ribeiro Bonito regar muitos dos terrenos desta freguesia nortenha.&lt;br /&gt;A descida para São Jorge não demorou muito. A boa disposição foi uma constante, com o grupo a apreciar ainda mais o dia de sol que se fez notar. O regresso ao Funchal fez-se no autocarro da carreira, que saiu por volta das 16h30 do Arco de São Jorge. A viagem foi agradável, com direito a algumas paragens pelo meio e a música ambiente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5611524610578643859?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5611524610578643859/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/la-subimos-ao-pico-canario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5611524610578643859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5611524610578643859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/07/la-subimos-ao-pico-canario.html' title='Lá subimos ao Pico Canário'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8862754156733738700</id><published>2011-06-14T12:54:00.003+01:00</published><updated>2011-09-16T16:47:10.716+01:00</updated><title type='text'>Na Feira das Sopas</title><content type='html'>Domingo, 12 de Junho: hoje era dia de comer sopa, já que aqui tinha lugar mais uma edição da Feira das Sopas do Campo. Ora, desta feita, como já vem sendo habitual nos últimos anos, os Amigos da Natureza realizam uma caminhada com destino à Boaventura, para se juntar a este evento. &lt;br /&gt;O itinerário deste ano indicava a passagem pelas levadas Grande e da Achada Grande. E assim foi. Saímos do Funchal à mesma hora de sempre, tendo por destino a Ribeira Brava, onde fizemos uma breve paragem para um primeiro café do dia. Logo depois rumámos até Boaventura, onde, na Lombadinha, demos início à caminhada, tomando a Levada Grande, em direcção à sua origem.&lt;br /&gt;O dia estava claro e o tempo até estava favorável a passeios na natureza. O grupo mostrava-se coeso e bastante animado, perspectivando, já, a festa que iria ter lugar ao final do dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3d7b03c7dc29ad78" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v15.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3d7b03c7dc29ad78%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D599E91CBBA9CD8C8688F00BA2EB6D0CBC31796E1.3A465EE4755AC30D590454EAB876C47B902BA666%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3d7b03c7dc29ad78%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7Q62Hb-_zGIFpaIeozOyAcGi1zs&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v15.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3d7b03c7dc29ad78%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D599E91CBBA9CD8C8688F00BA2EB6D0CBC31796E1.3A465EE4755AC30D590454EAB876C47B902BA666%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3d7b03c7dc29ad78%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7Q62Hb-_zGIFpaIeozOyAcGi1zs&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguimos pela Levada sobranceira à Achada do Castanheiro até à sua origem, para aí subirmos um pouco no leito da Ribeira do Moinho e tomar a Levada da Achada Grande, que havia de nos permitir chegar à Falca de Cima e ao Lombo do Urzal. &lt;br /&gt;Com o grupo a andar a bom ritmo, acabámos por chegar ainda cedo ao Lombo do Urzal, pelo que havia que prolongar um pouco mais a caminhada. Ora, perante este desafio nada melhor do que seguir pela Levada das Faias, para então chegar ao centro da freguesia, onde decorria a festa. &lt;br /&gt;E assim foi. Para muitos esta primeira parte da Levada das Faias, junto à sua madre, era uma novidade, pelo que havia sempre muito para apreciar. No final, como já se esperava, foi uma grande animação...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lombadinhas – Levada Grande – Ribeira do Moinho – Levada da Achada Grande – Achada Grande – Falca de  Cima – Lombo do Urzal – Levada das Faias – Boaventura &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8862754156733738700?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8862754156733738700/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/06/na-feira-das-sopas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8862754156733738700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8862754156733738700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/06/na-feira-das-sopas.html' title='Na Feira das Sopas'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6047268333060997201</id><published>2011-06-07T22:00:00.000+01:00</published><updated>2011-09-01T23:39:10.804+01:00</updated><title type='text'>De novo em família</title><content type='html'>Domingo, 5 de Junho: hoje era dia de reunir, uma vez mais, a família e os amigos, com a intenção de levá-los até à serra e partilhar com eles agradáveis momentos de convívio. E assim foi. Saímos do Funchal um pouco mais tarde do que o habitual, ou não fosse hoje dia de eleições e cada um de nós tinha de cumprir, primeiramente, o seu dever cívico.&lt;br /&gt;A zona escolhida foi o Fanal, embora o tempo levasse-nos a alterar, à última hora, o local para o convívio; ainda assim, mesmo debaixo de alguns chuviscos e de algum nevoeiro, percorremos parte da Vereda do Fanal, entre a Palha Carga e o Posto Florestal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-5e647a0f6bb378be" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v5.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5e647a0f6bb378be%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1065267E0E2106E4D663B27E5F6F26057431B45F.700436D3A1094E12A739B9B1B872E6A5765CDF17%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5e647a0f6bb378be%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DJKSRK1upQ5fdZS3E3NkbEXU_C1g&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v5.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5e647a0f6bb378be%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1065267E0E2106E4D663B27E5F6F26057431B45F.700436D3A1094E12A739B9B1B872E6A5765CDF17%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5e647a0f6bb378be%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DJKSRK1upQ5fdZS3E3NkbEXU_C1g&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem nunca aqui tinha passado este revelou-se um local mágico, com as belezas a se esconderem, de quando em vez, por entre a neblina que teimava em surgir do nada. A boa disposição foi uma constante, não faltando, claro está, muita comida e algo para se beber. &lt;br /&gt;No final da caminhada, apesar de um tanto molhados, todos foram unânimes: valeu a pena. Seguiu-se, depois, a confraternização da praxe, desta feita, na zona do Rochão, no Estreito da Calheta. A festa, essa, durou tarde fora... acabando só quando chegámos ao Funchal. &lt;br /&gt;Porque a família e os amigos têm um lugar especial no nosso quotidiano, ficou já ‘falada’ uma nova iniciativa. Já podem ir preparando as merendas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estrada do Fanal – Palha Carga – Vereda do Fanal – Arrebentão – Fio – Fanal &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6047268333060997201?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6047268333060997201/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/06/de-novo-em-familia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6047268333060997201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6047268333060997201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/06/de-novo-em-familia.html' title='De novo em família'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2733348632307207393</id><published>2011-05-31T19:56:00.004+01:00</published><updated>2011-09-01T21:53:48.251+01:00</updated><title type='text'>Da Bica da Cana à Calheta</title><content type='html'>Domingo, 29 de Maio: depois de alguns dias de descanso, eis que me fazia de novo à serra. As unhas estavam maltratadas, os pés ainda davam sinal de maleitas. Havia que ter cautela e caminhar com calma. Assim foi... desta feita num passeio com os Amigos da Natureza.&lt;br /&gt;De acordo com o calendário, íamos percorrer a Levada da Beira do Paul, saindo da Bica da Cana, tendo como destino a Central Hidroeléctrica da Calheta, onde teríamos um agradável convívio à nossa espera.&lt;br /&gt;Saímos do Funchal à mesma hora de sempre rumo à Boca da Encumeada, não sem antes a habitual paragem na Ribeira Brava. Daqui seguimos para a Bica da Cana, local de partida para esta caminhada. O dia estava bastante nublado. As ervas estavam alagadas. Só os ranúnculos pareciam querer brilhar no meio deste cenário, fazendo com que os seus tons amarelados ganhassem laivos de rara beleza. &lt;br /&gt;Descemos pela Levada da Bica da Cana, donde um pequeno grupo derivou, mais abaixo, para a Fajã Redonda, com a intenção de apreciarmos os velhos currais das tosquias que por ali ainda resistem ao tempo e ao homem. Apesar do nevoeiro, por entre as abertas, lá pudemos apreciar as vistas soberbas sobre a cabeceira da Ribeira da Ponta do Sol, na zona das Rabaças, aos nossos pés. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-22e2ee18626da474" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D22e2ee18626da474%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3C24CF580C429347661DDD88E328A006B8A384B8.24B417A6C9EB0BD6F49D62ADC1924DF9EA50B5A5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D22e2ee18626da474%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dcu5BRW8fNue6xD1kYXzzKJDivX0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D22e2ee18626da474%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3C24CF580C429347661DDD88E328A006B8A384B8.24B417A6C9EB0BD6F49D62ADC1924DF9EA50B5A5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D22e2ee18626da474%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dcu5BRW8fNue6xD1kYXzzKJDivX0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retomámos uma velha levada, a Levada da Serra, que “enriquece” a Levada da Bica da Cana, ante desta ‘cair’ na Levada da Beira do Paúl. Sempre com boa disposição o grupo mostrou um bom andamento, pelo que rapidamente se alcançou a Câmara de Carga da Central Hidroeléctrica da Calheta, já nas bermas do Rabaçal. &lt;br /&gt;Uma paragens mais demorada se impôs, já que foi tempo de apanhar alguns orégãos e de desfrutar da merenda, antes da descida pelo Ziguezague até à Levada das 25 Fontes, já do lado de cá da Calheta. &lt;br /&gt;Daqui até à Central foi um pulo. Mais abaixo, numa zona de lazer o grupo já estava reunido para confraternizar e comer uns chicharros grelhados. Escusado será dizer que tudo isto foi bem regado com vinho da Região. Mais um dia bem passado na serra e os pés aguentaram-se bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;STRONG&gt;Bica da Cana – Levada da Bica da Cana – Fajã Redonda – Levada da Serra – Levada da Bica da Cana – Levada da Beira do Paul – Câmara de Carga Central da Calheta – Levada das 25 Fontes – Central da Calheta &lt;/STRONG&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2733348632307207393?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2733348632307207393/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/da-bica-da-cana-calheta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2733348632307207393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2733348632307207393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/da-bica-da-cana-calheta.html' title='Da Bica da Cana à Calheta'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-1573016682306751495</id><published>2011-05-16T10:16:00.000+01:00</published><updated>2011-06-11T10:32:50.740+01:00</updated><title type='text'>Aventura, bolhas e entorses</title><content type='html'>Sábado, 14 de Maio: para hoje estava marcada uma das maiores lições de vida que a minha curta história de caminheiro tinha para me dar. Por brincadeira, resolvi participar no Madeira Island Ultra Trail 2011 (MIUT 2011), uma actividade de montanha organizada pelo Clube de Montanha da Madeira e que este ano conheceu a sua 3ª edição. Digo por brincadeira porque foi mesmo assim que me meti nesta aventura, influenciado por dois outros amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EF6PlQ0LYiE/TfM2G-h1AEI/AAAAAAAAAHs/yDOG29oWePc/s1600/miut2011-5-32%2B%255B640x480%255D.jpg"&gt;&lt;img style="cursor:pointer; cursor:hand;width: 213px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-EF6PlQ0LYiE/TfM2G-h1AEI/AAAAAAAAAHs/yDOG29oWePc/s320/miut2011-5-32%2B%255B640x480%255D.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616892653753139266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ao início o “passeio” até foi engraçado, com as subidas e as descidas – particularmente a da Cavaca – a desafiarem os limites de qualquer participante; a meio já os músculos reclamavam e as bolhas queriam ganhar espaço dentro das sapatilhas; no fim as entorses deram cabo do “esqueleto”. Foi, sem dúvida, algo diferente e que serviu para, uma vez mais, testar os meus limites. Ah, e já me ia esquecendo: ganhei, também, duas unhas negras que estão prestes a cair. E tudo isto em 18h:31m:17s, num 11.º lugar da geral.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-1573016682306751495?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/1573016682306751495/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/aventura-bolhas-e-entorses.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1573016682306751495'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1573016682306751495'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/aventura-bolhas-e-entorses.html' title='Aventura, bolhas e entorses'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-EF6PlQ0LYiE/TfM2G-h1AEI/AAAAAAAAAHs/yDOG29oWePc/s72-c/miut2011-5-32%2B%255B640x480%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4677181800105803439</id><published>2011-05-11T10:05:00.000+01:00</published><updated>2011-06-11T10:15:57.889+01:00</updated><title type='text'>Desertas à vista...</title><content type='html'>Domingo, 8 de Maio: Para hoje estava prevista uma grande aventura. Há muito que alguns elementos dos Amigos da Natureza ‘reclamavam’ uma viagem às Desertas. Ora, depois de conciliados alguns esforços, eis que era chegado o grande dia. À hora marcada lá estávamos todos à entrada do Cais para o grande embarque. A ansiedade tomava conta de alguns, enquanto outros eram tomados pela boa disposição.&lt;br /&gt;Antes do embarque, foram explicados os comportamentos e abordadas algumas regras, afinal íamos passar o dia numa das Reservas Naturais da Região, um dos poucos redutos dos Lobos Marinhos. Sem grandes pressas, lá subimos todos s bordo de uma das embarcações da Rota dos Cetáceos. A tripulação, entre a azáfama do levantar da âncora e a preparação da viagem deu-nos as boas vindas e desejou-nos boa viagem.&lt;br /&gt;E foi, realmente, uma boa viagem, embora o céu nublado ao amanhecer nos fizesse esperar o pior. O mar estava calmo e o sol lá foi brilhando, de quando em vez, por entre as nuvens que ora se apresentavam mais densas, ora mais transparentes. Pelo caminho, ainda houve oportunidade de nos deliciarmos com os mergulhos alucinantes de alguns golfinhos, que teimosamente nos queriam deixar estonteados, tantas eram as acrobacias que faziam mesmo diante de nós.&lt;br /&gt;Com a Doca da Deserta Grande no horizonte, depois de dobrado o Ilhéu Chão, os sorrisos multiplicavam-se e a vontade de mergulhar naquele mar de cor azul quase turquesa dominava as conversas, sob um sol que se mostrava promissor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-dd714ed977194b8b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Ddd714ed977194b8b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D221F617E33DE453C1944D506F402D270E46EF933.6EBD771C1F38714BAEE58DFE292DE6E5B42242F5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddd714ed977194b8b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DYfdDqq0hNvYqAJltrJ6fZx0Tks0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Ddd714ed977194b8b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D221F617E33DE453C1944D506F402D270E46EF933.6EBD771C1F38714BAEE58DFE292DE6E5B42242F5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddd714ed977194b8b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DYfdDqq0hNvYqAJltrJ6fZx0Tks0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desembarque fez-se sem sobressaltos. A sensação de pisar o solo aparentemente inóspito foi bastante intensa, sempre com um sorriso a espelhar a satisfação por fazer parte desta ‘expedição’. Já ‘instalados’, foi altura de ouvir as palavras do vigilante Ricardo......, que além de traçar um breve historial desta reserva, falou da condutas a ter em conta enquanto ali estivéssemos. Ouvidos os conselhos, o grupo dividiu-se, já que apenas 15 elementos iriam subir até à Vigia de Leste, na companhia do Vigilante Ricardo????. Os restantes ficaram pela zona de lazer que existe junto à Casa do Parque Natural da Madeira, e tiveram a oportunidade de desfrutar dos raios de sol que foram generosos e da água do mar que mantinha uma temperatura bastante agradável. Nada como um mergulho retemperador para nos fazer encarar os dia-a-dia com outros olhos. &lt;br /&gt;O passeio a pé é um tanto exigente, com o trajecto a ser um tanto íngreme e o piso muito irregular, com o solo arenoso a exigir bastantes cautelas. Ainda assim, todo o esforço é justificado pelas belezas que se contemplam, com algumas vistas a serem, literalmente, de cortar a respiração. &lt;br /&gt;As horas rapidamente passaram e a descida impôs-se com naturalidade. Cá em baixo, junto à Doca, os restantes elementos do grupo haviam preparado um ‘banquete’ que fez as delícias de todos os presentes e serviu de pretexto para mais alguns bons momentos de convívio salutar. &lt;br /&gt;No regresso à Madeira, o mar já se mostrava um tanto mais agitado, com o vento que se fazia sentir a fazer levantar algumas ondas. Na chegada à cidade, todos davam mostras de algum cansaço. Mas a satisfação de um dia muito bem passado era reconfortante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4677181800105803439?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4677181800105803439/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/desertas-vista.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4677181800105803439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4677181800105803439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/desertas-vista.html' title='Desertas à vista...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6325230371236988868</id><published>2011-05-03T14:58:00.003+01:00</published><updated>2011-05-29T00:49:49.054+01:00</updated><title type='text'>Espigão da Ribeira Brava, na crista do lombo</title><content type='html'>Domingo, 1 de Maio: o calendário assinalava o Dia do Trabalhador e nós como bons caminheiros que somos não podíamos deixar de aproveitar a jornada para mais uns belos momentos passados na serra. &lt;br /&gt;As previsões davam a chuva como garantida, mas ainda assim muitos foram os que não quiseram faltar a mais um passeio do grupo. As deslocações, hoje, seriam feitas no autocarro da carreira, ficando, por isso, ao critério de cada a melhor escolha.&lt;br /&gt;O início da caminhada teve lugar no Jardim da Serra, donde subimos para o sítio com o mesmo nome. Por becos e veredas, depressa chegámos ao sítio da Corrida, onde tomámos a Levada do Poço da Corrida, que nasce na Ribeira do Jardim da Serra e segue em direcção ao sítio do Pomar Novo.&lt;br /&gt;A chuva caía com alguma intensidade. Os impermeáveis de pouco nos valiam. Mas o caminho era sempre em frente. Com um andamento acelerado, onde não faltava a boa disposição, lá subimos em direcção aos Terreiros e ao Montado dos Aviceiros. Por entre eucaliptos e castanheiros, onde o rasto dos incêndios e dos temporais se fazia notar, não demorámos muito a lá chegar. E se julgávamos que íamos conseguir parar por aqui para retemperar forças, a verdade é que o estado de destruição em que se encontram as outrora belas ‘Casas do Dr. Alberto’ não deixa muita margem de escolha. &lt;br /&gt;Lá tivemos de seguir caminho, até ao Posto Florestal da Trompica, passado pelo Ribeiro do Aviceiro, para que aí pudéssemos então descansar um pouco, abrigados da chuva. Posto isto, metemo-nos ao caminho novamente, agora já sem chuva, mas ainda assim com algum vento que ‘cortava’. Seguindo pelo caminho de terra batida, tomámos a direcção do Pico da Cruz, donde, em dias de bom tempo, conseguimos avistar a parte norte do vale da Ribeira Brava, na zona da Serra de Água. Hoje o dia era de nevoeiro e, por agora, de alguns chuviscos que alternavam com algumas abertas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-73cee395e48bc3bc" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v21.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D73cee395e48bc3bc%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DBF22A139E127841749AF81135EEE491C515E7E6.1E99F424D0DE50257C6F9F4D153D70DE85739D7A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D73cee395e48bc3bc%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DQwnhTh-CGgBasV4Z8NaRKG30IeQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v21.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D73cee395e48bc3bc%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DBF22A139E127841749AF81135EEE491C515E7E6.1E99F424D0DE50257C6F9F4D153D70DE85739D7A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D73cee395e48bc3bc%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DQwnhTh-CGgBasV4Z8NaRKG30IeQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando, não foi preciso muito mais tempo para que alcançássemos a descida para o Espigão. Por aqui, com as Fontes de um lado e a Serra de Água do outro, as nuvens foram dando algumas tréguas e deixaram-nos apreciar as belezas de ambos os vales, já que nós fomos descendo sempre na crista do lombo, quase até à povoação que se empoleira no alto da encosta, com o casario misturado com as terras onde uma policultura de subsistência vai se mantendo activa pelas mãos dos mais velhos. &lt;br /&gt;Uma paragem se impôs por aqui, mais não fosse para apreciar as belas vistas e para recuperar o fôlego para mais uma descida vertiginosa pela escadaria do Espigão. Ao contrário da grande maioria do grupo, optámos por descer por um outro trilho até à Levada do Norte, para então, depois, tomarmos a vereda que inicialmente estava previsto percorrermos e que nos permite chegar até à Ribeira Brava. &lt;br /&gt;Foi um passeio molhado, mas ainda assim com muitos aspectos positivos, fazendo com que valesse a pena o sacrifício a que nos propusemos logo pela manhã.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jardim da Serra – Corrida – Ribeira do Jardim da Serra – Levada do Poço da Corrida – Pomar Novo – Partilha – Terreiros – Montado dos Aviceiros – Ribeiro do Aviceiro – Trompica – Pico da Cruz – Vereda do Espigão – Espigão – Levada do Norte – Ribeira Brava&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6325230371236988868?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6325230371236988868/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/espigao-da-ribeira-brava-na-crista-do.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6325230371236988868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6325230371236988868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/05/espigao-da-ribeira-brava-na-crista-do.html' title='Espigão da Ribeira Brava, na crista do lombo'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-3515819803268704443</id><published>2011-04-25T14:57:00.004+01:00</published><updated>2011-05-29T00:49:38.589+01:00</updated><title type='text'>O sacrifício pascal</title><content type='html'>Sexta-feira Santa, 22 de Abril: como já vem sendo habitual, o dia de hoje é dia de penitência, como manda a tradição religiosa. Por essa razão, os Amigos da Natureza escolhem, por norma, para este dia, um passeio mais exigente. Este ano a opção recaiu na subida da Fajã da Areia, ao que juntámos a travessia do Topo, entre a Lombada das Vacas e a Boca da Achadinha. &lt;br /&gt;O grupo apresentou-se bem mais pequeno do que o habitual. Apenas 1111 responderam à chamada matutina no Rosário, local escolhido para melhor gerirmos o transporte no final do passeio. Daqui seguimos, então, para a Fajã da Areia, ponto de partida para este longa e demorada aventura. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-17716da9cc94d649" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v5.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D17716da9cc94d649%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5C493585E670F40E710BF86DEECE342F7599DBE.156446D52C4508F5E6CBCBE215D315C7609DE358%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D17716da9cc94d649%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D9IpEoP5w20t9hefMv4pSqCZCLlM&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v5.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D17716da9cc94d649%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5C493585E670F40E710BF86DEECE342F7599DBE.156446D52C4508F5E6CBCBE215D315C7609DE358%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D17716da9cc94d649%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D9IpEoP5w20t9hefMv4pSqCZCLlM&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida até à Vereda da Maruja revelou-se exigente, ainda assim o grupo não se resignou. Sempre com boa disposição, lá fomos subindo, primeiro por entre terrenos agrícolas abandonados, depois por entre uma exuberante floresta Laurissilva. Não fosse a chuva que começou a cair e não mais parou, teríamos aproveitado bastante mais as belas paisagens que contemplávamos. &lt;br /&gt;Já na Vereda da Maruja, encaminhamo-nos para o Chão do Milho, com a intenção de galgarmos todos os lombos que sobem das Lombadas da Ponta Delgada. Na descida da Segunda Lombada tivemos duas desistências, fruto de um problema antigo mal resolvido. O resto do grupo continuou, agora com algumas abertas que nos permitiam apreciar as belezas do vale de São Vicente e das encostas que descem dos lados dos Estanquinhos. &lt;br /&gt;Não demorou muito até que chegássemos à Urze Escanchada. Ora, a partir daqui ainda tínhamos muito que andar. O percurso era longo, a vegetação abundante, com a giesta e o silvado a teimarem em tapar o caminho. O segredo era não desanimar e seguir com o tal espírito e a boa disposição que são sempre necessários. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-54193918ec8514ab" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D54193918ec8514ab%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5FAC0951D7F30D1C8D1E2DA3C1FADCB859280EE1.54C59184520D0C440CF80EA882ECD8A5C746DD40%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D54193918ec8514ab%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DhXLF0biLIIY7pbpmMFWhlNYr6rY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D54193918ec8514ab%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5FAC0951D7F30D1C8D1E2DA3C1FADCB859280EE1.54C59184520D0C440CF80EA882ECD8A5C746DD40%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D54193918ec8514ab%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DhXLF0biLIIY7pbpmMFWhlNYr6rY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passamos pela Poça do Aceiro, fomos até ao Marco Geodésico do Topo, seguimos em frente. Sempre unidos, lá fomos caminhando em direcção à Boca da Achadinha. Do lado da Boaventura, o nevoeiro não nos dava tréguas, impedindo-nos de desfrutar das belas paisagens que dali podemos apreciar. &lt;br /&gt;Estávamos expectantes quanto ao estado do trilho na zona mais próxima da Boca da Achadinha, já que no ano passado o silvado era muito e a passagem fez-se a muito custo. Para nossa surpresa, o cenário agora é bem diferente. O silvado está bastante rasteiro e a passagem faz-se sem qualquer dificuldade. &lt;br /&gt;Daqui descemos para a Ribeira Grande, sempre por entre grandes tis e loureiros que não chegaram a ser molestados pelos incêndios. A descida para a Ribeira, na tentativa de atravessá-la para a outra margem não foi fácil, já que os temporais destruíram as veredas que antes por aqui existiam. Com muito esforço e um pouco de trapézio, lá conseguimos alcançar o nosso objectivo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-dd15358137f1277" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0dd15358137f1277%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D76344918301C30CAE035F5C407CB6FDECF8D9FE3.9799741F13C3AF722A82A49939A311F38EE2552%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddd15358137f1277%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DByFvebcz8zPBzr7u5wU7pyLX59k&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0dd15358137f1277%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D76344918301C30CAE035F5C407CB6FDECF8D9FE3.9799741F13C3AF722A82A49939A311F38EE2552%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Ddd15358137f1277%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DByFvebcz8zPBzr7u5wU7pyLX59k&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tanto andarmos, era altura de fazermos uma breve paragem para retemperarmos forças, antes de regressarmos à povoação, não sem antes passarmos pela  aldeia fantasma da Fajã Fernandes. &lt;br /&gt;Já perto do final, vieram ao nosso encontro os nossos dois companheiros que, entretanto, já tinham preparado um belo repasto que nos deixou,  a todos, bem satisfeitos. E lá se passou mais um dia de sacrifício, sempre com boa disposição e muita aventura pelo meio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fajã da Areia – Lombada das Vacas – Vereda da Maruja – Chão do Milho – Vereda da Palha – Fonte da Crica – Fonte da Roça – Urze Escanchada – Topo – Vereda do Topo – Boca da Achadinha – Chão dos Louros – Fajã Fernandes – Ribeira Grande&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-3515819803268704443?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/3515819803268704443/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/o-sacrificio-pascal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3515819803268704443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3515819803268704443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/o-sacrificio-pascal.html' title='O sacrifício pascal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5387192151392788063</id><published>2011-04-19T14:42:00.003+01:00</published><updated>2011-05-29T00:49:26.833+01:00</updated><title type='text'>Um passeio bem molhado</title><content type='html'>Sábado, 17 de Abril: o dia despontou bastante negro, com chuviscos a marcarem as primeiras horas da manhã. Mas nada que fizesse os verdadeiros caminheiros ficarem em casa com receio de molhar as botas. À saída da Avenida do Mar o autocarro ia cheio. Todos tinham uma certeza: a vontade de caminhar era mais forte. &lt;br /&gt;Uma vez que o passeio de hoje teria início no Pico do Areeiro, não fizemos a habitual paragem para um primeiro café do dia. Na subida até ao Poiso os chuviscos ganharam outra intensidade, deixando um pouco reticentes até os caminheiros mais experientes. Já nas barbas do Areeiro, o vento fez com que o percurso parecesse ainda mais assustador. &lt;br /&gt;Perante tal cenário, as desistências não se fizeram esperar, situação que se avolumou com a existência de um passeio alternativo, em Santana. Ora, as promessas de um tempo melhor foram bem mais aliciantes, pelo que o grupo que se aventurou até ao Pico Ruivo contava com pouco mais de duas dezenas de caminheiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-845223e0dd884183" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v15.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D845223e0dd884183%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2E317B1E5338D1D2CB9B43E707F16B9950745F94.94D1EEDC9DA8398B1D8618321F59C1EF764C0C5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D845223e0dd884183%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5Po4zFKd102xRaN8N6zWOoGiGo8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v15.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D845223e0dd884183%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2E317B1E5338D1D2CB9B43E707F16B9950745F94.94D1EEDC9DA8398B1D8618321F59C1EF764C0C5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D845223e0dd884183%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5Po4zFKd102xRaN8N6zWOoGiGo8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao início a chuva era bastante intensa e o vento, na parcela de vereda que se situa antes de São Gonçalo, mostrou capaz de derrubar os mais incautos. Seguindo em frente, à medida que íamos descendo para o túnel do Pico do Gato o tempo parecia melhorar. A chuva diminuiu de intensidade. O vento deixou de soprar. O sol deu o ar da sua graça, fazendo com que a paisagem parecesse ainda mais bonita.&lt;br /&gt;Se ao início estávamos todos expectantes quanto ao estado em que iríamos encontrar este trilho, não só pelas cicatrizes deixadas pelo temporal de 20 de Fevereiro, mas também pelos incêndios de Agosto; no local apercebemo-nos de que os perigos não eram assim tantos, embora a beleza do percurso tenha sido praticamente aniquilada.&lt;br /&gt;A bom ritmo, não demorámos muito a chegar ao Pico Ruivo. A Casa de Abrigo estava fechada e não havia sinal de ninguém. Fizemos uma paragem mais demorada, não só para retemperar forças, mas também para podermos confraternizar um pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-5a01e1827715a1a0" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5a01e1827715a1a0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D316CEB04E7DDD0E3130248AFF1B254991C81E196.18D5E46F5A4EADB183EB25BE525728596BEA80F6%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5a01e1827715a1a0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D25cQg9y_i36km-tiBqNbHJ6kG-U&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5a01e1827715a1a0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D316CEB04E7DDD0E3130248AFF1B254991C81E196.18D5E46F5A4EADB183EB25BE525728596BEA80F6%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5a01e1827715a1a0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D25cQg9y_i36km-tiBqNbHJ6kG-U&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daqui o percurso era praticamente sempre a descer, já que o nosso destino, hoje, era a freguesia da Ilha. Ora com degraus, ora em trilho plano, lá fomos galgando terreno até chegarmos ao Vale da Lapa, onde nova paragem de impôs.&lt;br /&gt;O convívio é sempre salutar, ainda mais quando o sol se faz sentir depois de uma manhã chuvosa. Daqui em diante, o grupo foi se dividindo consoante os diferentes ritmos. Acabámos por seguir pelo caminho de terra batida que nos permite chegar à Ermida. Andámos por caminhos desconhecidos, com a intenção de prolongar um pouco mais o percurso. Posto isto, lá fomos até ao centro da freguesia, onde se celebrava o Domingo de Ramos. O grupo estava  bem animado e o convívio foi salutar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pico do Areeiro – Ninho da Manta – São Gonçalo – Pico do Gato – Pico das Torres – Pico Ruivo – Vereda da Ilha – Vale da Lapa – Ilha&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5387192151392788063?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5387192151392788063/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/um-passeio-bem-molhado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5387192151392788063'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5387192151392788063'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/um-passeio-bem-molhado.html' title='Um passeio bem molhado'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2045565314717362748</id><published>2011-04-13T12:19:00.003+01:00</published><updated>2011-04-28T12:21:33.534+01:00</updated><title type='text'>Um momento sublime...</title><content type='html'>Terça-feira, 12 de Abril: apesar de hoje ser um dia de trabalho, foi também dia de uma loucura. Ou melhor, foi dia de uma aventura invulgar. Depois de muito combinarmos, eis que surgia a oportunidade de uma ida até ao Pico Grande, ao final do dia, para contemplar um dos mais belos espectáculos da Natureza: o pôr-do-sol.&lt;br /&gt;A expectativa era grande. A vontade ainda mais. Juntaram-se três aventureiros e lá fomos da Bica da Corrida até ao Pico Grande, que com o seus 1654 metros de altitude possibilita vistas deslumbrantes sobre o Curral das Freitas, a Serra d’Água e, mais ao longe, o Funchal. No horizonte temos o Paul da Serra que completa este quadro idílico. A registar uma “baixa” que deixou marca, já que este era um momento que também lhe era devido. Outras oportunidade havemos de ter, certamente.&lt;br /&gt;Com horários apertados, não havia muita margem para deslizes. Não podíamos demorar muito e as tarefas de preparação foram repartidas. O caminho, esse, teria de ser percorrido de igual forma por todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-eeba51721d817741" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v5.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Deeba51721d817741%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5FF41DE9032277E5B916A50B69AE4EE139035293.4C7B9418318FFD54120C430D90C18525BC500AEB%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deeba51721d817741%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DW6q5yXKpytvsFFSOR4fMzLfqLE4&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v5.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Deeba51721d817741%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5FF41DE9032277E5B916A50B69AE4EE139035293.4C7B9418318FFD54120C430D90C18525BC500AEB%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deeba51721d817741%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DW6q5yXKpytvsFFSOR4fMzLfqLE4&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A zona da Boca da Corrida vai recuperando aos poucos dos fatídicos incêndios de Agosto último, ainda assim, mesmo depois de plantados muitos loureiros e outras árvores, ainda são bem visíveis as mazelas deixadas pelas labaredas. Os ranúnculos começam a renascer e ostentam, já, as suas vistosas flores amarelas. &lt;br /&gt;De um lado e de outro o cenário é quase sempre o mesmo: os tons castanhos e ocres mesclam a paisagem. Mas a vontade de chegar ao topo do Pico Grande para o sublime espectáculo faz-nos caminhar a toda a velocidade. Demorámos 1 horas para lá chegar. Mas o cansaço foi compensado por uma sensação de liberdade que nos deixou estonteados. E a partir daqui foi apenas contemplar o espectáculo. As palavras serão sempre poucas para descrever o que vimos. E serão ainda menos para descrever o que sentimos. Foi simplesmente genial. Uma homenagem à vida, sem dúvida!&lt;br /&gt;E depois de o sol posto, caída a noite, um novo desafio: regressar até à Boca da Corrida sem lanternas. A reticência inicial dos meus companheiros depressa foi ultrapassada e o desafio foi cumprido. Valeu bem a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boca da Corrida – Caminho Real da Encumeada – Relvinhas – Pico Grande – Regresso &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2045565314717362748?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2045565314717362748/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/um-momento-sublime.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2045565314717362748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2045565314717362748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/um-momento-sublime.html' title='Um momento sublime...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-7293631156788663330</id><published>2011-04-12T23:53:00.001+01:00</published><updated>2011-04-28T11:40:27.574+01:00</updated><title type='text'>De novo pelo Espigão</title><content type='html'>Domingo, 10 de Abril: depois de termos descido o Espigão de São Vicente no dia de Carnaval, ficou a promessa de o descermos com alguns amigos que nesse dia não tiveram oportunidade de nos acompanhar.&lt;br /&gt;Escolhido o dia de hoje para mais essa grande descida, não restam dúvidas de que a nossa resistência ia ser posta à prova, depois de ontem termos andado mais de 13 horas. A verdade é que um passeio que inicialmente era para ser apenas de dois ou três elementos, à última de hora tornou-se numa caminhada com mais de um dezena de companheiros. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f191f7c3ad9d6ca9" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v8.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df191f7c3ad9d6ca9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D128D885C642BD96A6BC6AA83759DE8ED6602CE69.7BC4485C96E050FBB20C3C580D575E9C9DBA770D%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df191f7c3ad9d6ca9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D2euy6qaMOzEv5zFWDr1O-I7zhU0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v8.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df191f7c3ad9d6ca9%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D128D885C642BD96A6BC6AA83759DE8ED6602CE69.7BC4485C96E050FBB20C3C580D575E9C9DBA770D%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df191f7c3ad9d6ca9%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D2euy6qaMOzEv5zFWDr1O-I7zhU0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontramo-nos no local do costume pouco depois das 7 horas. O destino era a Boca da Encumeada, para daí seguirmos, pela Levada do Norte, até à zona do Folhadal e depois tomar a Levada Velha do Caramujo. Ora, assim foi. O tempo até nem estava mau. O sol brilhava, embora as nuvens já estivessem a postos para nos taparem a vista.&lt;br /&gt;Depois do Folhadal, na Casa de Levadeiros, à beira do Caminho das Ginjas, fizemos a primeira paragem, como mandam as regras, antes de seguirmos em direcção à descida para o Espigão, na Levada Velha do Caramujo. Sempre a bom ritmo, lá nos encaminhámos para o tão esperado trilho. A paragem antes de iniciar a descida é da praxe, pelo que teve de ser respeitada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3a9caafe3cca7cb0" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v18.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3a9caafe3cca7cb0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3BD818077E35E191CA19DBF703396F3F177B8C8B.301CA3C3CB22B0A4B18714522879C4692DD81229%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3a9caafe3cca7cb0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DyEv4RlEHMcJK3DjeOn2aXbz1j9E&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v18.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3a9caafe3cca7cb0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3BD818077E35E191CA19DBF703396F3F177B8C8B.301CA3C3CB22B0A4B18714522879C4692DD81229%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3a9caafe3cca7cb0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DyEv4RlEHMcJK3DjeOn2aXbz1j9E&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem não conhece, por vezes parece não haver descida, mas a verdade é que ela está lá. Por entre urzes e giestas, o carreiro percorre na cumeeira do lombo, ora descendo, ora subindo, com a Ribeira do Inferno de um lado e o vale de São Vicente do outro. As nuvens taparam-nos a paisagem, que só por entre algumas abertas se foi mostrando. Mas nem assim os nossos companheiros davam por perdido o passeio. A afinal, ainda muito havia para percorrer e para ver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b7e58acfd7bb2f2e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db7e58acfd7bb2f2e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4B01DB03B629B3A2996A61DD5471ACC5CAB1535C.49CE86DAA89D29E2DE4DA8F06093FAE0607A9A76%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db7e58acfd7bb2f2e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXcLuQXF8QBEniq852t1G7TirCpU&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db7e58acfd7bb2f2e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4B01DB03B629B3A2996A61DD5471ACC5CAB1535C.49CE86DAA89D29E2DE4DA8F06093FAE0607A9A76%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db7e58acfd7bb2f2e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DXcLuQXF8QBEniq852t1G7TirCpU&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de descermos sempre no trilho principal, escutados os interesses dos que nos acompanhavam, resolvemos seguir pelo trilho alternativo que nos levou para o marco geodésico do Espigão. Por aqui o trilho segue, também, na fieira do lombo, não sendo muito indicado para quem sofre de vertigens. Ainda assim, nada que não se passe... Prova disso foi um dos nossos companheiros que chegou ao final contente por ter ultrapassado todos estes obstáculos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c0b9e295ae3354e7" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc0b9e295ae3354e7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D211A6DD07790A3BD30EE335A8AF9E8CFC6804123.32B064D0361DA4A79EDFDE84F3BD95C432A47084%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc0b9e295ae3354e7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DT1V2Veyobb0FzQHDyee3twW9-7E&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc0b9e295ae3354e7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D211A6DD07790A3BD30EE335A8AF9E8CFC6804123.32B064D0361DA4A79EDFDE84F3BD95C432A47084%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc0b9e295ae3354e7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DT1V2Veyobb0FzQHDyee3twW9-7E&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na parte final, houve, também, uma alteração em relação ao passeio de terça-feira de Carnaval, já que descemos para o lado da Água de Alto e não pela Ribeira do Inferno. A descida de hoje mostrou-se uma verdadeira aventura, com trambolhões para todos os gostos. Mas tudo isto foi compensado pelas vistas soberbas com que fomos brindados ao longo de todo o trajecto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encumeada – Levada do Norte – Folhadal – Caminho Florestal das Ginjas – Levada do Plaino Velho ou Velha do Caramujo – Vereda do Espigão – Espigão de São Vicente – Marco Geodésico – Vereda do Espigão – Água d’Alto&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-7293631156788663330?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/7293631156788663330/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/de-novo-pelo-espigao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7293631156788663330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7293631156788663330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/de-novo-pelo-espigao.html' title='De novo pelo Espigão'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-1584184824817458065</id><published>2011-04-12T23:52:00.002+01:00</published><updated>2011-04-28T08:55:48.647+01:00</updated><title type='text'>Da Ribeira da Janela ao Rabaçal</title><content type='html'>Sábado, 9 de Abril: Seis horas da manhã. O dia, hoje, prometia ser longo, por isso saímos bem cedo do Funchal em direcção à costa Norte. Íamos começar o passeio na Ribeira da Janela e seguir em direcção ao Rabaçal, passando pelo Fanal e pelos Estanquinhos.&lt;br /&gt;Numa “comitiva” de apenas dois elementos, lá nos fizemos ao caminho ainda antes do sol nascer. Vimo-lo aparecer, já estávamos no alto da Ribeira da Janela, no miradouro das Contreiras. &lt;br /&gt;Seguimos pela Vereda da Tranquada, já que era nossa intenção subir pela Vereda do Castanheiro até ao Fanal. E assim foi. Surpreendente esta subida. E ainda mais surpreendente foi o espectáculo que contemplámos numa das lagoas que encontrámos antes do Posto Florestal. O dia estava claro, como, de resto, havia de se manter até ao despontar da noite. &lt;br /&gt;Do Fanal descemos para o Chão da Ribeira, pela Vereda da Cavaca, seguindo depois para a Vereda da Terra Chã, que nos havia de levar até à Quebrada dos Bois e à Beira do Queimado, já nas imediações do Pico Ruivo do Paúl e da zona dos Estanquinhos. &lt;br /&gt;Depois de uma breve paragem na zona de lazer das Fontes Ruivas, passámos pelo Posto Florestal dos Estanquinhos e descemos, pelo Caminho Florestal que liga este local ao sítio das Ginjas, em São Vicente, para a Casa do Caramujo. As muitas pedras que cobrem aquele que já foi um caminho de terra batida tornaram a descida numa quase via sacra. Mas não desistimos. &lt;br /&gt;Da Casa do Caramujo fomos para a Lagoa com o mesmo nome e daqui para a Levada Velha do Caramujo, que nos levou pela Rocha do Passinho e Amazónia, para podermos alcançar a Levada do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c98bbf5e44d085a3" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v17.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc98bbf5e44d085a3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D26E6F9BF4C2223148B6F7EE397462626A71E52B7.4A7C7D6A110C8B496FACB5AAFDA0DC76B35C39F9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc98bbf5e44d085a3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D3QCzMiyuVEwT-6QU5ij4FFwTN1g&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v17.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc98bbf5e44d085a3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D26E6F9BF4C2223148B6F7EE397462626A71E52B7.4A7C7D6A110C8B496FACB5AAFDA0DC76B35C39F9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc98bbf5e44d085a3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D3QCzMiyuVEwT-6QU5ij4FFwTN1g&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de atravessarmos o túnel do Variante, tomámos da Levada das Rabaças, até à subida para o Lombo do Mouro, trilho que, de resto, percorremos. A caminho está em melhor estado, se comparado com a última vez em que por aqui passámos. &lt;br /&gt;Ao chegar ao Lombo do Mouro fizemos uma curta paragem, antes de seguirmos pela Levada do Monte Medonho, em direcção ao Pináculo. A Bica da Cana era a próxima meta, onde se avizinhava uma paragem para comer qualquer coisa. O sol ainda estava alto, embora já fossem seis horas da tarde. Nenhum carro passava na estrada asfaltada, o silêncio era cortado apenas por uma brisa que ia passando.&lt;br /&gt;E lá fomos nós pelo caminho em terra batida que parte da Bica da Cana em direcção aos bordos do Paul da Serra, já nos lados da Ponta do Sol. Diz a placa que este era o caminho que permitia chegar à Central Hidroeléctrica da Calheta, Eng.º José Frederico Ulrich, no Arco da Calheta. Nós ficámos um pouco acima das Bem Aventuranças, perto do Posto Florestal da Cova Grande. Um pouco depois íamos tomar a Levada da Beira do Paul, para nela seguirmos até à Câmara de Carga, no alto do Rabaçal.&lt;br /&gt;Pelo caminho o espectáculo era soberbo, embora o chão estivesse literalmente minado pela presença das vacas. O sol, à nossa frente, preparava-se para dar lugar à lua e à noite. A luz que reflectia na água deixava-nos extasiados. Estes últimos quilómetros foram como uma “cereja” no topo de um bolo. &lt;br /&gt;Melhor do que isso só mesmo o pôr-do-sol que pudemos contemplar junto à Capela de Nossa Senhora de Fátima, não esquecendo o frango assado, o pão e a laranjada que nos “ofereceram” no final deste grande passeio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ribeira da Janela – Caminho Velho – Vereda da Tranquanda – Vereda do Castanheiro – Fanal – Fio – Vereda da Cavaca – Chão da Ribeira – Vereda da Terra Chã – Beira do Queimado – Fontes Ruivas – Estanquinhos – Caminho Florestal das Ginjas – Casa do Caramujo – Lagoa do Caramujo – Vereda do Caramujo – Levada do Plaino Velho – Rocha do Passinho – Amazónia – Levada do Norte – Túnel do Variante – Levada das Rabaças – Lombo do Mouro – Levada do Monte Medonho – Pináculo – Bica da Cana – Caminho Central Hidroeléctrica – Paul da Serra – Bem Aventuranças – Levada da Beira do Paul – Rabaçal&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-1584184824817458065?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/1584184824817458065/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/da-ribeira-da-janela-ao-rabacal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1584184824817458065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1584184824817458065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/da-ribeira-da-janela-ao-rabacal.html' title='Da Ribeira da Janela ao Rabaçal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4958954996319234905</id><published>2011-04-05T22:13:00.000+01:00</published><updated>2011-04-26T09:51:52.633+01:00</updated><title type='text'>Boca da Lapinha</title><content type='html'>Domingo, 3 de Abril: para hoje tínhamos mais uma jornada passada na companhia dos Amigos da Natureza. O passeio era um tanto arrojado, mas nem isso fez com que não tivéssemos um  autocarro cheio de caminheiros com vontade de conhecer novos locais. O destino eram as serras da Boaventura, mais precisamente o Caminho da Serra, que permite passar pela Boca da Lapinha e seguir em direcção ao Topo.&lt;br /&gt;Depois da habitual paragem na Ribeira Brava, hoje mais demorada pois no final teríamos um convívio, sendo necessário comprar os ingredientes para o festim, seguimos em direcção à Boaventura, mais precisamente à Achada do Castanheiro. &lt;br /&gt;O grupo era grande. Alguns dos caminheiros optaram por não fazer o percurso previamente combinado, seguindo, assim, por um percurso alternativo. A subida iria fazer-se pelo Caminho da Serra, até quase ao Topo. Mais rápido para uns do que para outros, o certo é que todos conseguiram chegar lá cima. Sendo que este trilho era novidade para muitos dos Amigos, não faltou quem ficasse surpreendido com as belezas deste local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-385a5b0be5ad486a" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D385a5b0be5ad486a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D39086FE36B13B999E0517CF13F1086B674453C18.18B06FB0D8EB9AA36A70020CB34E9B2973BCABF5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D385a5b0be5ad486a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DhWLq2Flt1ZZWouRr5cwioo5edt4&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D385a5b0be5ad486a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D39086FE36B13B999E0517CF13F1086B674453C18.18B06FB0D8EB9AA36A70020CB34E9B2973BCABF5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D385a5b0be5ad486a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DhWLq2Flt1ZZWouRr5cwioo5edt4&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida até à Talhada e, depois, até à Furna do Corre Cachaço fez-se ao sabor das “quatro estações”. Sol, chuva e algum nevoeiro acompanharam-nos nesta verdadeira escalada que põe à prova qualquer coração. Lá em cima, uma pequena paragem para retemperar forças, isto antes de descer, uns pela vereda que liga à 1ª Lombada e outros pela que liga à 2ª Lombada, tal como estava previsto no programa.&lt;br /&gt;Depois de uns chuviscos, o sol brilhou e as nuvens “afastaram-se” para que pudéssemos apreciar algumas das mais belas vistas deste percurso. Do lado do vale de São Vicente o casario parece perder-se num aglomerado alaranjado dos telhados. Aqui, mais perto, antes da descida da 2ª Lombada, a vegetação é dominada pela feiteira, que ainda assim vai perdendo terreno para alguns loureiros e outras espécies características da nossa Ilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-212373286a5844de" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D212373286a5844de%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DD549D44236C21591CB1FDA3C3AD7B244876BBBA.3D4F54BACDCC08E87939DE45AC5B2346CC736430%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D212373286a5844de%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DjHXN5em5l7rZHE4PJ6p3BigOlb4&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D212373286a5844de%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DD549D44236C21591CB1FDA3C3AD7B244876BBBA.3D4F54BACDCC08E87939DE45AC5B2346CC736430%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D212373286a5844de%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DjHXN5em5l7rZHE4PJ6p3BigOlb4&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já mais perto da descida, a Laurissilva volta a brindar-nos com a sua exuberância. Os verdes misturam-se numa profusão de agradáveis quadros vivos, por momentos, trespassados por um voo de uma perdiz que estranha a nossa passagem.&lt;br /&gt;Sem grandes pressas, chegámos à 2ª Lombada, onde um agradável convívio nos esperava. São sempre bons estes momentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal da Serra – Cabo da Ribeira – Caminho da Serra – Levada da Achada Grande – Madre da Levada – Ribeira dos Moinhos – Achada Pandeira – Achada de Cima – Curral Ganhão – Fonte Paredão – Queixo do Porco – Cova da Corraloça – Portal da Empena – Descansos da Empena – Ribeira das Feitas – Córrego das Lajes do Sabugueiro – Lombo das Cerejeiras – Chãozinho da Mota – Furadouro da Achada Portal – Achada Portal – Boca da Lapinha – Lombinho Vermelho – Degolada do Lombo das Vacas – Lajinhas do Lombo das Vacas – Pico Galego – Talhada – Furna do Corre Cachaço – Vereda do Topo – Urze Escanchada – Vereda da Palha – Fonte da Roça – Fonte da Crica – Descida 2ª Lombada – 2ª Lombada&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4958954996319234905?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4958954996319234905/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/boca-da-lapinha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4958954996319234905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4958954996319234905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/04/boca-da-lapinha.html' title='Boca da Lapinha'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-3117952663962729709</id><published>2011-03-28T21:09:00.001+01:00</published><updated>2011-04-26T09:31:55.031+01:00</updated><title type='text'>Um “banquete” de Lapas</title><content type='html'>Sábado, 26 de Março: para hoje estava agendada mais uma grande aventura. O itinerário ditava uma “descoberta”, desta feita pelo Caminho do Búzio, um antigo trilho que liga a zona do Vimieiro, em São Vicente, ao marco geodésico da Lombada das Vacas. &lt;br /&gt;Como acontece habitualmente, saímos do Funchal pouco depois das 7h30. A nossa primeira paragem foi no Calhau de São Vicente, embora o passeio começasse um pouco mais acima, perto do Núcleo Museológico Rota da Cal, para onde nos dirigimos depois do primeiro café do dia. &lt;br /&gt;Havia a promessa de uma jornada ensolarada, pelo que perspectivava-se um óptimo passeio. O grupo estava bem disposto e preparado para o que quer que fosse, já que apenas dois de nós já por ali tinham passado, mas há muito tempo. Silvado, esse era o maior receio. E de facto, mais do que silvado, só mesmo o sol!&lt;br /&gt;Começámos a subir do Vimieiro, pelo Poço Louro, ainda o sol não tinha feito sombra no vale de São Vicente. Era assim que faziam os mais antigos, aproveitando a fresca da manhã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-67936350092726bf" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D67936350092726bf%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5116F2F23A5140625CE50B24ABDCB46112D67644.29054E5A502D1BAF1BD5299CD3C1D87147E4F13C%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D67936350092726bf%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DpQ3lXKvjrl2qxmIhCAdQK95CLYk&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D67936350092726bf%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5116F2F23A5140625CE50B24ABDCB46112D67644.29054E5A502D1BAF1BD5299CD3C1D87147E4F13C%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D67936350092726bf%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DpQ3lXKvjrl2qxmIhCAdQK95CLYk&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte inicial do Caminho do Búzio passa por entre alguns terrenos agrícolas, que em tempo eram todos trabalhados, mas que agora, muitos deles, estão votados ao abandono. À medida que avançamos, a subida fica mais íngreme. Rapidamente aparece o silvado, as tabaqueiras e algumas outras plantas infestantes que ganham terreno quando o homem abandona os terrenos arroteados.&lt;br /&gt;Aqui e ali vamos encontrando vestígios do que foi, em tempos, um caminho com mais de um metro de largo. Há degraus, muros de suporte e outras estruturas que não deixavam margens para dúvidas de que estávamos no caminho certo. Passámos pelo Poço do Abreu, pelo Córrego Pandeiro e logo depois pela Passada do Boi. Quando olhávamos o vale a vista era deslumbrante. A capela de Nossa Senhora de Fátima, os Lamaceiros, e lá mais distante, as Feiteiras, as Ginjas, o Caminho dos Estanquinhos.&lt;br /&gt;A primeira paragem fez-se no Lombo das Abóboras, uma verdadeira varanda sobre a zona norte do vale vicentino. Seguindo em frente, passámos pelo Lombo dos Pauzinhos, e depois pela Furna dos Pauzinhos, onde, em tempos, se abrigavam os animais e os homens. &lt;br /&gt;Por aqui, já avistávamos a linha do topo. No meio de uma zona onde os loureiros e os folhados crescem com mais vigor, em parte graves ao “vale” que ali se forma, fizemos uma paragem para retemperar forças. &lt;br /&gt;Logo depois, seguimos caminho. Cruzámos com a Levada dos Poços do Abreu e subimos até ao marco geodésico da Lombada das Vacas, onde uma nova paragem para apreciar as vistas se impôs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-5f3c25e9569bb163" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5f3c25e9569bb163%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D250F888C1B8B28CC359D8F20A917002C2AB10B7D.63C63C606A13540FB00AD6BFFB014B9C1C36DDD%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5f3c25e9569bb163%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D2GBlwLC17KTLj8m4xqBmIFzEDsA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5f3c25e9569bb163%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D250F888C1B8B28CC359D8F20A917002C2AB10B7D.63C63C606A13540FB00AD6BFFB014B9C1C36DDD%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5f3c25e9569bb163%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D2GBlwLC17KTLj8m4xqBmIFzEDsA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posto isto, havia que decidir por onde seguir. A vontade de passar pelas Lapas Pretas, em São Vicente, era muita, pese embora as dificuldades que esse percurso representa. Perante o receio de alguns dos nossos colegas, optámos por dividir o grupo: uns desceram pela Maruja, outros seguiram para as Lapas Pretas. &lt;br /&gt;O percurso para as Lapas Pretas é deveras surpreendente, não apenas pela beleza, mas também pelos obstáculos que temos de ultrapassar. Sempre na crista dos lombos, vamos seguindo em direcção à Terra João de Deus, um pouco abaixo da vereda que vinda dos lados da Fajã da Areia, desce para a os Cardais. Ficou a vontade de cá voltar para “descobrir” este trilho, já que hoje o nosso caminho era sempre para diante. A feiteira e o silvado não nos deram tréguas. Só mesmo quando encontrámos um belo bosque de lauráceas é que conseguimos andar mais à vontade. Mas este foi descanso de pouca dura. &lt;br /&gt;Um pouco antes de ficarmos, literalmente, por cima do estádio dos Juncos, olhando pela direita, conseguimos apreciar a beleza da Ponta Delgada. Em frente tínhamos, lá ao longe, distante, o Seixal e o Porto Moniz. &lt;br /&gt;Seguimos adiante, ora descendo, ora aproveitando a diminuição do declive, mas sempre na fieira do lombo, com o abismo a espreitar de ambos os lados. À esquerda, o vale de São Vicente ia ficando cada vez mais aos nossos pés; à direita, os Juncos e a Fajã da Areia pareciam ter escorrido encosta abaixo, plantando-se no sopé da montanha, mesmo junto ao mar. &lt;br /&gt;A paisagem é surpreendente. De cortar, literalmente, a respiração. E nem o abismo ou os perigos que se nos colocam nos fazem hesitar. A verdade é que por aqui não são permitidas hesitações. O caminho é sempre em frente, e quando o stress sobe de nível, o melhor é não olhar para os lados e apenas tomar atenção ao sítio onde pomos os pés. &lt;br /&gt;A passagem para a Lapa de Cima foi, no mínimo, assustadora. Mas, com cuidado, conseguimos lá chegar. Para a Lapa de Baixo, nova dificuldade. Não existe vereda; as plantas parecem não segurar o nosso peso. Com uma leveza de espírito, conseguimos vencer mais este obstáculo. Uma paragem, a última, para procurar ganhar ânimo para descer. Afinal de contas, o pior parecia já ter passado. Ou então, estávamos completamente enganados. Bebemos o resto da água, confiantes que a descida se faria num pulo. &lt;br /&gt;Sem água, com pouca comida, o sol parecia aquecer ainda com mais intensidade. O silvado cobria tudo à nossa volta. A descida afinal revelou-se bem mais complicada do que havíamos pensado. Mas com o espírito de grupo e a ajuda dos nossos companheiros, lá conseguimos chegar aos Cardais de Baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vimieiro – Poço Louro – Caminho do Búzio – Poço do Abreu – Passadas – Córrego Pandeiro – Passada do Boi – Lombo das Abóboras – Lombo dos Pauzinhos – Furna dos Pauzinhos – Levada dos Poços do Abreu – Marco Geodésico da Lombada das Vacas – Vereda para Lapas Pretas – Roça das Vacas – Moitada do Maulinho – Córrego da Achada – Terra de João de Deus – Lapas (ou Furnas) de Cima – Pico dos Alhos – Lapas (ou Furnas) de Baixo – Laje Branca – Seguiada (Boca do Córrego da Aguagem) – Penedo dos Pombos – Chamusca – Cardais de Baixo&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-3117952663962729709?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/3117952663962729709/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/um-banquete-de-lapas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3117952663962729709'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3117952663962729709'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/um-banquete-de-lapas.html' title='Um “banquete” de Lapas'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8084130168682219921</id><published>2011-03-22T23:15:00.000Z</published><updated>2011-04-02T23:19:09.128+01:00</updated><title type='text'>Até Machico, pelo Pico Castanho</title><content type='html'>Domingo, 20 de Março: mais um domingo, um novo passeio com os Amigos da Natureza. O itinerário apontava para uma descida da Degolada, lá do alto da Portela até ao Porto da Cruz. &lt;br /&gt;Previa-se um dia de sol, depois de, nos últimos dias, as zonas mais altas da Ilha terem sido brindadas com um nevão. Logo pela manhã, o grupo aprumou-se na Avenida do Mar. E foram muitos os que não quiseram perder a oportunidade de percorrer um dos mais belos percursos por terras do Porto da Cruz e Machico.&lt;br /&gt;Saímos do Funchal à hora do costume, fazendo a já habitual paragem na cidade da zona Leste, isto antes de subirmos até à Portela, local onde estava previsto iniciarmos a nossa caminhada de hoje. &lt;br /&gt;Bem dispostos, depois de uma fotografia de grupo neste miradouro sobranceiro do Porto da Cruz, os caminheiros fizeram-se ao caminho, indo em direcção às Funduras. A grande maioria do grupo seguiu pela vereda que se embrenha no meio da floresta Laurissilva, enquanto uma pequena parte seguiu pela estrada em terra batida durante mais alguns minutos, para tomar a Vereda do Pico Cedro, descida que serviria, por hoje, de alternativa à Vereda da Degolada, que fazia parte do itinerário “oficial”. A descida foi surpreendente: as vistas sobre o Porto da Cruz são fantásticas; a Penha d’Águia, em pano de fundo, dá outra imponência ao caminho; lá mais ao longe, a cordilheira central mostrava a neve que ainda cobria os picos mais altos. &lt;br /&gt;Sempre com muito boa disposição, descemos até à Levada da Maiata, que liga a Maiata de Cima à de Baixo e que permite chegar ao sítio do Larano, nosso próximo objectivo. Enquanto isso, do outro lado do vale, víamos alguns elementos do grupo a seguir caminho, em direcção ao Cabo Larano, para onde nos íamos dirigir logo depois, já que o próximo passo seria percorrer a Vereda da Boca do Risco. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-782c569182f80737" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v10.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D782c569182f80737%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6EABDF341747D6A97B0BB83D3DA11B7E5DAD042C.37A10A98FF76AFF26A68B17054742BB7E6B5DDD9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D782c569182f80737%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DAcjtM-ZSnKdKhIowA-7EXgj7ZdQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v10.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D782c569182f80737%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6EABDF341747D6A97B0BB83D3DA11B7E5DAD042C.37A10A98FF76AFF26A68B17054742BB7E6B5DDD9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D782c569182f80737%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DAcjtM-ZSnKdKhIowA-7EXgj7ZdQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é um trilho que pode apresentar alguns perigos, mas onde a beleza das paisagens compensa bem os riscos que se correm. Já na Boca do Risco encontramos os restantes caminheiros que aproveitavam para gozarem algum descanso. A partir daqui uma nova divisão se impôs, com alguns elementos a seguirem em direcção ao Pico Castanho e outros a tomarem o caminho mais simples, até à Levada Nova ou do Caniçal, descendo depois até Machico, local combinado para o terminus da caminhada. &lt;br /&gt;A subida em direcção ao Pico Castanho revelou-se mais exigente do que estimado. O calor que se fazia sentir e a falta de água não ajudaram nada. Mas o esforço suplementar valeu a pena, mais não fosse pelo facto de este trilho ser uma novidade para a grande maioria dos caminheiros. &lt;br /&gt;Posto isto, descemos até à Levada do Caniçal, já bem perto da boca do túnel e do caminho que permite chegar ao Pico Facho. Daqui, depois de retemperadas as forças, seguimos pela Levada que serpenteia Pico do Facho, descendo, por fim, para o centro de Machico. Por aqui, no Jardim da Graça, o grupo reuniu-se para alguns mometnos de convívio, antes de voltar ao Funchal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portela – Caminho Florestal das Funduras – Vereda do Pico Cedro – Levada da Maiata – Larano – Cabo Larano – Vereda da Boca do Risco – Boca do Risco – Pico Castanho – Levada do Caniçal – Levada &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8084130168682219921?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8084130168682219921/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/ate-machico-pelo-pico-castanho.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8084130168682219921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8084130168682219921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/ate-machico-pelo-pico-castanho.html' title='Até Machico, pelo Pico Castanho'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5824915099271458281</id><published>2011-03-14T23:11:00.000Z</published><updated>2011-04-02T23:15:07.838+01:00</updated><title type='text'>Acção de limpeza</title><content type='html'>Sábado, 12 de Março: para o dia de hoje tínhamos agendada uma verdadeira acção de limpeza para os lados da Boaventura. Reunimos alguns amigos e lá fomos limpar parte do Caminho da Serra, que liga o Portal da Serra, na Achada do Castanheiro, à Talhada e à Furna do Corre Cachaço, donde se avista a Achada Madeira e o Lombo do Urzal. &lt;br /&gt;Saímos do Funchal ainda não eram bem 7h30. O nosso primeiro destino era, como sempre, o Calhau em São Vicente, para um café despertador, partindo depois para a Achada do Castanheiro. &lt;br /&gt;O tempo não estava muito convidativo a passeios pela serra. As nuvens negras que cobriam o céu faziam prever o pior. Mas nem assim deixámos de nos fazer à serra. Equipados, subimos, então, do Portal da Serra para o Cabo da Ribeira, sempre nas ilhargas da Ribeira do Porco, que ao longo do seu percurso adquire vários nomes, e com a qual o Caminho da Serra se cruza algumas vezes. &lt;br /&gt;Aqui e ali, este trilho, que outrora era percorrido com fartos molhos de lenha ou com grandes toros de vinhático e pau branco lá das alturas da serra até ao povoado, apresenta, agora, depois dos últimos temporais, algumas partes que merecem cuidado redobrado, embora haja, também, algumas partes onde a calçada de outros tempos ainda se mantém. Onde as árvores caíram e taparam o caminho, houve o cuidado de desobstruir a passagem, de modo a que no futuro não houvesse contra-tempos. &lt;br /&gt;O verde, nos seus variados tons, é uma constante por aqui, servindo, por vezes, como uma forma de retemperar as forças, já que a subida é bastante exigente. Desde tis, folhados, vinháticos ou os mais abundantes loureiros, todos contribuem para este mesclado natural da paisagem. Destacam-se as enormes figueiras-do-inferno e os majestosos pau-brancos. Esses, felizmente, foram poupados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-2a34df8d6b75e928" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v19.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D2a34df8d6b75e928%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6D58A68FAF5797CC1E3F308DED10C28D327AD5E6.17DA7CAA5531EA6E3F9E5B7A047AC9CF07985F77%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D2a34df8d6b75e928%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DOp31Ddpynpsx09ff_5Mtcvypm98&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v19.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D2a34df8d6b75e928%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6D58A68FAF5797CC1E3F308DED10C28D327AD5E6.17DA7CAA5531EA6E3F9E5B7A047AC9CF07985F77%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D2a34df8d6b75e928%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DOp31Ddpynpsx09ff_5Mtcvypm98&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre subindo, a vegetação vai mudando um pouco, com as urzes a ganharem agora terreno sobre a Laurissilva. Pelo caminho, muitos são os trilhos alternativos que derivam tanto para a direita, como para a esquerda. E se noutras ocasiões já tivemos oportunidade de percorrer alguns deles, o nosso objectivo para hoje era seguir, sempre, pelo Caminho da Serra. E assim foi...&lt;br /&gt;Penosa e desgastante. Estes são os adjectivos que melhor descrevem esta primeira parte da jornada de hoje, tantos foram os cortes que tiveram de ser dados para que o percurso ficasse realmente limpo e adequado para receber os Amigos da Natureza nos próximos dias. &lt;br /&gt;Ao chegar à Talhada já se começam a avistar as primeiras casas, lá em baixo, na Achada Madeira. Outrora este era o caminho mais rápido para as gentes da Achada do Castanheiro e do centro da Boaventura chegarem a este recôndito sítio. Eram também por aqui que se faziam as visitas do Espírito Santo, por altura da Páscoa. &lt;br /&gt;Nós, hoje, não deixámos de penitenciar, tamanho foi o esforço despendido para chegar à Furna do Corre Cachaço. O nevoeiro e os chuviscos marcaram a sua presença, ainda assim tivemos oportunidade de comer qualquer coisa e de apreciar a vista do vale da Ribeira do Urzal. &lt;br /&gt;Mas não nos demorámos muito, pois ainda havia que descer até ao ponto de partida, e a hora já ia adiantada. A descida escolhida foi a da 1ª Lombada. Ora, e se julgávamos que já tínhamos tido todas as surpresas do dia, estávamos enganados. A descida, além de estar cada vez mais “fechada”, tinha-se transformado num verdadeiro ribeiro, por onde a água corria abundantemente. &lt;br /&gt;Contudo, descemos sem grandes dificuldades. Optámos por seguir em direcção à Lombadinha, por acharmos que era bem mais perto para alcançarmos os nossos carros. Embora cansados, não demorámos muito a chegar ao casario enfileirado montanha fora. &lt;br /&gt;Foi um passeio agradável, mas muito exigente. A recompensa teremos quando nos próximos dias os Amigos da Natureza se deliciarem com as paisagens que vão poder apreciar. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portal da Serra – Cabo da Ribeira – Caminho da Serra – Levada da Achada Grande – Madre da Levada – Ribeira dos Moinhos – Achada Pandeira – Achada de Cima – Curral Ganhão – Fonte Paredão – Queixo do Porco – Cova da Corraloça – Portal da Empena – Descansos da Empena – Ribeira das Feitas – Córrego das Lajes do Sabugueiro – Lombo das Cerejeiras – Chãozinho da Mota – Furadouro da Achada Portal – Achada Portal – Boca da Lapinha – Lombinho Vermelho – Degolada do Lombo das Vacas – Lajinhas do Lombo das Vacas – Pico Galego – Talhada – Furna do Corre Cachaço – Vereda do Topo – Urze Escanchada – Estreitinho – Vereda das Barbas de Bode – Fundo da Achada – Pedra da Lagartixa – Cabeceiro – Muranha – Levada Grande – Poço – Cabo da Ribeira – Portal da Serra&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5824915099271458281?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5824915099271458281/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/accao-de-limpeza.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5824915099271458281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5824915099271458281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/accao-de-limpeza.html' title='Acção de limpeza'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8328405448096655584</id><published>2011-03-11T00:09:00.000Z</published><updated>2011-03-18T00:23:18.278Z</updated><title type='text'>Nova aventura na Boaventura</title><content type='html'>Quinta-feira, 10 de Março: mantendo-se o descanso durante a semana, hoje resolvemos ir até à Boaventura para um passeio ligeirinho. E porque se impunha um passeio por levada, a escolha recaiu na Levada da Achada Grande e na Levada das Faias. &lt;br /&gt;Ora, começámos a caminhada junto à Igreja da Boaventura, donde subimos para o sítio do Pastel e depois para a Levada da Achada Grande. Ao atingirmos este canal, optámos por tomar o mesmo sentido da água, já que por aqui havia parte do percurso que eram nossas desconhecidas. E assim foi. Apesar de um tanto danificada, esta levada oferece-nos vistas engraçadas e permite-nos ver de perto um quotidiano que a maioria de nós desconhece. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-68542c0646646092" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D68542c0646646092%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D82BC1FD3CA654B2DE5E482ED67853FB30FDEBC46.2EDFFF91BD0FC145EF5B748180B3FC6A6AE530B%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D68542c0646646092%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DCkHP7MxYXszmWqM8_LnDpmUTJ6w&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D68542c0646646092%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D82BC1FD3CA654B2DE5E482ED67853FB30FDEBC46.2EDFFF91BD0FC145EF5B748180B3FC6A6AE530B%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D68542c0646646092%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DCkHP7MxYXszmWqM8_LnDpmUTJ6w&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de chegarmos ao fim da levada, descemos para o Lombo do Urzal, onde íamos, então, passar a ribeira do Urzal e tomar a Levada das Faias. O atravessar a ribeira mostrou-se um verdadeiro desafio, tanta era a água que por ali corria. Mas nem isso nos fez desistir. E lá improvisámos uma ponte ‘militar’ para conseguirmos chegar ao outro lado. Por sorte não houve banho. &lt;br /&gt;Já na Levada das Faias, foi tempo de desfrutar da paisagem magnífica que por aqui se pode ‘colher’. Embora tivéssemos colocado a hipótese de seguirmos até ao fim da levada, acabámos por fica pelo sítio dos Lamaceiros, donde descemos para a Fajã do Penedo, já que para hoje tínhamos pensado num passeio pequeno e os pés já se ressentiam de tanta água dos últimos dias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boaventura – Pastel – Levada da Achada Grande – Achada Grande – Falca de Cima – Lombo do Urzal – Ribeira do Urzal – Levada das Faias – Lamaceiros – Fajã do Penedo – Boaventura &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8328405448096655584?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8328405448096655584/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/nova-aventura-na-boaventura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8328405448096655584'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8328405448096655584'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/nova-aventura-na-boaventura.html' title='Nova aventura na Boaventura'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-1540108963394880861</id><published>2011-03-08T00:04:00.002Z</published><updated>2011-04-02T23:10:40.742+01:00</updated><title type='text'>Descendo o Espigão</title><content type='html'>Terça-feira, dia de Carnaval, 8 de Março: como já vai sendo tradição, no dia de Carnaval os Amigos da Natureza costumam disfarçar-se de caminheiros valentes e descem o Espigão de São Vicente. Ora, este ano o episódio repete-se.&lt;br /&gt;Por ser um passeio mais longo e com mais exigência ao nível físico, é considerado um passeio “especial”, razão pela qual são poucos os que habitualmente o realizam. Este ano o grupo até estava bem composto: éramos 11. &lt;br /&gt;Nem a chuva, nem o frio nos impediram de estar às 6h 30m no local combinado, para que pudéssemos chegar a São Vicente não muito tarde, com tempo de tomar um café e depois apanhar o autocarro da carreira para a Encumeada, onde chegámos pouco depois das 8 horas.&lt;br /&gt;Não demorou muito tempo para que nos apercebêssemos de que a Levada do Norte trazia água em abundância e que os túneis estariam inundados. Para evitar essa situação, optámos por começar o percurso no Lombo do Mouro, já que a possibilidade de encontrarmos tanta água era menor. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-572c5a24519c23e4" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v23.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D572c5a24519c23e4%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5A1C68B4DB0B0955F34F80A9040F1C8E866E5425.5F2AF5EB8CEB6F0D9E5E776F515015909C6D9D20%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D572c5a24519c23e4%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dtiw-mOYuqzykER3JE-TpjbEEDYg&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v23.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D572c5a24519c23e4%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5A1C68B4DB0B0955F34F80A9040F1C8E866E5425.5F2AF5EB8CEB6F0D9E5E776F515015909C6D9D20%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D572c5a24519c23e4%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dtiw-mOYuqzykER3JE-TpjbEEDYg&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Percorremos, então, a Levada do Monte Medonho, que se mostrava, também ela, farta de água e, depois do Pináculo, repleta de neve. Nunca antes algum de nós tinha passado aqui com neve, pelo que a surpresa foi generalizada. Na esperança de ver um espectáculo ainda melhor, lá demos um saltinho até à Bica da Cana, mas o branco havia já derretido.&lt;br /&gt;Daqui, descemos para a Lagoa do Caramujo, fazendo uma paragem um pouco antes, na casa com o mesmo nome, para então descermos para a Levada do Plaino Velho ou Velha do Caramujo. E foi nela que andámos mais de uma hora para podermos chegar à descida para o Espigão. Para muitos tudo isto era uma novidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-359dc4c7f714c899" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D359dc4c7f714c899%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D746A79B4CD9F879E843C7AB9358FE4150D5CE2FA.812B2465C9A30BEE4B2AA9294EF9EE2D4B4C0979%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D359dc4c7f714c899%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DP6XWOUkqe6tPEc98n5vnnAQcaD8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D359dc4c7f714c899%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D746A79B4CD9F879E843C7AB9358FE4150D5CE2FA.812B2465C9A30BEE4B2AA9294EF9EE2D4B4C0979%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D359dc4c7f714c899%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DP6XWOUkqe6tPEc98n5vnnAQcaD8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A descida fez-se sem grandes sobressaltos. Se em anos anteriores era uma verdadeira odisseia descer este lombo até São Vicente, agora esta aventura está mais facilitada, graças às ‘limpezas’ que temos vindo a fazer. É uma descida longa e que exige alguma resistência, mas que ainda assim se faz bem. A parte final mostrou-se a mais complicada e exigente, particularmente na descida para a Ribeira do Inferno. Por aqui, algumas derrocadas ou quedas de árvores vieram alterar um pouco o local de passagem. &lt;br /&gt;Ao chegarmos à antiga Estrada Regional que liga São Vicente ao Porto Moniz o ar de satisfação de cada um facilmente apagava o cansaço sentido. E uma vez mais se cumpre a tradição. No próximo ano há mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lombo do Mouro – Levada do Monte Medonho – Pináculo – Bica da Cana – Casa do Caramujo – Lagoa do Caramujo – Levada do Plaino Velho ou Velha do Caramujo – Vereda do Espigão – Espigão de São Vicente – Ribeira do Inferno&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-1540108963394880861?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/1540108963394880861/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/descendo-o-espigao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1540108963394880861'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1540108963394880861'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/descendo-o-espigao.html' title='Descendo o Espigão'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2266504672785644072</id><published>2011-03-07T23:55:00.001Z</published><updated>2011-03-18T00:00:50.622Z</updated><title type='text'>Caminho da Loucura</title><content type='html'>Segunda-feira, 7 de Março: hoje, ao contrário do que acontece habitualmente, era dia de descanso. Com as serras brancas de neve, nada como uma ida até ao alto, sentir a temperatura e tocar a textura do frio. Ora, sozinho, lá fui até ao Poiso, na esperança de poder chegar ao Pico do Areeiro. A estrada estava fechada, mas isso não foi um impedimento, afinal de contas, não seria a primeira vez que subia até aos 1818 metros de altitude para poder contemplar esta espectáculo oferecido pela mãe Natureza. &lt;br /&gt;A subida fez-se a bom ritmo, embora sem grandes pressas. A neve, essa, só surgiu um pouco acima do Pico dos Melros, por isso não se percebe muito o porquê de não abrirem a estrada até ao portão Norte do Chão da Lagoa. Pelo caminho ainda encontrei algumas pessoas, que, tal como eu, tinham gosto em andar no encalço da neve.&lt;br /&gt;Claro está que depois de ‘encontrar’ a neve, o ritmo de andamento abrandou um pouco, ou não fosse muita a vontade de registar para a posteridade cada naco de paisagem. Ao chegar ao topo do Areeiro, olhei à volta e o caminho para o Pico Ruivo parecia querer chamar por mim. Por esta altura uma ‘chuva’ de neve ainda me fez pensar duas vezes: não estava um tempo muito ‘famoso’, não tinha comer nem água. Era arriscado. Mas como todos nós temos uma faceta de louco, eu, neste momento, resolvi empenhar a minha e lá fui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-ae70abdcdafd27ab" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v19.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dae70abdcdafd27ab%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D608D73BFD7F6D09E0CA1A7CB5219CA28436F70DB.245E8B86448CFD976865E4B95BBFC86D22107867%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dae70abdcdafd27ab%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D12jHxPyGvD1J9jm08zI0CoQlAXY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v19.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dae70abdcdafd27ab%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D608D73BFD7F6D09E0CA1A7CB5219CA28436F70DB.245E8B86448CFD976865E4B95BBFC86D22107867%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dae70abdcdafd27ab%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D12jHxPyGvD1J9jm08zI0CoQlAXY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro até ao Ninho da Manta, depois até São Gonçalo, donde descia para o Pico do Gato. Mas não me fiquei por aqui, pois resolvi continuar e subir as Torres. Ora, esta foi, sem dúvida, uma das minhas melhores decisões até hoje. É indescritível o que encontrei, como também não há muitas formas para dizer as dificuldades que sentir. Ainda assim, valeu bem a pena. Ao chegar ao ‘miradouro’ das Torres, donde se avista o Pico Ruivo e a Achada do Teixeira, senti-me ainda mais realizado. Só tinha pena de alguns dos meus amigos, que vivem isto da mesma forma que eu, não poderem estar ali. Ainda assim, e porque sabia que estava a fazer este percurso sozinho, o que diziam ser uma loucura, não deixaram de mostrar a sua preocupação. Foram a minha companhia ao longo do percurso. &lt;br /&gt;Mas havia que continuar. A descida das Torres foi a parte mais complicada desta aventura. A vereda que ficou maltratada depois dos incêndios estava agora coberta de neve (cerca de 20 centímetros, ou mais, em algumas zonas) e as rochas que estavam escondidas mostravam-se mais perigosas. Com cuidado, fui descendo, até que cheguei à boca do túnel que dá acesso ao percurso alternativo. Por esta altura, a fome e a sede já se faziam notar. Lá fui comendo alguns bocados de gelo, sempre matava a sede. Mas o problema é que isto até parece viciante. Queremos sempre mais!&lt;br /&gt;A subida para o Pico Ruivo fez-se sem grandes dificuldades e até de forma mais rápida do que o habitual. Pelo menos foi esta a sensação com que fiquei. O céu azul e o sol que brilhava por alguns momentos mostravam uma paisagem ainda mais bonita. &lt;br /&gt;Ao chegar à Casa de Abrigo, prontamente o Sr. Barreto me veio receber. A amabilidade é uma característica inegável deste nobre homem. Depois de uma breve conversa, lá continuei a subida até aos 1861 metros. O que daqui se via era simplesmente soberbo. Uma vez mais faltam as palavras para a descrição.&lt;br /&gt;De regresso à Casa, e depois de mais alguma conversa não demorada, lá desci para a Achada do Teixeira. E a boa vontade dos amigos, uma vez mais, fez-se notar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poiso – Chão da Lagoa – Pico dos Melros – Poço da Neve – Pico do Areeiro – Ninho da Manta – São Gonçalo – Pico do Gato – Pico das Torres – Pico Ruivo – Achada do Teixeira&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2266504672785644072?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2266504672785644072/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/caminho-da-loucura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2266504672785644072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2266504672785644072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/caminho-da-loucura.html' title='Caminho da Loucura'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-1417232632011325009</id><published>2011-03-06T23:20:00.001Z</published><updated>2011-03-18T00:02:09.741Z</updated><title type='text'>Do Ribeiro Bonito ao Caldeirão</title><content type='html'>Domingo, 6 de Março: Procurando respeitar o programa dos Amigos da Natureza, hoje tinha lugar o passeio dos Caldeirões. Com um derrocada a impedir a passagem depois do túnel do Caldeirão do Inferno para a Fajã da Nogueira, o percurso teve de ser alterado. Assim sendo, em vez que começarmos o passeio no Pico das Pedras, era aí que o percurso iria terminar, depois de começar no Ribeiro Bonito e possibilitar uma passagem pelo Caldeirão Verde. &lt;br /&gt;A noite tinha sido de chuva, pelo que não eram esperados milagres para o dia de hoje. Só os destemidos não quiseram faltar à chamada matinal na Avenida do Mar, juntando-se cerca de quatro dezenas de caminheiros com vontade de apanhar a tão garantida chuva. &lt;br /&gt;Saímos do Funchal à hora habitual em direcção a Machico, onde fizemos uma paragem para um café. Depois foi sempre ‘a direito’ até São Jorge, à Levada do Rei, com a intenção de seguirmos até ao Ribeiro Bonito. Por aqui, quando começámos a andar, o sol brilhava ainda que de forma suave, por isso foi com ânimo que nos fizemos ao caminho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-21149ed68323cc18" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D21149ed68323cc18%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DCDDBFED57FA63BA514B2B041AF47F7C697D645.3BBD440B6D0F42D6007C20032B4E88AB2489AF9A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D21149ed68323cc18%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DAKBwrVyL2hMIArzAbzNCk0BRUgc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D21149ed68323cc18%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DCDDBFED57FA63BA514B2B041AF47F7C697D645.3BBD440B6D0F42D6007C20032B4E88AB2489AF9A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D21149ed68323cc18%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DAKBwrVyL2hMIArzAbzNCk0BRUgc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo da Levada do Rei, muitos são os motivos que captam a nossa atenção. A grande maioria do grupo acabou por não ir à madre da levada, enquanto alguns dos caminheiros não quiseram perder a oportunidade de visitar o magnífico Ribeiro Bonito. Depois foi só tomar o caminho que nos leva até ao Chão das Faias. Embora já com algum abandono, este caminho que foi aberto aquando da construção da Levada dos Tornos, continua transitável. A zona onde em tempos houve uma derrocada continua coberta de silvado, embora com um pequeno trilho pelo meio que facilita a passagem. &lt;br /&gt;Ao chegarmos ao Chão das Faias foi tempo de uma paragem mais demorada para retemperar forças. A chuva, essa, parecia estar prestes a dar-nos algumas tréguas. Por aqui nova divisão no grupo: uns optaram pelo caminho mais fácil, a subida para o Vale da Lapa; outros não dispensaram uma subida mais ‘agitada’, pelo Caldeirão Verde de Baixo e acesso à Levada do Caldeirão Verde, na zona mais próxima da subida do Caldeirão do Inferno. &lt;br /&gt;Depois dos temporais do ano passado, a vereda que antes não apresentava grandes dificuldades, ficou bastante ‘maltratada’, havendo cada vez mais troços que têm de ser feitos no leito da Ribeira Grande ou de São Jorge. Foi, no mínimo, uma ‘prova de esforço’ para muitos dos destemidos que aceitaram este desafio, que acabou por ser alcançado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-e9e598815e7ea248" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3De9e598815e7ea248%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6B2842516DD6435BFC2C304E7806B433D29E330.6A4D6E1AFFC2087903770AF615ED5FDFEB213867%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De9e598815e7ea248%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DxscDVU_RFmscR-n08YVriUtka18&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3De9e598815e7ea248%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6B2842516DD6435BFC2C304E7806B433D29E330.6A4D6E1AFFC2087903770AF615ED5FDFEB213867%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De9e598815e7ea248%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DxscDVU_RFmscR-n08YVriUtka18&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na Levada do Caldeirão Verde, tomámos o sentido da pouca água que ali corre, para, mais adiante irmos até ao Caldeirão Verde, que muitos de nós nunca haviam visto com tanta pujança. Foi um espectáculo digno desse nome.&lt;br /&gt;Por esta altura, já estávamos mais animados com a ausência da chuva e lá seguimos pela Levada até às Queimadas e ao Pico das Pedras. Por todo o lado havia água a correr. No alto das montanhas, a neve cobria algumas zonas mais escondidas. Falando e andando, como se costuma dizer, lá chegámos às Queimadas, onde fizemos uma pequena paragem para comer qualquer coisa, seguindo depois para o Pico das Pedras, local onde já havia chegado o resto do grupo.&lt;br /&gt;Mas a “festa” ainda estava para vir, já que havia sidra e alguns “petiscos” para todos. Fomos até à Ponte Velha, no Faial, à procura do sol para podermos passar mais uns agradáveis momentos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;São Jorge – Levada do Rei – Ribeiro Bonito – Caminho Chão das Faias – Chão das Faias – Caldeirão Verde de Baixo – Levada do Caldeirão Verde – Caldeirão Verde – Levada do Caldeirão Verde – Queimadas – Pico das Pedras&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-1417232632011325009?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/1417232632011325009/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/do-ribeiro-bonito-ao-caldeirao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1417232632011325009'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1417232632011325009'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/do-ribeiro-bonito-ao-caldeirao.html' title='Do Ribeiro Bonito ao Caldeirão'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6214908458399932489</id><published>2011-02-28T23:09:00.001Z</published><updated>2011-03-18T00:02:30.364Z</updated><title type='text'>À descoberta, uma vez mais</title><content type='html'>Sábado, 26 de Fevereiro: A Boaventura foi o nosso “paradeiro” de eleição para este ano, pelo que hoje, lá fomos uma vez mais até à Achada do Castanheiro para aí começarmos mais uma aventura de descoberta. À hora marcada, saímos do Funchal em direcção a São Vicente, onde parámos, como habitualmente, na padaria do costume.&lt;br /&gt;Daqui seguimos para a Achada do Castanheiro, na Boaventura, onde iríamos começar a nossa odisseia de hoje. A ideia era irmos à descoberta de uma vereda de que apenas conhecíamos uma pequena parte, mas da qual já nos tinham falado. Previa-se, então, um passeio estimulante.&lt;br /&gt;Depois de equipados, subimos da Achada do Castanheiro para a Levada Grande, passando depois para a Muranha e o Cabeceiro e daqui pelo lombo fora, passando pela Vereda do Poço do Lombo do Búzio, indo pela Pedra da Lagartixa e pelo Fundo da Achada, cruzando com a Vereda das Barbas de Bode até encontrarmos a Vereda do Estreitinho, que liga o sítio com o mesmo nome ao Moledo d’Água e à Aguagem dos Lameirinhos. &lt;br /&gt;Uma parte desta vereda já tinha sido por nós percorrida em tempos, quando andámos à deriva por aquelas bandas. Tendo sido encontrada por acaso, ficou sempre a vontade de saber onde nos podia levar. Ora, hoje era o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-15fa42eeb30172a3" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v23.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D15fa42eeb30172a3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2DA1188F82BCBCAEF29D350E3B9FD5F3BBCC6D5A.1A0D473FDFFDC6E0CA9273992A65681E6372AA7A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D15fa42eeb30172a3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DA3LeHRaRQwX7ipY4q8q4kOeYy4g&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v23.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D15fa42eeb30172a3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2DA1188F82BCBCAEF29D350E3B9FD5F3BBCC6D5A.1A0D473FDFFDC6E0CA9273992A65681E6372AA7A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D15fa42eeb30172a3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DA3LeHRaRQwX7ipY4q8q4kOeYy4g&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que não conseguimos encontrar o Ponto de que nos tinham falado, mas conseguimos chegar ao Curral de Pedra onde, noutros tempos, chegaram a fazer tosquias. A estrutura do Curral ainda se mantém de pé, havendo, nas imediações outras veredas que nos deixaram intrigados, mas as quais não pudemos percorrer. O nosso destino era seguir no encalço da Vereda do Estreitinho, que passa pelo Queimado, Lanço dos Pingos, Lombo do Arvoredo, Portal José Mendes, Empena, Achada do Capitão e Achada da Lapinha, isto antes de chegar à Aguagem dos Lameirinhos.&lt;br /&gt;Já mais perto do Moledo de Água, depois de termos cruzado vários ribeiros, não conseguimos seguir pela vereda, pois o seu rasto perdeu-se. ‘Farejamos’ ali à volta, mas o que encontrámos foram as nossas marcações doutro dia em que andámos por estas bandas sem rumo. Pois serviram muito bem, já que nos levaram até ao Lombinho Vermelho e à vereda de acesso à Aguagem dos Lameirinhos. &lt;br /&gt;Ora, a partir daqui não tínhamos muitas alternativas, dado o adiantar da hora. A melhor hipótese era descer o Caminho da Serra até à Ribeira da Porca, indo depois sair na Levada da Achada Grande. Este caminho já nosso conhecido, pois ainda há dias passámos por aqui, não nos apresentou grandes dificuldades, não fossem os estragos causados pelo temporal, que nos impediam a passagem em algumas zonas. Depois de alcançada a madre da Levada da Achada Grande, tomámos a Levada Grande e depois descemos para a Achada do Castanheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Achada do Castanheiro – Levada Grande – Muranha – Cabeceiro – Pedra da Lagartixa – Fundo da Achada – Vereda das Barbas de Bode – Estreitinho – Vereda do Estreitinho – Queimado – Lanço dos Pingos – Lombo do Arvoredo – Portal José Mendes – Empena – Achada do Capitão – Achada da Lapinha – Moledo de Água – Aguagem dos Lameirinhos – Lombinho Vermelho – Achada Portal – Caminho da Serra - Portal da Serra&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6214908458399932489?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6214908458399932489/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/descoberta-uma-vez-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6214908458399932489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6214908458399932489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/03/descoberta-uma-vez-mais.html' title='À descoberta, uma vez mais'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-1976890477529321165</id><published>2011-02-23T23:46:00.001Z</published><updated>2011-02-27T22:43:16.612Z</updated><title type='text'>De volta ao Rabaçal</title><content type='html'>Domingo, 20 de Fevereiro: mais um belo dia para um passeio com os Amigos da Natureza. &lt;br /&gt;Embora o itinerário previsto já tivesse sido percorrido pela maioria dos caminheiros várias vezes, a verdade é que há sempre algo novo para ver e apreciar. &lt;br /&gt;Bem cedo, concentramo-nos na Avenida do Mar. O percurso era fácil, e não fosse a chuva de ontem, muitos teriam sido aqueles que iam marcar presença. Ainda assim, foram muitos os que responderam a esta chamada matinal. &lt;br /&gt;Do Funchal seguimos para a Ribeira Brava, onde fizemos a paragem da praxe. Daqui, seguimos, pelos Canhas, até ao Rabaçal, mais precisamente à zona do Lajeado, onde deveríamos começar o nosso passeio de hoje. &lt;br /&gt;O dia estava bastante claro. O sol já brilhava com alguma intensidade. No chão, os pauis espelhavam este bom tempo, convidando a algumas fotografias “artísticas”. Como o primeiro objectivo era chegar à Lagoa da D. Beja, ou Fonte do Lajeado, tomamos a vereda que permite chegar à madre da Levada do Pico da Urze, na Ribeira Grande ou do Lajeado, para mais adiante descermos para a dita lagoa, por entre as urzes que crescem nas ilhargas do leito da ribeira. Embora muitos não saibam, ou pelo menos não tenham parado para pensar, esta é a ribeira que, mais abaixo, dá ânimo à Lagoa do Vento e força à aguagem do Risco, locais por onde íamos passar mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-e10841de2537b44e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v19.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3De10841de2537b44e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D40E35A15FD9B012D389238536046E0311A5F04B8.1B2E3C384775CE7B3DBD327B07683BF510E807CB%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De10841de2537b44e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dh21bRIdQeTgSHIDCG4RCP5yce04&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v19.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3De10841de2537b44e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D40E35A15FD9B012D389238536046E0311A5F04B8.1B2E3C384775CE7B3DBD327B07683BF510E807CB%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De10841de2537b44e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dh21bRIdQeTgSHIDCG4RCP5yce04&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira paragem foi feita na Lagoa da D. Beja. O sol dava outros tons à paisagem, que depois de um dia de chuva ganha ainda mais pujança. Retemperadas as forças, tomámos a Levada do Alecrim, para lá mais adiante descermos para a Lagoa do Vento. A descida para este verdadeiro caldeirão foi sublime. Com uns para cima, outros para baixo, todos tivemos oportunidade de usufruir do local à sua maneira. Espreitar o Risco de cima é sublime e anestesiante. Deixar-se refrescar pelos salpicos da água que enche a lagoa é deveres surpreendente. Com tempo, podemos sentir a intensidade da verdadeira natureza.&lt;br /&gt;Posto isto, na cauda do grupo, lá subimos para a vereda que liga a Levada do Alecrim ao Rabaçal, este último o nosso próximo objectivo. Com um andamento ligeiro, uma conversa agradável e muitas fotografias pelo meio lá chegámos junto das Casas de Abrigo do Rabaçal. Os tentilhões partilhavam o espaço com os turistas que por ali andavam. Fotogénicos, sociáveis, esvoaçavam de ramo em ramo, sempre na esperança de mais uma fotografia. A paragem mais demorada impôs-se. &lt;br /&gt;Com uma parte do grupo já a caminho da “meta”, optámos por dar um saltinho ao Risco e só depois disso tomar a Levada Velha do Rabaçal, que nos havia de levar até ao Ponto. Sem grande dificuldade, todo o grupo seguiu até ao destino, apreciando pelo caminho as paisagens deslumbrantes do vale da Ribeira da Janela. Mais um passeio agradável, em companhias sempre bem dispostas. Não tarda nada, há mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lajeado – Levada do Pico da Urze – Ribeira Grande ou do Lajeado – Lagoa da D. Beja/Fonte do Lajeado – Levada do Alecrim – Vereda do Rabaçal – Lagoa do Vento – Casas de Abrigo do Rabaçal – Levada do Risco – Risco – Levada Velha do Rabaçal – Ponto&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-1976890477529321165?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/1976890477529321165/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/de-volta-ao-rabacal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1976890477529321165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1976890477529321165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/de-volta-ao-rabacal.html' title='De volta ao Rabaçal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2246729468540059042</id><published>2011-02-16T21:00:00.001Z</published><updated>2011-02-19T15:31:09.035Z</updated><title type='text'>Pico do Meio-dia</title><content type='html'>Sábado, 13 de Fevereiro: depois de algum tempo sem ir ao Norte, eis que resolvemos matar saudades, pelo que escolhemos um passeio para os lados da Boaventura. Depois de já termos tentado uma vez subir até ao Pico do Meio-dia sem grande sucesso, hoje íamos fazer a segunda tentativa. Pelo menos vontade não nos faltava. &lt;br /&gt;Como habitualmente, saímos do Funchal bem cedo em direcção a São Vicente, onde a paragem na padaria do costume se impunha. Depois de tomado o primeiro café, seguimos até Ponta Delgada e depois Boaventura. Começámos o nosso passeio no sítio da Levada, onde se encontram umas antenas da PT. Tomámos a Levada Grande, que seguimos até à sua madre, na Ribeira dos Moinhos, para depois subirmos para a Levada da Achada Grande. Andámos para cá e para lá à procura de uma subida. Mas não nos pareceu muito fácil, até que resolvemos subir quase em corta-mato pelo Lombinho Pereiro, na esperança de que o mesmo desembocasse se não no Pico do Meio-dia, pelo menos na crista em que ele se insere. &lt;br /&gt;A vegetação luxuriante e as vistas sobre alguns dos sítios da Boaventura compensavam o cansaço que sentíamos. Ora mais inclinado, ora mais suave, o lombo pareceu-nos bastante comprido. Pelo meio fizemos uma paragem para retemperar forças, já que o esforço que vínhamos despendendo era bastante grande. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c3950e5affa85564" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc3950e5affa85564%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F81B1899CD33D5A4179B97E095CACD0417DD01.6527F775943EB1EE58A5E778B121FA8A26D04D37%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc3950e5affa85564%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dqa5utqKkeukRPqSIIgK4NYqCpJI&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc3950e5affa85564%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7F81B1899CD33D5A4179B97E095CACD0417DD01.6527F775943EB1EE58A5E778B121FA8A26D04D37%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc3950e5affa85564%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dqa5utqKkeukRPqSIIgK4NYqCpJI&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de umas boas três horas de caminho, chegámos ao topo. Não sabíamos se estávamos no Pico do Meio-dia, mas o certo é que a vista era soberba, não apenas sobre a Achada Grande e o vale da Ribeira do Urzal, mas com toda a cordilheira envolvente ao Pico Casado e ao Pico Ruivo como pano de fundo. Nas nossas costas, os lombos que descem do Topo das Lombadas para o lado da Boaventura surgem-nos enfileirados, alinhados quase geometricamente.&lt;br /&gt;Julgando nós que do Pico do Meio-dia deveríamos ver parte do centro da Boaventura, resolvemos descer um pouco até ao pico seguinte. Era mais alto, e dali víamos, de facto, o casario em redor da igreja matriz. Ainda tentamos descer na fieira do lombo, mas os abismos incontornáveis mostraram-se um grande obstáculo, pelo que não tivemos outra alternativa que não fosse subir até à Boca da Tapajinha, de onde já tínhamos tentado descer.&lt;br /&gt;Silvado, urzes secas e muito mato foi o que encontramos pelo caminho, fazendo com que um trajecto que apenas deveria demorar uma hora, demorasse mais de o dobro. Cansados, já todos estávamos ansiosos para alcançar a “meta”. E lá fomos andando, até que chegamos ao local pretendido. &lt;br /&gt;Daqui seguimos para a vereda da Boca da Lapinha, passando pelo Lombinho Vermelho, antes de descermos para o Chãozinho da Mota e para o Curral Gaião. Por aqui, as muitas árvores que caíram com os últimos temporais tornam bem mais difícil a passagem. Mas lá fomos descendo, sempre nas ilhargas da Ribeira dos Moinhos, até chegarmos à madre da Levada da Achada Grande. Daqui, descemos para a Levada Grande, já que o nosso objectivo, agora, era chegar ao carro, no sítio da Levada.&lt;br /&gt;Foi um passeio agradável, embora o silvado tivesse marcado uma forte presença. Mais um objectivo cumprido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sítio da Levada – Levada Grande – Ribeira dos Moinhos – Levada Achada Grande – Lombinho Pereiro – Pico do Meio-dia – Boca da Tapajinha – Vereda da Boca da Lapinha – Lombinho Vermelho – Chãozinho da Mota – Lombo das Cerejeiras – Córrego das Lajes do Sabugueiro – Descansos da Empena – Ribeira das Feitas – Fonte Paredão – Curral Ganhão – Achada de Cima – Achada Pandeira – Ribeira dos Moinhos – Madre Levada Achada Grande – Levada Grande – Sítio da Levada  &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2246729468540059042?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2246729468540059042/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/pico-meio-dia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2246729468540059042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2246729468540059042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/pico-meio-dia.html' title='Pico do Meio-dia'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-7899153400765451211</id><published>2011-02-08T15:58:00.000Z</published><updated>2011-02-16T16:15:38.440Z</updated><title type='text'>Um cabeço irreconhecível</title><content type='html'>Domingo, 6 de Fevereiro: para o dia de hoje o calendário apontava um novo passeio com os Amigos da Natureza. O passeio era curto e bastante acessível, o tempo estava bastante agradável, pelo que num instante se formou um grupo com mais de 70 pessoas. Com a boa disposição a imperar, a malta estava preparada para descer do Poiso até ao Ribeiro Frio, pelo Chão das Feiteiras, indo depois até aos Balcões antes de seguir caminho pela Levada do Furado até ao Santo da Serra e às 4 Estradas. Cada um a seu ritmo, todos conseguiram chegar ao fim sem grandes dificuldades e com muita satisfação pelo trajecto percorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-10d2ae83c0a15109" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D10d2ae83c0a15109%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5096161733350101FF168CD4869B88E94F771B06.496AFAF313FA62852A10F8BAA8662F3AC08AE04%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D10d2ae83c0a15109%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D66-dkvb7FZSaqE6kugjvZggb1KA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D10d2ae83c0a15109%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5096161733350101FF168CD4869B88E94F771B06.496AFAF313FA62852A10F8BAA8662F3AC08AE04%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D10d2ae83c0a15109%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D66-dkvb7FZSaqE6kugjvZggb1KA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um pequeno grupo optou por fazer um desvio, que se revelou bem mais longo do que o calculado. Começando igualmente no Poiso, passaram pela Levada do Blandy e seguiram até ao Poço das 7 Bicas, indo depois para o Cabeço da Lenha ao encontro de uma antiga vereda que permitia chegar aos Balcões. Os incêndios do passado Verão deixaram um rasto de destruição imenso, alargado, ainda mais, pelas chuvas que se fizeram sentir depois disso. Árvores caídas, muros derrubados, terras remexidas, tudo dava mostras de que o caminho estava em muito mau estado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-af5714f05a19290b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Daf5714f05a19290b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D43697D6194D3A110B92905B3CC3903B47FB39B52.3F13E64B1BE380D46885F7E58BBA0184EB23C5C6%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Daf5714f05a19290b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dniuez156zRgy5NM5C12ZUY87B4Q&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Daf5714f05a19290b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D43697D6194D3A110B92905B3CC3903B47FB39B52.3F13E64B1BE380D46885F7E58BBA0184EB23C5C6%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Daf5714f05a19290b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dniuez156zRgy5NM5C12ZUY87B4Q&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mesmo quadro veio a verificar-se na Levada do Furado, na parcela que liga o Miradouro dos Balcões à Ribeira do Juncal: simplesmente deixou de haver levada. Com tudo isto houve que apelar ao sangue frio e à adrenalina de cada um, para que tudo terminasse da melhor forma. Depois disto, o merecido descanso nos Balcões foi, como sempre, brindado com a companhia dos sociáveis tentilhões que esvoaçavam de ramo em ramo no já mítico plátano que ali existe. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-8a6328347c312201" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8a6328347c312201%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D34743D491F1B89A97C3AD54CDB56439F319EF45E.1C7BD03D90B020A1DCEB49F813657CB55F2835F0%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8a6328347c312201%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DR7OTYvZ6D8CdlomN89KzezqI0RY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8a6328347c312201%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D34743D491F1B89A97C3AD54CDB56439F319EF45E.1C7BD03D90B020A1DCEB49F813657CB55F2835F0%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8a6328347c312201%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DR7OTYvZ6D8CdlomN89KzezqI0RY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o passeio não se ficou por aqui. Tal como o grande grupo, seguimos caminho pela Levada do Furado até ao Santo da Serra. E nem as queixas do ancião foram motivo para abrandarmos o ritmo. Caso para dizermos que o chocolate pode fazer milagres!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-5d08fcc7d4c3f6d8" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5d08fcc7d4c3f6d8%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DB90F75A337D12DB6D3317D5582FFD5A5E64E57A.3E005429670497BC7DE59FDBD9BEADC0C0496BDB%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5d08fcc7d4c3f6d8%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLglAlPKyjuhf56y7wVjvwLAh3co&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3D5d08fcc7d4c3f6d8%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3DB90F75A337D12DB6D3317D5582FFD5A5E64E57A.3E005429670497BC7DE59FDBD9BEADC0C0496BDB%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D5d08fcc7d4c3f6d8%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLglAlPKyjuhf56y7wVjvwLAh3co&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poiso – Levada do Blandy – Poço das Sete Bicas – Cabeço da Lenha – Vereda dos Balcões – Levada do Furado – Balcões – Levada do Furado – Ribeiro Frio – Levada do Furado – Lamaceiros – Santo da Serra &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-7899153400765451211?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/7899153400765451211/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/um-cabeco-irreconhecivel.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7899153400765451211'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/7899153400765451211'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/um-cabeco-irreconhecivel.html' title='Um cabeço irreconhecível'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-3523891793489733272</id><published>2011-01-30T10:52:00.000Z</published><updated>2011-02-15T11:03:02.700Z</updated><title type='text'>Cirandando pela Levada do Norte</title><content type='html'>Sábado, 29 de Janeiro: depois de na semana passada termos visto algumas levadas, devedoras da Ribeira Funda, na Eira do Mourão, que não conhecíamos, hoje decidimos ir até lá e tentar saber onde é que as mesmas vão sair. Era um típico passeio às cegas, como outros tantos que nos têm ocupado nas nossas aventuras de sábado. &lt;br /&gt;Falando com alguns dos nossos companheiros dos Amigos da Natureza, depressa arranjámos forma à ideia de partir à descoberta da Levada de Baixo e da Levada do Til (ou, pelo que percebemos, Levada da Roda). &lt;br /&gt;Depois de sairmos do Funchal à hora habitual, fizemos a típica paragem para um café em terras por onde não costumamos andar: o Campanário. Ora, o nosso passeio ia começar no sítio do Lombo de São João, um pouco ‘mais a lá’. O vento fazia-nos sentir frio, talvez por isso fossem poucas as pessoas que se encontravam na rua a esta hora. Ainda assim, encontrámos quem nos quisesse dar algumas informações para melhor alcançarmos a Levada de Baixo, no sítio da Pedra Mole, logo depois da Boa Morte. Os alertas para as derrocadas e o muito silvado foram bastantes, mas nem isso nos demoveu dos nossos intentos. E lá fomos Levada dentro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-80a907b91dbebaf7" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D80a907b91dbebaf7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D24CCCD50474FEC8312DC676A6C88010876A52D07.1DB3B22089CD48041D6A0F9921E86193A15C2E31%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D80a907b91dbebaf7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DAPemLDYYxlJkYAuWu5dvEeRL9kM&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D80a907b91dbebaf7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D24CCCD50474FEC8312DC676A6C88010876A52D07.1DB3B22089CD48041D6A0F9921E86193A15C2E31%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D80a907b91dbebaf7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DAPemLDYYxlJkYAuWu5dvEeRL9kM&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nossa surpresa, o trilho ao longo da levada não estava assim tão mau. É certo que tivemos de ultrapassar algumas derrocadas e que muitos são os grandes blocos basálticos que se atravessam no nosso caminho, mas a passagem com mais ou menos dificuldade acaba por se fazer de forma segura. À medida que vamos progredindo para o interior do vale da Ribeira Funda, muitos são os terrenos que parecem ter sido abandonados há bem pouco tempo, particularmente nas imediações da Fajã das Flores. Penosa terá sido a vida das gentes que por ali amanharam a terra durante anos. E este espectáculo ganha outra grandeza quando avistamos a descida da Eira do Mourão... aqui a dificuldade ganha outro grau...&lt;br /&gt;Na madre da Levada de Baixo, na Ribeira Funda, a destruição dos últimos temporais mostra aquilo de que a força da água é capaz. A velha ponte do antigo caminho pedonal foi levada pela fúria da Natureza. Nós, por aqui, resolvemos tomar esse mesmo caminho em direcção à Boa Morte, partindo, pois, ao encontro da Levada do Til, que pelo que percebemos ter-se-á chamado, também, de Levada da Roda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-96ec8afe6e7e01fd" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v16.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D96ec8afe6e7e01fd%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D76048295FD159DC03D77C03BADD4C186C0DD467C.7D1BAA70304EEB517A984264D8569018E5D12643%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D96ec8afe6e7e01fd%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DEpII4v0klSK-DHufh99hai3tvls&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v16.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D96ec8afe6e7e01fd%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D76048295FD159DC03D77C03BADD4C186C0DD467C.7D1BAA70304EEB517A984264D8569018E5D12643%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D96ec8afe6e7e01fd%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DEpII4v0klSK-DHufh99hai3tvls&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida fez-se sem grandes dificuldades. Já na Levada do Til seguimos no sentido da água que não corria, pois a levada está em muito mau estado. Fomos até à Boa Morte, tendo, antes disso, passado pela Quinta do Til. Mas como a ideia de hoje era “cirandar” por ali, conhecer estas duas levadas e esticar mais qualquer coisa, optámos por percorrê-la até à sua madre, donde pudemos, depois, subir para a Levada do Norte, já nos casais da Ribeira Funda, tomando, por fim, a direcção da Eira do Mourão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-22e59f698065fe78" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v11.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D22e59f698065fe78%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1B8CC4BE0559CAD58AF3590D91C17EB3C6115034.2121D7431EF6E7184C4DF61970668DFD67ED8C87%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D22e59f698065fe78%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dxs3fPWdwAMkG-z06qSTwUl9q6gQ&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v11.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D22e59f698065fe78%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1B8CC4BE0559CAD58AF3590D91C17EB3C6115034.2121D7431EF6E7184C4DF61970668DFD67ED8C87%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D22e59f698065fe78%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dxs3fPWdwAMkG-z06qSTwUl9q6gQ&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui, uma paragem se impôs. Não só para retemperar forças, mas também para apreciar as vistas, que com o tempo claro ganhavam outra intensidade. A partir daqui o passeio levou-nos pela Levada do Norte até ao sítio da Ameixieira, desafiando os estragos que este canal sofreu nos últimos tempos. Íamos com a expectativa em alta, já que a probabilidade de encontrarmos zonas intransitáveis era grande. As fotos e os vídeos documentam bem os sítios por onde tivemos de passar. Foi uma verdadeira odisseia e só a muito custo (e muito sangue frio) conseguimos chegar à Ameixieira. Daqui em diante não sabemos como está a Levada, já que optámos por descer para a Serra de Água.&lt;br /&gt;E a aventura não se ficou por aqui, embora houvesse quem não tivesse continuado o passeio. Fomos de autocarro até à Ribeira Brava, subindo a pé, por becos e veredas, até ao Lombo de São João, onde tínhamos deixado o carro pela manhã.&lt;br /&gt;Apesar de tudo, foi um passeio agradável e que serviu para constatarmos o estado degradado em que se encontra a Levada do Norte, com a certeza de que são cada vez mais as zonas expostas e os troços de levada que se encontram completamente destruídos. De notar que a solução dos tubos em “plástico” não são a melhor opção, já que com a queda de rocha, que é uma constante, rapidamente se abrem buracos com tamanho suficiente para uma perda significativa da água. A ver vamos o que nos reserva o futuro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lombo de São João – Pedra Mole – Moreno – Levada de Baixo – Ribeira Funda – Caminho Velho – Levada do Til – Boa Morte – Levada do Til – Ribeira Funda – Eira do Mourão – Levada do Norte – Túnel do Espigão – Ameixieira – Serra de Água – Ribeira Brava – Pedra Mole – Lombo de São João&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-3523891793489733272?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/3523891793489733272/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/blog-post.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3523891793489733272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/3523891793489733272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/02/blog-post.html' title='Cirandando pela Levada do Norte'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4834407832335226881</id><published>2011-01-25T20:37:00.000Z</published><updated>2011-01-26T16:55:03.700Z</updated><title type='text'>Do Estreito à Eira do Mourão</title><content type='html'>Domingo, 23 de Janeiro: Depois de uma semana bem regada pela chuva, eis que era com muita satisfação que os Amigos da Natureza se juntavam para mais uma caminhada pelas levadas e veredas da nossa Ilha. Hoje, de acordo com o itinerário, íamos para os lados do concelho de Câmara de Lobos e Ribeira Brava, com a Levada do Norte, entre o Estreito e a Eira do Mourão, a ser o trilho escolhido.&lt;br /&gt;Para nossa surpresa, foram muitos aqueles que responderam à chamada, pois o tempo que tem estado repele até os mais habituados a estas andanças. Algumas caras novas, outras que por aqui já não eram vistas há muito tempo, e, claro, os habituais. Todos juntos, fomos os suficientes para fazer a “festa” em dia de eleições. Animados, como é hábito, os Amigos lá se encaminharam para o ponto de partida, desde vez, como muito poucas vezes acontece, sem direito a uma paragem para café.&lt;br /&gt;O autocarro deixou-nos junto à capela do Calvário, acima do centro do Estreito de Câmara de Lobos, para aí tomarmos a Levada do Norte. Atrás uns dos outros, os caminheiros lá seguiram caminho, cada um ao seu ritmo, mas todos com o mesmo espírito. &lt;br /&gt;Ao longo da levada, que passa por entre poios e habitações, as vistas são ora mais agradáveis, ora nem tanto, ainda assim, todas dignas de uma fotografia. Os estragos causados pelos temporais consecutivos que se têm feito sentir por cá têm sido muitos. Aqui e ali os ribeiros que outrora eram pequenos, agora parecem correr por entre verdadeiros desfiladeiros.&lt;br /&gt;Sempre com uma nuvem negra a prometer chuva, lá fomos andando em direcção, primeiro ao Garachico, depois ao Cabo Girão, Quinta Grande e Campanário, ate alcançarmos a descida para a Eira do Mourão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-aa0927f524e57328" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Daa0927f524e57328%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3AE27968C1A43BCCB8D322C17726B3212ED026EA.389D6AEB5D1F8A783E97D5DDB81D140EF132ACA7%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Daa0927f524e57328%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dvn7eW_eTDLKtCoX1LeB-7yKPY2I&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Daa0927f524e57328%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3AE27968C1A43BCCB8D322C17726B3212ED026EA.389D6AEB5D1F8A783E97D5DDB81D140EF132ACA7%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Daa0927f524e57328%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dvn7eW_eTDLKtCoX1LeB-7yKPY2I&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos pequenos grupos, as conversas iam quebrando a monotonia da planura da levada, que, de resto, apenas contrastava com socalcos enfileirados nos terrenos que se estendem abaixo do canal. As gargalhadas, essas, quebravam a ligeireza dos passos que pareciam caminhar sempre ao mesmo ritmo. &lt;br /&gt;À medida que os aglomerados de casas iam sendo ultrapassados, parecia estar mais próxima do fim uma nova etapa do passeio. Ora uns, ora outros, tomavam a dianteira do grupo, promovendo sempre agradáveis conversas. Entretanto, a chuva quis marcar uma singela presença, mas que foi a suficiente para vestirmos os impermeáveis&lt;br /&gt;Ao chegar à Boa Morte, avistámos o pinheiral que antecede a Eira do Mourão. Para que nunca aqui tinha passado, o tormento parecia estar cada vez mais próximo: a descida, por várias centenas de degraus, até à Fajã da Ribeira. Mas nada que fizesse diminuir o ânimo. &lt;br /&gt;Já na Eira do Mourão, foi tempo de uma breve paragem para retemperar forças, já que só o tínhamos feito no Cabo Girão. Olhando em frente, o casario engalanava a ponta do monte, do outro lado o vale, vislumbrávamos o Pomar da Rocha, as Furnas e algumas casinhas da Serra de Água. À medida que nos vamos aproximando das casas, e nos vamos chegando à beira da “rocha”, surge-nos o vale da Ribeira Brava, desde a descida da Encumeada até à Meia Légua. Só o nevoeiro que passava de quando em vez, acompanhado pela chuva miudinha, poderá ter hipotecado a paisagem, pois o resto era tudo magnífico. &lt;br /&gt;Magnífica foi também a descida para a Fajã da Ribeira. Degrau atrás de degrau, lá fomos baixando quase a leito da nobre Ribeira Brava. Para alguns, uma verdadeira dor nos joelhos, para outros, uma oportunidade de testar as botas, para todos um verdadeiro teste à sua resistência. &lt;br /&gt;No final, ainda houve tempo para cantarmos os parabéns à jovem aniversariante, com direito a bolo e muito mais. Claro está que a festa não se prolongou, pois havia que trazer o grupo de volta à cidade, para assim todos nós podermos cumprir o nosso dever cívico: votar. Certamente só não foram aqueles que estavam suficientemente moídos para ficarem em casa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Estreito de Câmara de Lobos – Calvário – Levada do Norte – Garachico – Cabo Girão – Quinta Grande – Campanário – Boa Morte – Eira do Mourão – Fajã da Ribeira – Meia Légua &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4834407832335226881?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4834407832335226881/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/01/do-estreito-eira-do-mourao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4834407832335226881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4834407832335226881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/01/do-estreito-eira-do-mourao.html' title='Do Estreito à Eira do Mourão'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4866204621878043864</id><published>2011-01-19T12:33:00.000Z</published><updated>2011-01-26T12:56:50.515Z</updated><title type='text'>Um ano depois, conseguimos</title><content type='html'>Sábado, 15 de Janeiro: hoje era dia do primeiro ‘passeio de Sábado’. Para variarmos um pouco às andanças vicentinas, tínhamos combinado ir até Santana, para ‘descobrirmos’ a vereda do Semergal. Mas logo pela manhã fomos afugentados pela chuva. Indecisos, ainda tomámos os caminhos da Calheta, mas depois de alguma hesitação, lá fomos em direcção a Machico. Éramos cinco, sendo que o ancião do grupo tem andado lesionado, pelo que não podíamos exagerar na ‘esfrega’.&lt;br /&gt;Conversa puxa conversa, acabamos por achar muito boa ideia irmos até à Portela e procurar uma das descida que permite chegar ao Porto da Cruz e que no ano passado, por esta altura, deixou-nos à nora. E assim foi. &lt;br /&gt;Chegados à Portela, tomámos o Caminho Florestal das Funduras, o qual percorremos durante uns bons metros, até alcançarmos uma zona de lazer que existe mesmo junto à passagem. Por aí desce a Levada da Portela que passa a ter o nome de Levada do Cabeço da Lapa, já que a levada desce o cabeço com o mesmo nome, indo até ao casario na Maiata de Cima. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f5dc5c3cc0a6444b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df5dc5c3cc0a6444b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D863F6F9223BF2B41F34FED215665E459DE30825D.59B3C96AD598E1BC736AFB41D3E61A30B0BA13F6%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df5dc5c3cc0a6444b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DuQrZLzk9UuXAkW9ZtBOWDFyDcpE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df5dc5c3cc0a6444b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D863F6F9223BF2B41F34FED215665E459DE30825D.59B3C96AD598E1BC736AFB41D3E61A30B0BA13F6%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df5dc5c3cc0a6444b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DuQrZLzk9UuXAkW9ZtBOWDFyDcpE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, por aqui a indecisão foi muito, já que se colocaram diante de nós várias subidas que ainda não tínhamos feito. Decisão difícil de se tomar, ainda assim optámos por subir pelo Pico Cedro (para quem vive na Maiata) ou Pico da Andorinha (para os que vivem no Larano). Para chegarmos a essa vereda que ‘fura’ a crista do lombo, tivemos de seguir pela Levada da Maiata, que serve de ligação entre a Maiata de Cima e a de Baixo. &lt;br /&gt;Por aqui, antes da subida, fizemos uma primeira paragem para comer qualquer coisa. Não demorámos muito, pois não sabíamos o que nos esperava mais adiante. Fomos subindo sempre com magníficos quadros naturais nas nossas costas: a vila do Porto da Cruz, a imponente Penha d’Águia, o Faial, as serras de Santana, com a Achada do Teixeira banhada de por um sol de nos fazer inveja. As o que víamos daqui era compensador. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-251553ad5e670628" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D251553ad5e670628%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3440CCA9B778BABEB48F25007E7805654A020B01.265EB4290770F7F8B175A3ABB852AEE4BB1F243B%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D251553ad5e670628%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D6OlKMXYcdWOvT2JtrO5L4933M_o&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D251553ad5e670628%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3440CCA9B778BABEB48F25007E7805654A020B01.265EB4290770F7F8B175A3ABB852AEE4BB1F243B%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D251553ad5e670628%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D6OlKMXYcdWOvT2JtrO5L4933M_o&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá fomos subindo o Pico da Andorinha. E porque nos tinham dito que esta vereda estava complemente fechada, ficámos surpreendidos com o que encontrámos: um trilho limpo e por onde alguém tinha passado há bem pouco tempo. E quem passou, limpou bem o caminho. A nós coube-nos a tarefa de limpar metade da vereda, já que mais ou menos a meio do percurso o “nosso amigo” desistiu de subir. Ainda assim já foi muito bom o trabalho feito: é de louvar que haja quem tenha a mesma filosofia que nós (ou pelo menos o resultado seja o mesmo). Mas as surpresas não se ficaram por aqui. Não é que a vereda que subimos é a mesma por onde descemos no ano passado?!! Infelizmente nessa altura fomos enganados por uma floresta de silvado, que nos levou a tomar o caminho errado, ou se não o errado, pelo menos outro que não este. &lt;br /&gt;Ora, daqui para cima o trilho já era nosso conhecido e já tinha sido por nós ‘bem batido’ pelo que não havia muito para limpar. Rapidamente chegamos ao Caminho Florestal das Funduras. Tomámos a direcção da Portela, onde chegamos sem grandes demoras, não sem antes termos parado na zona de lazer já referia para retemperar forças. &lt;br /&gt;Daqui, depois de tanto alguém falar em comida, tivemos direito a um manjar feito pela nossa amiga que ficou em casa com medo da chuva. Aqui ficam os agradecimentos públicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portela – Caminho Florestal das Funduras – Levada da Portela – Levada do Cabeço da Lapa – Cabeço da Lapa – Maiata de Cima – Levada da Maiata – Maiata de Baixo – Vereda do Pico Cedro – Pico Cedro/Pico da Andorinha – Caminho Florestal das Funduras – Antenas – Portela&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4866204621878043864?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4866204621878043864/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/01/um-ano-depois-conseguimos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4866204621878043864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4866204621878043864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/01/um-ano-depois-conseguimos.html' title='Um ano depois, conseguimos'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6122632792684314140</id><published>2011-01-12T11:54:00.000Z</published><updated>2011-01-26T12:53:37.026Z</updated><title type='text'>A Alegria do primeiro passeio</title><content type='html'>Domingo, 9 de Janeiro: hoje começava mais um ano de passeios com os Amigos da Natureza. Como já vem sendo tradição, há um bom par de anos, o primeiro passeio é a subida do Lombo da Alegria, nas zonas altas da freguesia de São Roque, até ao Pico do Areeiro, sendo que a descida fica, regra geral, ao critério dos caminheiros. Este ano não foi diferente. &lt;br /&gt;O ponto de partida foi, uma vez mais, junto à Capela da Alegria. Muitos foram os que responderam à chamada, isto para grande surpresa nossa. Ao todo, éramos mais de 50. Sem dúvida, um bom número. Para um pequeno grupo, onde nós nos incluímos, a caminhada começou um pouco mais longe, no Galeão, donde seguimos pelo caminho florestal que nos leva até ao Montado da Esperança e depois, então, até à Alegria, onde  nos juntámos aos Amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3e274707f24faf0e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v5.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3e274707f24faf0e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D434C754876206C35820938319BAD04B2E02AA83A.402C8B265F6BE4FB0967DD11E681783EAFAD56A6%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3e274707f24faf0e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DRl7ItTJfvuffxpUkWJhCshrPbq0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v5.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3e274707f24faf0e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D434C754876206C35820938319BAD04B2E02AA83A.402C8B265F6BE4FB0967DD11E681783EAFAD56A6%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3e274707f24faf0e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DRl7ItTJfvuffxpUkWJhCshrPbq0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida, com o sol já “acordado”, fez-se a diferentes ritmos. Uns mais acelerados do que outros, mas todos com vontade de galgar cada patamar até chegar ao Pico Esteios, Pico Escalvado e depois ao Pico do Areeiro. Violento: assim poderia ser caracterizado este passeio. Mas a verdade é que é um bom teste à resistência de todos, em geral, e de cada um, em particular. &lt;br /&gt;A expectativa era grande, pois estávamos todos curiosos por saber em que estado se encontravam o caminho e a paisagem que foram varridos pelos incêndios do passado mês de Agosto. O caminho está transitável e em bom estado, se bem que fosse de aproveitar para fazer uma limpeza mais a fundo, no sentido de preservar a paisagem por mais alguns anos. A paisagem está bastante maltratada. Os eucaliptos ganham terreno e a feiteira parece ganhar ainda mais força depois de ter sido lambida pelo fogo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-e54a278f7780632b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v17.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3De54a278f7780632b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D28DAEC5013CF42EA8699F52D3846B714A2D63C02.7F3E7CCE0DB171ED7A6398678C01C3EB2662D118%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De54a278f7780632b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DIjQKbkqkj_TAF5xeRPzYHLOhgvc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v17.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3De54a278f7780632b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D28DAEC5013CF42EA8699F52D3846B714A2D63C02.7F3E7CCE0DB171ED7A6398678C01C3EB2662D118%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3De54a278f7780632b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DIjQKbkqkj_TAF5xeRPzYHLOhgvc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar da paisagem, o grupo estava bem disposto. As conversas fluíam, as gargalhadas iam surgindo aqui e ali. Sem grandes dificuldades chegámos à Levada do Montado, que nasce na Ribeira de Santa Luzia e vem abastecer a Levada da Alegria (ou da Serra da Alegria), trazendo água para vários sítios da freguesia de São Roque. Andando uns 10 metros no sentido da madre de água, pudemos apreciar a antiga Estação de Tratamento de Águas dos Tornos, bem como todo o vale da Ribeira de Santa Luzia, que, infelizmente, foi fustigado pelas chamadas de Agosto. Aqui fez-se uma paragem para comer, antes de voltarmos ao trilho que seguíamos desde manhã, para subir até ao Curral das Vacas, junto à Levada de Cima, e depois para o Curral da Fonte, mesmo antes de chegarmos ao Pico Esteios.&lt;br /&gt;Foi sempre a subir. Aqui e ali sempre conseguimos encontrar alguma vegetação que foi poupada pelo fogo, embora o aspecto seja muito mau, quando comparado com o ano passado. Do Pico Esteios continuamos sempre na linha do cume até alcançarmos, de novo, o caminho florestal que cruza todos estes montes sobranceiros ao Terreiro Fecho, e que agora já permite ligação até à Barreira, à Estrela e às imediações do Curral das Freiras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-7b701e4489792cfe" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v11.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D7b701e4489792cfe%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3E9D55D1616E709AFD01245679BEF625D4CC7FA1.348871C708183B45E804608F7457B5BA4BB15324%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7b701e4489792cfe%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DEq8sLXr41t8cVv9QPM4KzwPnDHc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v11.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D7b701e4489792cfe%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3E9D55D1616E709AFD01245679BEF625D4CC7FA1.348871C708183B45E804608F7457B5BA4BB15324%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7b701e4489792cfe%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DEq8sLXr41t8cVv9QPM4KzwPnDHc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de cruzarmos a Levada da Negra, continuamos a subir para o Pico Escalvado, que agora faz mesmo jus ao seu nome, dado que está completamente “careca”, com muito pouca vegetação. Tanto a subida como a descida mostrou-se uma verdadeira prova de adrenalina para alguns, mas sempre deu para “apimentar” o passeio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-ff930e703e460274" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v10.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dff930e703e460274%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D76B15729C10762AA48149C5525394F2C6EC574AC.62189646CF7441CF08C488A0CD40A7FFD28DF515%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dff930e703e460274%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DO1aBQAe2tUFA6b1R6K9ftyG6aUU&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v10.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dff930e703e460274%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D76B15729C10762AA48149C5525394F2C6EC574AC.62189646CF7441CF08C488A0CD40A7FFD28DF515%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dff930e703e460274%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DO1aBQAe2tUFA6b1R6K9ftyG6aUU&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui ao Pico do Areeiro foi um pulo. Agora com o grupo disperso, cada um foi tomando o seu rumo na descida. Uns optaram pela Levada do Barreiro, outros foram para o Poiso e nos fomos pelas Escadinhas do Menino Jesus e depois pela Levada do Montado, indo ao encontro do miradouro onde tínhamos estado pela manhã. As Escadinhas e a Levada do Montado são, agora, um verdadeiro teste às capacidades de qualquer caminheiro. O fogo destruiu tudo. O perigo espreita a cada passo. Mesmo quem não sofre de vertigens começa a ficar com as ideias um pouco baralhadas, tamanha é a altura de algumas passagens. Mas, felizmente não houve nenhum azar. &lt;br /&gt;Depois de cruzarmos com a Levada da Alegria, seguimos em direcção às Achadas, onde tem um tanque de água de nascente, já no enfiamento do Lombo do Galeão, o qual descemos na íntegra, até ao povoado, cá em baixo, depois de passarmos pelo Poço do Sítio e pelo Salão.&lt;br /&gt;Foi um dia mito bem passado, com o tempo a ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Galeão – Capela da Esperança - Capela da Alegria – Lombo da Alegria – Levada da Serra da Alegria – Levada do Montado – Curral das Vacas – Levada de Cima – Curral da Fonte – Pico Esteios – Levada da Negra – Pico Escalvado – Pico do Areeiro – Poço da Neve – Levada do Barreiro – Escadinhas do Menino Jesus – Ribeira de Santa Luzia – Levada do Montado – Levada da Alegria – Achada – Lombo do Galeão – Poço do Sítio – Salão – Galeão &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6122632792684314140?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6122632792684314140/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/01/alegria-do-primeiro-passeio.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6122632792684314140'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6122632792684314140'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2011/01/alegria-do-primeiro-passeio.html' title='A Alegria do primeiro passeio'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-1032575775362052204</id><published>2010-12-31T19:20:00.001Z</published><updated>2010-12-31T19:20:50.866Z</updated><title type='text'>Feliz Ano Novo</title><content type='html'>A todos os que nos acompanham neste espaço, desejamos um excelente Ano Novo. Oxalá todos os nossos sonhos se tornem realidade. Para tal, nada como começarmos o ano da melhor forma: caminhando! Independentemente do destino, o que importa é seguir caminho e procurar melhorar a cada dia que passa. &lt;br /&gt;Tudo de bom para o ano que se avizinha, com votos de que o mesmo inclua muitos passeios por todos os Lugares Madeira que estão aqui mesmo, ao nosso alcance. &lt;br /&gt;Boas caminhadas para 2011!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-1032575775362052204?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/1032575775362052204/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/feliz-ano-novo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1032575775362052204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1032575775362052204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/feliz-ano-novo.html' title='Feliz Ano Novo'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6226615086082626523</id><published>2010-12-14T18:52:00.001Z</published><updated>2010-12-31T19:20:31.099Z</updated><title type='text'>Pelas Lombadas da Ponta Delgada</title><content type='html'>Domingo, 12 de Dezembro: ao contrário do que seria de esperar, hoje tínhamos passeio de ‘sábado’. Estava programado o encerramento das nossas aventuras e peripécias deste fantástico ano de 2010. Uma vez que era dia de festa, para o final do percurso foi pensado um pequeno convívio, com a sugestão vencedora a ser uma macarronada ‘à la Cipriani”. Ora, tínhamos razões mais do que suficientes para que o trajecto alinhavado fosse bem mais pequeno do habitual, ou pelo menos pensávamos nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-768aac18bb6852c3" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v12.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D768aac18bb6852c3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D433133E064E01F4EC903D781510F885FB5CFC33D.46F25E84DFC629CBE2B1705842E1CB2D12408B55%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D768aac18bb6852c3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DB9z3m5crurPv0LwVtyEWNAvDKW8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v12.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D768aac18bb6852c3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D433133E064E01F4EC903D781510F885FB5CFC33D.46F25E84DFC629CBE2B1705842E1CB2D12408B55%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D768aac18bb6852c3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DB9z3m5crurPv0LwVtyEWNAvDKW8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O local escolhido foi, como não podia deixar de ser, a Costa Norte, onde, de resto, passámos a grande maioria dos sábados deste ano. Como no próximo ano queremos ‘descobrir’ uns quantos trilhos da freguesia de Ponta Delgado, resolvemos acabar o ano por essas bandas. Íamos, então, subir pela Vereda da Segunda Lombada e descer pela da Terceira Lombada, mas o ramal que deriva da Vereda da Fajã da Areia. E assim foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-8c7085136b2e064a" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8c7085136b2e064a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6AB7AC732F218F4AAE614EE1C30ED52CC35ED580.3B11572CA490BCBEE2E445D578444BE325F28CC7%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8c7085136b2e064a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DguKPUE3KVUkCPnEUp_ErImYJ-C8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D8c7085136b2e064a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6AB7AC732F218F4AAE614EE1C30ED52CC35ED580.3B11572CA490BCBEE2E445D578444BE325F28CC7%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D8c7085136b2e064a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DguKPUE3KVUkCPnEUp_ErImYJ-C8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos do Funchal à hora habitual. Aos sete juntaram-se três convidados, constituindo, num instante, um grupo considerável. Depois da habitual paragem vicentina, seguimos rumo às Lombadas, onde, por esta hora, já o sol espreitava. Preparámos a vestimenta, não fosse a chuva pregar-nos uma partida. E lá seguimos, pela 2.ª Lombada fora. &lt;br /&gt;O grupo seguia a bom ritmo. As paragens pelo meio sempre ajudavam a retemperar forças. Um gole de água dava outro ânimo para continuar a “escalar” a íngreme subida. Mas nada nos fazia desanimar. As piadas, esses, uma constante, não nos deixavam perder as forças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-865e88e058405580" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D865e88e058405580%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2814FE5122F3DD9E27E6FE2D4CB343D4CDA75D23.321B96F49B45B1B9C689943DCF8C2E14421AFAC4%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D865e88e058405580%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DtLAfwrxOqjpdPu5Sdx3jFdPhT1o&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D865e88e058405580%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2814FE5122F3DD9E27E6FE2D4CB343D4CDA75D23.321B96F49B45B1B9C689943DCF8C2E14421AFAC4%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D865e88e058405580%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DtLAfwrxOqjpdPu5Sdx3jFdPhT1o&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nosso primeiro objectivo era alcançar a Fonte Crica, na vereda que liga o Chão do Milho à Urze Escanchada. Custou-nos um pouco. Ao longo do caminho, as paisagens que íamos contemplando faziam-nos pensar que valia a pena o esforço. &lt;br /&gt;Já no Chão do Milho, foi altura de espreitarmos as terras de São Vicente, cá do alto. Um vale magnífico estendia-se aos nossos pés. O sol brilhava com alguma intensidade, fazendo-nos regozijar por um dia de passeio magnífico mesmo à beira do Inverno. Depois de algumas fotos, lá começámos a fantástica descida pela Vereda da Fajã da Areia, donde derivámos, em seguida, para a 3ª Lombada. O verde intenso fazia-nos ignorar a dificuldade e o esforço que era necessário para conseguir colocar um pé a seguir ao outro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-fea84afca61f6375" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v16.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfea84afca61f6375%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D779699BFBA770912F7B6A76ADE354FD6C86090C5.BE314C471279066C9DC3BD70C26988EE5181C7C%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfea84afca61f6375%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dp3SW9zzXAZ3mjos9YT00114Tjtc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v16.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfea84afca61f6375%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D779699BFBA770912F7B6A76ADE354FD6C86090C5.BE314C471279066C9DC3BD70C26988EE5181C7C%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfea84afca61f6375%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dp3SW9zzXAZ3mjos9YT00114Tjtc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A parte final da vereda para a 3ª Lombada teve muito de surpreendente. Derrocadas, árvores caídas, terreno bastante irregular. Nada que não tivesse sido o “prato do dia” ao longo de todo ano. Afinal de contas, passeio sem aventura quase não é passeio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-eabaea20e6b5f1e4" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Deabaea20e6b5f1e4%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D242E64C3053832945DFD668A4F901CE36D844967.51141BFCB06C0E2E65DE58FE5BBFBFD7085E2DA9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deabaea20e6b5f1e4%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D18w8iSgxIamgFnF9mkzPJ4KWqEA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Deabaea20e6b5f1e4%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D242E64C3053832945DFD668A4F901CE36D844967.51141BFCB06C0E2E65DE58FE5BBFBFD7085E2DA9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Deabaea20e6b5f1e4%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D18w8iSgxIamgFnF9mkzPJ4KWqEA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi um belo passeio de encerramento. Mais longo do que julgávamos, mas, ainda assim, magnífico. Depois do passeio veio a paparoca: macarrão guisado ‘a la Ciprini’. Com a ajuda de todos, o petisco ficou magnífico. Comemos, bebemos, rimos e conversámos. Foi um fim de dia sublime, graças à nobre companhia de que pudemos desfrutar. E com isto, estamos preparados para os merecidos dias de descanso natalícios, pensando já naquilo que nos reserva o próximo ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6226615086082626523?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6226615086082626523/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/pelas-lombadas-da-ponta-delgada.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6226615086082626523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6226615086082626523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/pelas-lombadas-da-ponta-delgada.html' title='Pelas Lombadas da Ponta Delgada'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-1365702136103511571</id><published>2010-12-07T00:32:00.000Z</published><updated>2010-12-31T00:51:28.404Z</updated><title type='text'>Chuva para encerrar o ano</title><content type='html'>Domingo, 5 de Dezembro: ao contrário do que seria de prever num calendário “normal” hoje era, de novo, dia de passeio com os Amigos da Natureza, o último deste ano de 2010. &lt;br /&gt;Depois de uma noite bastante chuvosa, com previsões de muito mau tempo, foram poucos, se comparado com anos anteriores, aqueles que marcaram presença nesta última aventura do grupo. Costumamos dizer que “poucos, mas bons” e eis uma vez mais a constatação desse provérbio. &lt;br /&gt;O convívio no final do percurso iria realizar-se na zona da Garagem, junto ao caminho que liga o Lombo Salão, na Calheta, à zona do Rabaçal, pelo que o passeio a realizar, ainda que ficasse ao critério de cada caminheiro, iria ter de ser por ali perto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-68bf3a93cc486cbb" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v21.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D68bf3a93cc486cbb%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5EA39734F2485030EA07D7444FD6D462D551E86.7CB3203F6AB40DEA9BE76B8491D4D0CFCB77EE60%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D68bf3a93cc486cbb%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-uGu6AtMfeDKcmdEia5yWruhrzM&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v21.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D68bf3a93cc486cbb%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5EA39734F2485030EA07D7444FD6D462D551E86.7CB3203F6AB40DEA9BE76B8491D4D0CFCB77EE60%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D68bf3a93cc486cbb%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-uGu6AtMfeDKcmdEia5yWruhrzM&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Houve, então, quem preferisse fazer a Levada da Beira do Paúl, ou quem, como nós, preferisse passar pela Lagoa do Vento. Em qualquer uma dos casos foi uma verdadeira aventura. O vento fazia-se sentir de forma bastante intensa, pelo menos na zona do Paúl da Serra, notando-se bem a diferença quando descemos para o Levada do Pico da Urze. &lt;br /&gt;Percorremos a Levada quase toda, descendo, depois, para a Levada do Alecrim. Daqui descemos para a Lagoa do Vento, onde a água caía com bastante intensidade. Por todo o lado havia pequenos ribeiros e pequenas aguagens que se faziam notar. Apesar do mau tempo, a paisagem estava deslumbrante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3a912dd602de6b3" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D03a912dd602de6b3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D311F4CB69ECC8AE1ED79313729F228B92CCC3C7.3F9792A68B5BE2996F4A3E470F833A59BF5954F5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3a912dd602de6b3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dsl5OMOIFQiXrf6yz-0fnyuHNrMM&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D03a912dd602de6b3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D311F4CB69ECC8AE1ED79313729F228B92CCC3C7.3F9792A68B5BE2996F4A3E470F833A59BF5954F5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3a912dd602de6b3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dsl5OMOIFQiXrf6yz-0fnyuHNrMM&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fomos depois para a Casa de Abrigo do Rabaçal, onde fizemos uma “paragem técnica” para comer, já que a chuva que caía nesse momento era mesmo muita. Posto isto, dirigimo-nos para a Levada do Risco e depois para a das 25 Fontes, com a intenção de seguirmos pelo túnel (que alguns chamam do Cavalo) que dá acesso à zona da Garagem. Nunca antes tínhamos passado este furado com água, mas hoje deu bem para sentir o frio nos pés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-a01469a019875e77" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v20.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Da01469a019875e77%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2E2FCC103A6798B99DBCF547CF3B159ADAC960C3.62AC561D8FD32835D302A9328D53142F55E659F2%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da01469a019875e77%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DX3avUV23hX330MlxF4h8SeORcOE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v20.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Da01469a019875e77%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2E2FCC103A6798B99DBCF547CF3B159ADAC960C3.62AC561D8FD32835D302A9328D53142F55E659F2%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Da01469a019875e77%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DX3avUV23hX330MlxF4h8SeORcOE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resto da tarde foi de convívio, embora a chuva não deixasse de cair. Uma boa forma de terminarmos um ano de caminhadas com os Amigos da Natureza. Para o ano há mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Paúl da Serra – Estrada velha – Lageado – Levada do Pico da Urze – Levada do Alecrim – Lagoa do Vento – Casas do Rabaçal – Levada do Risco – Levada das 25 Fontes – Túnel do Cavalo – Garagem &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-1365702136103511571?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/1365702136103511571/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/chuva-para-encerrar-o-ano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1365702136103511571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/1365702136103511571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/chuva-para-encerrar-o-ano.html' title='Chuva para encerrar o ano'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4193890014383474926</id><published>2010-11-30T20:29:00.000Z</published><updated>2010-12-30T22:08:18.421Z</updated><title type='text'>Cumpria-se parte da tradição...</title><content type='html'>Sábado, 28 de Novembro: hoje era de acantonamento no Pico Ruivo com os Amigos da Natureza, mas devido a todas as complicações causadas pelos incêndios, o programa teve de ser um pouco alterado. Em vez de pernoitarmos na Casa de Abrigo do Pico Ruivo, tivemos de ficar pela Casa de Abrigo da Achada do Teixeira. &lt;br /&gt;Mas antes da festa, houve que caminhar o dia inteiro para o merecido repasto. Com o mau tempo anunciado e os caminheiros receosos, foram bem poucos aqueles que se aventuraram numa caminhada no dia de hoje: apenas duas parelhas. Uma subiu pelo Curral, outra pelos caminhos de Santana. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-cc076fbb983199" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v17.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D00cc076fbb983199%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D61B91552F641F9369EC6F671A61CCD019D17E4E6.373B82237A56024763B951854DD1D64A9A5CCFB9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dcc076fbb983199%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D89LrGA9QTB124nmenPYxkS-9liA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v17.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D00cc076fbb983199%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D61B91552F641F9369EC6F671A61CCD019D17E4E6.373B82237A56024763B951854DD1D64A9A5CCFB9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dcc076fbb983199%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D89LrGA9QTB124nmenPYxkS-9liA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os primeiros subiram pelo Lombo Grande até à Vereda do Pico Ruivo e depois até à Achada do Teixeira, nós, optámos por seguir do Pico das Pedras, pelas Queimadas até ao Caldeirão Verde. Por um trilho já bem conhecido de todos nós, não houve nada de surpreendente a registar, a não ser a grande quantidade de água que havia em tudo o que era ribeiro. O Caldeirão Verde estava ainda mais deslumbrante, abrilhantado por um dia de sol que até no Verão é difícil de conseguirmos por estas bandas. &lt;br /&gt;Depois de passarmos pelo Caldeirão Verde, pusemo-nos a caminho do Caldeirão do Inferno. A escadaria que dá acesso da Levada do Caldeirão Verde à do Caldeirão do Inferno dá mostras de muita degradação, exigindo, por isso, cautelas redobradas. Uma vez mais, a água era uma constante. Como tínhamos tempo e o dia se mantinha claro, não quisemos perder a oportunidade de irmos até à madre da levada e à verdadeira bacia infernal, hoje com alguma água a pender lá do alto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6943553ad00ef460" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v23.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6943553ad00ef460%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7954DE34F87E42D8CDD982D9549170D52107F49A.75F9E2BBD82B960070D7B445927B1C6239BDFC9E%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6943553ad00ef460%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7QdkUTgpwMCmeSAc7gOGFWIsxRY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v23.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6943553ad00ef460%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7954DE34F87E42D8CDD982D9549170D52107F49A.75F9E2BBD82B960070D7B445927B1C6239BDFC9E%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6943553ad00ef460%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7QdkUTgpwMCmeSAc7gOGFWIsxRY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regressamos atrás e seguimos pela Vereda da Cuada. O trilho mantém-se transitável, pelo menos na zona onde não chegaram os incêndios. A vegetação mantém-se luxuriante, havendo um núcleo de Tangerões e Isoplexis bastante interessantes, que nesta altura já floriram.&lt;br /&gt;Já com mais de uma hora de subida começámos a encontrar os primeiros flagelos causados pelos incêndios. A situação é entristecedora, particularmente na zona de urzal afectada. As veredas desapareceram. É preciso muito cuidado na passagem. Ao chegarmos á bifurcação Casa de Abrigo do Pico Ruivo/Cuada a situação é ainda pior. Por aqui tudo foi queimado pelo fogo que desceu da zona do Pico Coelho, vindo dos lados do Curral das Freiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f47029b164ab3486" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v5.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df47029b164ab3486%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3F2A025CC9D64E46ED9F70EAA15494FC67F814B7.1CFAF39A9E7A9B35BF27CBC996128285D14C06A4%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df47029b164ab3486%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DjsWCYrjMBe1qbtywP1_fuXMT4U0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v5.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df47029b164ab3486%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3F2A025CC9D64E46ED9F70EAA15494FC67F814B7.1CFAF39A9E7A9B35BF27CBC996128285D14C06A4%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df47029b164ab3486%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DjsWCYrjMBe1qbtywP1_fuXMT4U0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vereda que segue para a Cuada está muito danificada, isto visto de longe. A que vai para os lados do Pico Ruivo sofreu grandes alterações, não só pelos incêndios, mas também agora, pelos derrocadas que começaram a ter lugar depois das fortes chuvadas que se têm feito sentir. Muita vegetação foi destruída. É triste vermos este cenário. &lt;br /&gt;Foi sempre com muita cautela e com muita atenção que fomos seguindo o trilho. Se já antes era difícil passar em algumas zonas, agora está bem pior. Não pode haver distracções, ainda para mais estando a chover como hoje. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f10a61966f13effa" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v13.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df10a61966f13effa%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3FFA3DC15E6317FC6E796E4DB5E6361990C9C464.685E7975B16C92DF4358B8BBD7DA06F336F2B440%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df10a61966f13effa%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DlKFmWLzoDE6GPBungWStVhPAVXE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v13.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df10a61966f13effa%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3FFA3DC15E6317FC6E796E4DB5E6361990C9C464.685E7975B16C92DF4358B8BBD7DA06F336F2B440%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df10a61966f13effa%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DlKFmWLzoDE6GPBungWStVhPAVXE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas lá conseguimos chegar à Casa de Abrigo do Pico Ruivo, onde o vigilante que está de serviço aguardava pacientemente o passar das horas, que agora se tornam ainda mais vagarosas sem caminheiros a passar por ali. Um pouco de conversa, um chá quente, antes de nos fazermos, de novo, à chuva para irmos até à Achada do Teixeira, onde começavam a chegar, entretanto, os Amigos que vinham passar a noite à serra. &lt;br /&gt;Reunido o grupo, eis que a todos viria a ser colocada uma árdua tarefa: abrir a porta da casa. Não foi fácil, mas lá se conseguiu. É pena uma casa tão grande e em tão bom estado estrutural estar votada ao abandono. Ainda assim, não nos poupamos a esforços para a tornar mais acolhedora e habitável por uma noite. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-fe07f59a1399c6c5" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfe07f59a1399c6c5%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2BB248FC5DDEB2E922111ADE8BCEC00EFDAFE88F.2481DE0C445757F5419EB5482573CED75798BD%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfe07f59a1399c6c5%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dm_8-eZdiY13VpsZ9WD63O9m7Suw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfe07f59a1399c6c5%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2BB248FC5DDEB2E922111ADE8BCEC00EFDAFE88F.2481DE0C445757F5419EB5482573CED75798BD%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfe07f59a1399c6c5%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dm_8-eZdiY13VpsZ9WD63O9m7Suw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “arraial” fez-se noite dentro. Houve comida, bebida, risos e muita cantoria. O tempo estava agradável, contrariando todas as previsões de invernia. No próximo ano há-de haver mais...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-69b75790f74896" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v3.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0069b75790f74896%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D64241AFB779724D600777560E178E08D417539D4.C8308649B1ACF19D9C2C3A4F297D13917ED4183%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D69b75790f74896%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5PnpcyweoSSIDpqWGJloDgk4e2Q&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v3.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0069b75790f74896%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D64241AFB779724D600777560E178E08D417539D4.C8308649B1ACF19D9C2C3A4F297D13917ED4183%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D69b75790f74896%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5PnpcyweoSSIDpqWGJloDgk4e2Q&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4193890014383474926?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4193890014383474926/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/acantonamento.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4193890014383474926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4193890014383474926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/12/acantonamento.html' title='Cumpria-se parte da tradição...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6051144395845325190</id><published>2010-11-24T10:20:00.000Z</published><updated>2010-12-22T16:21:21.212Z</updated><title type='text'>Lombo das Faias ‘afora’</title><content type='html'>Sábado, 20 de Novembro: Eis que era chegado o dia de mais uma aventura na serra. Esta semana não decidimos antecipadamente o percurso a fazer, apenas ficou determinado que iríamos para a costa Norte, como, de resto, já vem sendo hábito nos últimos tempos. A nós juntava-se a nossa companheira destas andanças. Mantinha-se ausente o nosso ancião e o homem das anedotas. Ia ser, pois, um passeio a cinco vozes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-57d75ba12218c976" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D57d75ba12218c976%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7ACD0A0EA1D11E0B8A8D2FFF05D3B9DF96A9B4D4.858C9FA8F64D06DF85B23F22DAC4D3288CB99397%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D57d75ba12218c976%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D9UrxPTktd5rQfg70aBlzKx7Ux7s&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D57d75ba12218c976%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7ACD0A0EA1D11E0B8A8D2FFF05D3B9DF96A9B4D4.858C9FA8F64D06DF85B23F22DAC4D3288CB99397%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D57d75ba12218c976%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D9UrxPTktd5rQfg70aBlzKx7Ux7s&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos do Funchal à hora do costume. Depois de uma paragem na “nossa” padaria, tínhamos de nos fazer ao percurso. Decidimos, entretanto, ir até ao Chão da Ribeira. O tempo estava inseguro, já íamos preparados para mais um dia molhado. Há já algum tempo que não aventurávamos pela subida do Lombo das Faias, pelo que não pensámos dias vezes quando foi feita a sugestão. A ideia era ver como estava o arranjo feito na Vereda das Feitas, e, se possível, “descobrir” uma alternativa de que nos tinham falado, que nos levava, igualmente, ao planalto do Fanal. Assim, foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-54c59f8eb2f98158" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D54c59f8eb2f98158%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6D99BE72382DD88DE60FA3C09A79DEC185B883D5.5F54FCF13DB9DAF15C0BB83EF03315E781FCCFAB%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D54c59f8eb2f98158%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Db0DokH_AFmUBh-YLZrKeLUg769Y&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D54c59f8eb2f98158%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6D99BE72382DD88DE60FA3C09A79DEC185B883D5.5F54FCF13DB9DAF15C0BB83EF03315E781FCCFAB%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D54c59f8eb2f98158%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Db0DokH_AFmUBh-YLZrKeLUg769Y&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Vereda das Feitas está simplesmente impecável. Para quem nunca fez este percurso com medo do trilho ou da dificuldade em encontrá-lo, pode já marcar na agenda, pois está uma verdadeira “avenida”. Foram feitos degraus nas zonas onde eram necessários, foi cortada a vegetação que atrapalhava a passagem. O trilho está apenas à espera de quem procura um naco de paisagem diferente, intensa e surpreendente. Não podemos deixar de elogiar a iniciativa da limpeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-7c9c504cae62711e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v19.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D7c9c504cae62711e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D15E6D6124113806A830E6E436EC980A59F807AEB.6E3702DAE6E454FAE6D1F8CC45933BFBB796F738%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7c9c504cae62711e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7AZReKyaMvj361RlcSplB7_ip4o&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v19.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3D7c9c504cae62711e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D15E6D6124113806A830E6E436EC980A59F807AEB.6E3702DAE6E454FAE6D1F8CC45933BFBB796F738%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7c9c504cae62711e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D7AZReKyaMvj361RlcSplB7_ip4o&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas adiante. Depois de cerca de uma hora de caminho, pela Vereda das Feitas, era chegado o momento de divergirmos do trilho principal e irmos à procura de uma subida bem mais exigente, mas com belezas ainda mais atraentes. Agora sim, pela primeira vez, subíamos verdadeiramente o Lombo das Faias. E de facto, além das muitas Faias que encontramos pelo caminho, há todo um conjunto de vegetação à qual não podemos ficar indiferentes. As formações rochosas são, também, espectaculares, particularmente a ‘Janela das Faias’, onde a nossa adrenalina foi testada e o nosso equilíbrio posto à prova. Passámos todos no teste, com grandes notas. Grandes foram também as vistas que daqui e de outros pontos do percurso tivemos sobre o vale do Chão da Ribeira e das suas encostas que se abruptam tanto para os lados da Beira do Queimado, como para os lados do Fanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-657282f0550f809d" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v19.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D657282f0550f809d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3598B76A4934CBFC596DAEB43E18D03DA838D40D.51700D99177F9D3AF4856ABB9A9ABA2E7951E00C%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D657282f0550f809d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DzdRs6tO-hG_Jz5-0zWmNZ90SzK8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v19.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D657282f0550f809d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3598B76A4934CBFC596DAEB43E18D03DA838D40D.51700D99177F9D3AF4856ABB9A9ABA2E7951E00C%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D657282f0550f809d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DzdRs6tO-hG_Jz5-0zWmNZ90SzK8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Literalmente às “apalpadelas”, tanta era a vegetação que nos era colocada à frente, na parte final do percurso, onde os “vestígios” de trilho ora apareciam, ora desapareciam, tivemos de “fazer” cálculos ao nosso conhecimento para podermos seguir em frente, um pouco antes de alcançarmos a Vereda das Cruzinhas ou das Voltas, uma das mais conhecidas ligações do Fanal ao Chão da Ribeira. &lt;br /&gt;Posto isto, atingido o primeiro objectivo, molhados, era altura de descansar e retemperar forças, para logo depois ir ao encontro de uma nova aventura: a descida. Apelando sempre à nossa predisposição para o inesperado, resolvemos descer pela Vereda da Rocha das Feitas, digamos que a “continuação” da vereda que começámos por percorrer pela manhã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-1cdc891ac4f6026c" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D1cdc891ac4f6026c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D287BBF71C436D62C051264F89718BD05C30C4E5B.35D53BD4D5252883147B7505D6E0BA48F3BEBDD8%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D1cdc891ac4f6026c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DC5B5knauxeN7k3yHzeJNMIhjzOw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D1cdc891ac4f6026c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D287BBF71C436D62C051264F89718BD05C30C4E5B.35D53BD4D5252883147B7505D6E0BA48F3BEBDD8%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D1cdc891ac4f6026c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DC5B5knauxeN7k3yHzeJNMIhjzOw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrar o trilho na beira do Fanal não foi tarefa fácil, mas lá conseguimos juntar as referências de uns e de outros e dar conta do recado. A descida, no início, está um pouco “fechada”, mas nada que não ultrapassássemos. Depois, é sempre a descer, escorregando aqui e ali, deliciando-se com uma vegetação luxuriante, onde os tis, os loureiros e os vinháticos parecem concorrer entre si para ver qual deles consegue um maior porte. Claro que ganham os tis. Mas todos merecem ser apreciados.&lt;br /&gt;Sempre animados, fomos descendo até alcançarmos a Levada do Seixal, mesmo junto ao Túnel das Feitas, bem perto da aguagem da Ribeira da Hortelã. E com piso escorregadio, ora caía um, ora caía outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-13fafd2c85c41b7b" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D13fafd2c85c41b7b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3DE6444028B0966A3A6783F25B3A39499C54DF72.1988858016AE789181A5E6A35820A312EE08A453%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D13fafd2c85c41b7b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DiwMv0jAtRMNGbjhzpDpqdPo3uNc&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D13fafd2c85c41b7b%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D3DE6444028B0966A3A6783F25B3A39499C54DF72.1988858016AE789181A5E6A35820A312EE08A453%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D13fafd2c85c41b7b%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DiwMv0jAtRMNGbjhzpDpqdPo3uNc&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de chegarmos à Levada do Seixal, optámos por seguir na direcção da sua madre, com a intenção de descermos pela Vereda do Lombo Barbinhas, até ao Chão da Ribeira. Por aqui, o trilho apresentava-se em muito bom estado, apenas havendo apenas a necessidade de algumas cautelas junto à Ribeira do Seixal. &lt;br /&gt;Foi um passeio agradável, com a natureza no seu maior esplendor. Nota apenas para a Orquídea Branca que teima em não florir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chão da Ribeira – Trutas – Vereda das Feitas – Lombo das Faias – Janela das Faias – Vereda das Cruzinhas – Fanal – Vereda das Feitas – Levada do Seixal – Ribeira da Hortelã – Lombo Barbinhas – Chão da Ribeira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6051144395845325190?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6051144395845325190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/lombo-das-faias-afora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6051144395845325190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6051144395845325190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/lombo-das-faias-afora.html' title='Lombo das Faias ‘afora’'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6861771435008413347</id><published>2010-11-17T21:04:00.000Z</published><updated>2010-11-23T21:26:30.213Z</updated><title type='text'>Do Cabo Girão ao Espigão</title><content type='html'>Domingo, 14 de Novembro: hoje era dia de mais um passeio com os Amigos da Natureza, desta feita para os lados da Ribeira Brava. À hora marcada, como sempre, os grupo reuniu-se na Avenida do Mar. A chuva que caiu durante a noite assustou muitos caminheiros, pelo que apenas cerca de 50 elementos responderam à chamada. &lt;br /&gt;O itinerário estava traçado. O grupo reunido. O autocarro partia, então, rumo ao Cabo Girão, na zona da Cruz da Caldeira. Depois de alguns minutos para um café matinal, o grupo fez-se logo ao caminho. A primeira parte foi em piso asfaltado, na subida do Caminho das Fontaínhas. Por entre veredas ou estrada, lá chegamos aos últimos casais deste sítio da Quinta Grande. Depois, tomámos um caminho florestal que percorre as serranias desta freguesia da Ribeira Brava, sempre por entre uma vegetação exótica, variando entre eucaliptal e pomares de castanheiros. Ora, eram tantas as castanhas, que houve oportunidade para todos encherem os bolsos.&lt;br /&gt;Aqui e ali, vamos encontrando os vestígios dos incêndios que no mês de Agosto varreram também esta zona, quando as feridas do 20 de Fevereiro  ainda não tinham sido saradas. Ainda assim algumas paisagens mantêm-se deslumbrantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b2244084089c01cb" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v24.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db2244084089c01cb%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D46BFAE641D6E94AA3E4A30399522D4CCB5D1D534.1F87D2CD03B692EC2310A79840DDE877A34F3590%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db2244084089c01cb%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D_qtZMoVvcX5dUbhGEDfNmjWJzu8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v24.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db2244084089c01cb%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D46BFAE641D6E94AA3E4A30399522D4CCB5D1D534.1F87D2CD03B692EC2310A79840DDE877A34F3590%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db2244084089c01cb%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D_qtZMoVvcX5dUbhGEDfNmjWJzu8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por entre os castanheiros, seguimos da zona inferior das Casas do Dr. Alberto, mesmo perto de um dos afluentes da Ribeira do Campanário, para o Posto Florestal da Trompica. Por aqui, com uns chuviscos a se fazerem notar, fizemos uma paragem para comer qualquer coisa. Não nos detivemos durante muito tempo. Embora inicialmente tivéssemos combinado dar a “volta maior” pelo caminho florestal que passa no Pico da Cruz e depois desce a crista do Espigão deste o topo até ao casario no meio da rocha, com a chuvinha e o nevoeiro, o grupo dividiu-se em dois sub-grupos.&lt;br /&gt;Sem qualquer problema seguimos uns pelo caminho combinado, outros por um patamar inferior em direcção do Sítio das Fontes, passando pelo Pico Redondo, e depois até ao Espigão. Ao início, o grupo que seguiu pelo caminho mais longo não teve muita sorte com o tempo, pois o nevoeiro marcou presença e impediu que se apreciassem as vistas sobre a cordilheira central, o vale da Serra de Água e a beira do planalto do Paúl da Serra. Mas nem assim  deixámos que o desânimo nos afectasse. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-789cc18538c5b57" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v11.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0789cc18538c5b57%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D70B061E7D4D30382E2AD581E4D45CBAE5E6FB703.63D0996019F7EF8771790B16E611186E0B9FFB8E%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D789cc18538c5b57%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLK9Ux6AOtzHIvU3ZWe12lpAdFRA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v11.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0789cc18538c5b57%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D70B061E7D4D30382E2AD581E4D45CBAE5E6FB703.63D0996019F7EF8771790B16E611186E0B9FFB8E%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D789cc18538c5b57%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DLK9Ux6AOtzHIvU3ZWe12lpAdFRA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuando, tomámos a vereda que permite descer o Lado do Espigão. Por aqui tivemos uma surpresa. O sol brilhou por entre as nuvens e permitiu vistas deslumbrantes sobre o vale da Serra de Água. Do outro lado, o sítio das Fontes ganha novas formas. Quem nunca ali tinha passado ficou deslumbrado com as vistas. Claro está que houve tempo para muitas fotos. A satisfação de todos dava mostras de que esta tinha sido uma escolha acertada. A partir daqui o “espanto” foi uma constante. À medida que nos íamos aproximando do sítio do Espigão, a Ribeira Brava ia surgindo aos nossos pés. As vistas abismosas são de cortar a respiração. Lá ao fundo a Levada do Norte serpenteia a encosta, por cima da Meia Légua. Por baixo dos nossos olhos, o casario vai ficando cada vez maior. Estamos cada vez mais perto das centenas de degraus que vamos ter de galgar para chegar ao Modelo da Ribeira Brava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cruz da Caldeira – Aviceiro – Ribeira do Escrivão – Fontainhas – Cruz das Moças – Lombo do Covão ou Estrebaria – Serra dos Terreiros – Trompica – Achada da Pinta – Crista do Espigão – Pico da Cruz – Lado do Espigão – Eira do Grilo – Espigão – Meia Légua – Ribeira Brava&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6861771435008413347?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6861771435008413347/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/do-cabo-girao-ao-espigao.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6861771435008413347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6861771435008413347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/do-cabo-girao-ao-espigao.html' title='Do Cabo Girão ao Espigão'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5227102739237464533</id><published>2010-11-11T17:20:00.000Z</published><updated>2010-11-13T17:44:48.662Z</updated><title type='text'>Na “beira” do Seixal</title><content type='html'>Sábado, 6 de Novembro: o ano está quase no fim e muitos foram os passeios que tinham sido pensados, mas que vão ter de transitar para o ano seguinte. Novos desafios foram surgindo, novos percursos foram aparecendo. Por vezes a vontade de conhecer coisas novas leva-nos a abdicar daquelas que já conhecemos.&lt;br /&gt;Hoje era dia de mais uma dessas aventuras na costa Norte. Ainda pensámos ir até à Boaventura, mas acabámos por optar pelo Seixal. O tempo prometia ser de sol, pelo que não devia haver qualquer problema com a chuva. &lt;br /&gt;Há já algum tempo que queríamos percorrer o antigo Caminho Municipal que ligava a freguesia do Seixal à da Ribeira da Janela, mas os relatos que dele nos tinham feito levaram-nos, sempre, a adiar mais este desafio. Foi sendo adiado até ao dia de hoje, já que resolvemos arriscar e comprovar nós mesmos o seu estado de degradação. &lt;br /&gt;Há relativamente pouco tempo houve quem limpasse parte deste caminho, no lado do Seixal, sensivelmente até à zona da subida das Moitadas, depois do Ribeiro da Pedra Branca. Do lado da Ribeira Funda, ainda tentaram limpar parte da antiga passagem, mas ao se depararem com uma derrocada os “empreiteiros” mudaram de ideias, e ficaram-se pelo lombo onde encontramos as últimas casas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f75a1fc575c608f3" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v7.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df75a1fc575c608f3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D611E7CA5D0811DA6927EA080182BC238B09D0C58.267AD2B6FA15C14F0A378C45867A5DCD208C1C63%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df75a1fc575c608f3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dfz6lcS3kcHJH-kF1tgxMjyUxoXY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v7.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df75a1fc575c608f3%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D611E7CA5D0811DA6927EA080182BC238B09D0C58.267AD2B6FA15C14F0A378C45867A5DCD208C1C63%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df75a1fc575c608f3%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dfz6lcS3kcHJH-kF1tgxMjyUxoXY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas façamo-nos ao caminho. Começámos esta  nossa jornada pedestre no sítio da Fajã da Parreira, local por onde passava o antigo Caminho Municipal, também conhecido por “Caminho do Rei” ou “Caminho da Rocha”. De facto, não tenhamos dúvidas de que a beira da rocha onde foi traçado aquele caminho é-lhe digno deste nome. Ao longo de todo o trajecto, a estrada quase se precipita para o mar. &lt;br /&gt;Os primeiros metros, como já dissemos, estão em bom estado. As primeiras dificuldades surgem no Ribeiro da Pedra Mole, onde uma derrocada fez desaparecer o caminho e deixou caminho livre para o mar. É impressionante olhar de cá de cima pelo tubogan que ali se criou. Lá tivemos de cavar uns “degraus” para conseguir passar. A hesitação ainda surgiu, mas a vontade de querer chegar ao outro lado foi mais forte.&lt;br /&gt;A partir daqui foram poucas as situações onde as derrocadas nos pregaram partidas, havendo a registar apenas alguns desvios que tivemos de fazer para evitar zonas de maior perigo. O silvado, esse sim, foi a nossa maior dor de cabeça. Tivemos de abrir, por diversas vezes, verdadeiros túneis para conseguirmos seguir caminho. Os riscos na pintura ficaram bem gravados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-ba7bc9690845659c" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v17.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dba7bc9690845659c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D266FACFA848D97E6AC353636FA91E5E82826F2FE.2860FA7FA08A808DC92D7121AA5DE65CA47B8089%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dba7bc9690845659c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5_s3tGcotB9vGt1phxU5hCvUrJg&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v17.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dba7bc9690845659c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D266FACFA848D97E6AC353636FA91E5E82826F2FE.2860FA7FA08A808DC92D7121AA5DE65CA47B8089%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dba7bc9690845659c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5_s3tGcotB9vGt1phxU5hCvUrJg&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perante as dificuldades que foram surgindo, a nossa ideia foi sempre seguir o traçado original do caminho. E assim foi, mesmo que em algumas zonas a queda de rocha fosse eminente, como bem testemunhavam os “calhaus” e as árvores caídas que surgiam aos nossos pés. &lt;br /&gt;Não sabíamos se íamos conseguir chegar à Ribeira Funda. A expectativa era grande e à medida que íamos seguindo em frente tínhamos a clara noção de que estávamos bem perto. O Seixal ficava cada vez mais longe. Lá em baixo, o mar batia nas rochas. Mas ao chegarmos a um ponto do caminho que já conhecíamos, de onde avistamos a Ribeira Funda, a satisfação de mais um desafio cumprido venceu todas maleitas e os sustos.&lt;br /&gt;Seguimos caminho. Passámos pela Ribeira Funda, onde os terrenos agrícolas abandonados aumentam de ano para ano. Os seus habitantes estão cada vez mais velhos e nem a estrada asfaltada trouxe o progresso. Permanecem por ali, quase isolados. &lt;br /&gt;Seguimos em direcção à Tranquada, na Ribeira da Janela. Pelo caminho vemos ainda alguns estragos causados pelo temporal de Fevereiro. Não chegámos ao Ribeiro da Nogueira, pois subimos um pouco antes na Vereda do Castanheiro, que dá acesso ao Fanal. Por aqui ficou um dos nosso companheiros que achou melhor não arriscar na subida, por causa da sua saúde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-172ba1759d8ca1e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0172ba1759d8ca1e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D20B829A939177A7D511A93A71FA140D8939DAE1E.5B2810F383D63283B9541DD32EC8A6E51DDC6735%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D172ba1759d8ca1e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-B8rKhRDhHu_AAoxQViljtVxIVw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v14.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D0172ba1759d8ca1e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D20B829A939177A7D511A93A71FA140D8939DAE1E.5B2810F383D63283B9541DD32EC8A6E51DDC6735%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D172ba1759d8ca1e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-B8rKhRDhHu_AAoxQViljtVxIVw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma vereda bastante bonita, onde os tis centenários crescem com vigor e onde os tons de verde se misturam, por entre musgos, líquenes e muitos arbustos. A meio da subida passámos por um bardo de rocha, com uma espécie de portal. Já nos tínhamos interrogado onde iria dar aquela vedação, por isso ficou a ideia de ali voltar e seguir no seu encalço. Por agora continuamos a subir. À medida que nos aproximámos do planalto começaram a aparecer as vacas, que, dia menos dia, terão de ser retiradas desta zona. &lt;br /&gt;Por aqui, seguindo a “orientação” da maioria, lá andámos desorientados. É impressionante a quantidade de veredas e trilhos que podemos encontrar na zona do Fanal. Ainda assim, lá conseguimos levar o nosso “barco” até à Lagoa do Fanal. O espectáculo é indiscritível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b0512d1f75e65d53" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v17.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db0512d1f75e65d53%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D23B81E2881C44E7329A48415C191C36DDCAAB777.7EFA0DA51DA821EB55E859E8A5134A49571B6537%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db0512d1f75e65d53%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-9KYuB020lctAjUJqu9flRKL4dw&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v17.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db0512d1f75e65d53%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D23B81E2881C44E7329A48415C191C36DDCAAB777.7EFA0DA51DA821EB55E859E8A5134A49571B6537%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db0512d1f75e65d53%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D-9KYuB020lctAjUJqu9flRKL4dw&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nevoeiro cirandava de um lado para outro, sendo por vezes trespassado pelos raios de sol. Valeu bem a pena o esforço para aqui chegar.&lt;br /&gt;Depois de alguns momentos de contemplação, foi altura de decidirmos que rumos íamos tomar. Optámos por descer pela Vereda do Castanheiro até ao bardo que tínhamos cruzado e segui-lo até ao lado da Ribeira da Janela. Assim foi. Sempre nas suas ilhargas, fomos andando num trilho outrora bem mais limpo. Subimos, descemos, andámos de uma lado para outro, sempre com a vedação bem perto de nós. Passámos mais de uma dúzia de ribeiros, entre os quais o Ribeiro da Nogueira e o Ribeiro das Furnas. Ficámos impressionados com o tamanho de alguns deles. A vegetação, essa, também foi mudando várias vezes. E depois de mais de uma hora de caminho, chegámos a um caminho florestal que dá acesso à estrada asfaltada da Ribeira da Janela para o Fanal. Daqui, descemos um pouco no alcatrão, até tomarmos o Caminho da Tranquada, que nos permite chegar à Vereda da Tranquada e descer para o Miradouro da Fajã das Contreiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c8a433b7039c9d49" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v13.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc8a433b7039c9d49%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1E058D3DB0C3BDCF6862BF436631BD6B0980C355.202B0BF7263C97EDC260556EA2BC777D94A0507D%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc8a433b7039c9d49%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DTiiDm4-TRj1jlhaOv5hLKb5PHhE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v13.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc8a433b7039c9d49%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D1E058D3DB0C3BDCF6862BF436631BD6B0980C355.202B0BF7263C97EDC260556EA2BC777D94A0507D%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc8a433b7039c9d49%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DTiiDm4-TRj1jlhaOv5hLKb5PHhE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como já tínhamos combinado, descemos a Vereda das Contreiras, agora em muito bom estado, para depois seguirmos até ao Seixal, onde tínhamos os carros e onde já nos esperava o nosso outro companheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fajã da Parreira – Caminho do Rei – Pedra Mole – Lombo dos Alhos – Ribeiro da Pedra Branca – Lombo dos Pessegueiros – Poço das Águas – Ribeira Funda – Vereda do Castanheiro – Castanheiro – Cabeço da Esmoutada – Cubo do Moinho – Cabeço da Manga – Estrada do Fanal – Lagoa do Fanal – Cabeço da Manga – Bardo Pedra – Ribeiro da Nogueira – Ribeiro das Furnas – Ribeiro do Poiso – Estrada do Fanal – Caminho Tranquada – Vereda da Tranquada – Miradouro das Contreiras – Vereda das Contreiras – Fajã das Contreiras – Seixal &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5227102739237464533?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5227102739237464533/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/geral.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5227102739237464533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5227102739237464533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/geral.html' title='Na “beira” do Seixal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-5982182322670366436</id><published>2010-11-03T16:36:00.000Z</published><updated>2010-11-13T16:56:30.632Z</updated><title type='text'>Até ao Curral... e depois Funchal</title><content type='html'>Segunda-feira, 1 de Novembro, dia de Todos-os-Santos: Hoje era dia de festa. O Curral das Freiras, como sempre, acolhe a tradicional Festa da Castanha e os Amigos da Natureza, para não fugir à tradição, fizeram, uma vez mais, uma caminhada até àquela recôndita freguesia do concelho de Câmara de Lobos.&lt;br /&gt;O programa marcava uma descida das Relvinhas para a Fajã Escura, passando antes pela Boca da Corrida. Grande parte deste percurso foi queimada pelos fogos de Agosto, ainda assim, não deixámos de cumprir o que estava agendado.&lt;br /&gt;Uma vez que o passeio era feito no autocarro da carreira, cada um fazia-se deslocar da maneira que achasse mais adequada. O certo é que o passeio começaria nas Corticeiras, por volta das 9h30 da manhã. A subida até à Boca da Corrida fez-se por veredas e por caminhos asfaltados. Nunca antes nos pareceu tão nefasta... os castanheiros estão todos queimados; no lombo, apenas restam cinzas. Só a feiteira e o silvado começam a rebentar por entre os troncos calcinados. &lt;br /&gt;Na Boca da Corrida o cenário é desolador. Tudo ardido. O cenário repete-se ao longo do Caminho Real da Encumeada. Ainda assim não desanimamos. Seguimos caminho. O grupo, espartilhado, seguia a diferentes ritmos. Nas Relvinhas, fizemos a primeira paragem para saciar o estômago. À nossa volta o cenário apresentava-se bastante triste. O único aspecto positivo é mesmo a carqueja e a giesta da vereda terem sido completamente queimadas, embora sejam as únicas que, neste altura, já rebentam no solo enegrecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b42dca49c2221a7a" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v1.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db42dca49c2221a7a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6338DBE1EC3EA85F88BED25B1F90A85DA706DA43.47AAC591760CDA12B39FB58D30830F8461F5244E%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db42dca49c2221a7a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DqGolCY1RUJUzEjXPDhsOK0f_S9M&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v1.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db42dca49c2221a7a%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D6338DBE1EC3EA85F88BED25B1F90A85DA706DA43.47AAC591760CDA12B39FB58D30830F8461F5244E%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db42dca49c2221a7a%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DqGolCY1RUJUzEjXPDhsOK0f_S9M&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À nossa frente, as serras do Curral e de Santo António todas queimadas. O Cidrão, o Gato, o Areeiro, as Torres, a zona do Ruivo... tudo queimado. É triste olhar esta paisagem. Quem aqui vem pela primeira vez fica sem vontade de voltar; os repetentes vão embora com a esperança de que no próximo ano algo esteja melhor. &lt;br /&gt;O tempo estava ameno, embora uma aragem se fizesse notar. Depois de um breve descanso, resolvemos seguir caminho, indo ao encontro do restante grupo que já tinha iniciado a descida até à Fajã Escura. Pelo caminho fomos encontrando alguns companheiros. Dos poucos castanheiros que não foram queimados ainda se aproveitaram algumas castanhas. &lt;br /&gt;Um a seguir ao outro, lá nos fomos afundado nesta verdadeira cratera vulcânica. A descer todos os cuidados são poucos e nem assim se evitou pequenas mazelas. A chegada à Fajã Escura, e porque hoje era dia de festa, houve tempo para uma bebida no bar local, acompanhada de umas semilhas murchas!&lt;br /&gt;Mas não podíamos ficar por ali. A festa, no centro da freguesia, esperava-nos. Reunido o grupo, seguimos adiante. Enganados pelos estragos do mau tempo, a 20 de Fevereiro, lá tivemos de andar às “aranhas” no leito da Ribeira do Curral, para retomar a estrada... mas foi engraçado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-f23d359459b36260" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v3.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df23d359459b36260%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7CD4D9CB5F753244F1E32F6C5DA322B4D12624B6.2B87DC0174C7331E6549D883E58541D30619B2E%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df23d359459b36260%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSjfqWx1yUzONNSazQTaxc5Ja7jk&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v3.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Df23d359459b36260%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7CD4D9CB5F753244F1E32F6C5DA322B4D12624B6.2B87DC0174C7331E6549D883E58541D30619B2E%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Df23d359459b36260%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DSjfqWx1yUzONNSazQTaxc5Ja7jk&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carros e mais carros pelo caminho, lá chegámos ao arraial. Era nossa intenção seguir viagem até ao Funchal, ao contrário da grande maioria dos caminheiros, que daqui seguiriam de autocarro até à “cidade”.&lt;br /&gt;Assim sendo, demos algumas voltas pela “festa”, provámos a sopa de castanha, bebemos um vinho novo e mais umas voltas antes de tomar a Levada do Curral e Castelejo.&lt;br /&gt;Ora, e se não houve adrenalina na primeira grande parte do passeio, esta segunda foi, pelo contrário, bastante rica. A cada passo éramos alertados pelos nossos sentidos: havia que tomar cautela, para não cair ravina abaixo.&lt;br /&gt;Este velhinho canal, outrora fundamental para a agricultura da cidade do Funchal, não recuperou dos estragos feitos pelo 20 de Fevereiro. O perigo espreita a cada metro, pelo que são cada vez menos os aventureiros que arriscar passar por aqui. Como bola de neve isso vai fazendo com que a vegetação tome conta da passagem e torne ainda mais difícil e perigoso chegar do Curral ao Funchal por esta levada. A zona das Pingueiras está desprotegida, não há varandins e os degraus estão cada vez mais degradados.&lt;br /&gt;Pelo caminho, no sentido contrário, encontramos dois caminheiros de ocasião. Estavam agitados e com algum medo. Não era para menos. Com muita cautela e muito sangue frio à mistura, lá conseguimos chegar ao Funchal.&lt;br /&gt;Foi um passeio com muitos sentimentos à mistura, donde retirámos uma certeza: a Levada do Curral está cada vez mais perigosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Corticeiras – Levada do Poço da Corrida – Caminho da Boca da Corrida – Boca da Corrida – Caminho Real da Encumeada – Relvinhas – Vereda da Fajã Escura – Fajã Escura – Curral das Freiras – Levada do Curral e Castelejo – Ribeira da Lapa – Pingueiras – Fajã do Poio – Viana – Ribeira do Arvoredo – Preces – Santa Quitéria – Funchal &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-5982182322670366436?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/5982182322670366436/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/ate-ao-curral-e-depois-funchal.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5982182322670366436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/5982182322670366436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/11/ate-ao-curral-e-depois-funchal.html' title='Até ao Curral... e depois Funchal'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2730821804349924029</id><published>2010-10-31T22:42:00.000Z</published><updated>2010-11-08T22:47:04.490Z</updated><title type='text'>De novo até à Casa do Sardinha...</title><content type='html'>Domingo, 31 de Outubro: Uma vez que este fim-de-semana o calendário dava-nos mais um dia de descanso, lá fomos apreciar, uma vez mais, as belezas da Ponta de São Lourenço. Era esta a melhor forma de acompanharmos um amigo, veterano nestas andanças, mas que ainda não tinha do seu “curriculum” esta parte da Ilha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-7ddd818fc3130097" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v5.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D7ddd818fc3130097%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D800F398838169AF3EE28394AF466FA58481A2061.6362F741345A18E10EC2E2CD83CBFC32AC244A51%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7ddd818fc3130097%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DwSh3qENgbZ-v18H17Z5J9-Qd9BU&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v5.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D7ddd818fc3130097%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D800F398838169AF3EE28394AF466FA58481A2061.6362F741345A18E10EC2E2CD83CBFC32AC244A51%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D7ddd818fc3130097%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DwSh3qENgbZ-v18H17Z5J9-Qd9BU&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo estava instável, a chuva ameaçava. Mas nem assim desistimos. Começámos na Baía d’Abra e lá fomos em direcção ao Cais do Sardinha. Nesta altura do ano, as cores desta península já mostram uma mistura de verdes, em substituição dos ocres que reinaram nos meses de estio. Eis uma das razões por que uma visita a esta ponta da Ilha é sempre diferente.&lt;br /&gt;A conversa fez-nos seguir caminho sem darmos por isso. As vistas são sempre deslumbrantes. A vegetação diferente. Tudo motivos para um bom passeio. Já bem perto da Casa do Sardinha, a chuva fez questão de nos molhar. Numa questão de segundos, nem tivemos tempo para tirarmos o impermeável. &lt;br /&gt;Mesmo com chuva, explorámos a paisagem e subimos ao Morro do Furado. O regresso fez-se pelo mesmo caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Baía d’Abra – Casa do Sardinha – Morro do Furado – Cais do Sardinha – Regresso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2730821804349924029?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2730821804349924029/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/de-novo-ate-casa-do-sardinha.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2730821804349924029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2730821804349924029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/de-novo-ate-casa-do-sardinha.html' title='De novo até à Casa do Sardinha...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-6037177198796775087</id><published>2010-10-25T22:58:00.001+01:00</published><updated>2010-11-07T23:22:58.564Z</updated><title type='text'>Não foi desta que ficámos entalados...</title><content type='html'>Sábado, 23 de Outubro: há já algum tempo que andávamos a programar um regresso ao Entaladouro, nas serras sobranceiras à estrada regional do Seixal. Ora, hoje foi o grande dia. Apesar de o tempo não estar nada convidativo para passeios (dependendo da perspectiva, é claro!), lá partimos do Funchal em direcção a São Vicente, para mais um dia de aventuras. &lt;br /&gt;Ao chegarmos à costa Norte, os primeiros chuviscos fizeram-nos arrefecer um pouco, mas não o suficiente para desistirmos da ideia que nos tinha trazido até estas bandas. Tomados o café do costume, no sítio que nos é familiar, lá fomos em direcção ao Chão da Ribeira, onde iríamos começar e terminar este dia de “trabalho”, sem horas extras, pensávamos nós. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-210251234ce891df" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v3.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D210251234ce891df%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D59D4814BA3F1CEB32C12904EED4CA0DF9CFF89D1.1767742BC6FA642C7EDEE01F615A713AE1B2699A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D210251234ce891df%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DQRIioQ3kvINrf1Wv18ob_xUmPTY&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v3.nonxt2.googlevideo.com/videoplayback?id%3D210251234ce891df%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D59D4814BA3F1CEB32C12904EED4CA0DF9CFF89D1.1767742BC6FA642C7EDEE01F615A713AE1B2699A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D210251234ce891df%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DQRIioQ3kvINrf1Wv18ob_xUmPTY&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida da Vereda da Terra Chã fez-se sem qualquer contratempo. Embora a chuva não marcasse presença no início, um pouco depois de começarmos a “escalar” eis que começam os primeiros chuviscos por estes lados. Nada que nos assustasse. A bom ritmo, lá fomos galgando o desnível que nos distanciava da Vereda do Pereiro. &lt;br /&gt;Sempre com boa disposição, ávidos de alguma aventura, metemo-nos floresta dentro. A vereda já está um tanto “fechada” e é preciso ir sempre com alguma cautela. Havia partes onde o perigo espreitava, e algumas delas só nos vinham à memória quando lá chegávamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-b03ce8405deaed6e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v8.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db03ce8405deaed6e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D797002BFCDB870830C0A4F88F9E708E4DAAB94E9.4A18CBFE5CBB8978B0BD6B096F88AD2B6CB4E01F%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db03ce8405deaed6e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DudmcjQrapTxWrvULGf1yD7Mq2sA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v8.nonxt6.googlevideo.com/videoplayback?id%3Db03ce8405deaed6e%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D797002BFCDB870830C0A4F88F9E708E4DAAB94E9.4A18CBFE5CBB8978B0BD6B096F88AD2B6CB4E01F%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Db03ce8405deaed6e%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DudmcjQrapTxWrvULGf1yD7Mq2sA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com alguns sustos pelo meio, muitas “dentadas” de vespas, lá fomos seguindo caminho. A chuva, essa, caía, por vezes, com tanta intensidade que nos deixava um pouco apreensivos. A escuridão era muita. Mas nada de grave a registar. &lt;br /&gt;Pelo caminho fomos encontrando várias subidas e descidas alternativas. Por momentos hesitamos, se continuávamos em frente, se tomávamos outro rumo. Era a vontade de descobrir caminhos novos a falar mais alto. E lá demos resposta a essa mesma vontade: subimos por um trilho - a vereda que vem do Lombo Seiçal – que nos levou até à Vereda do Compressor, já bem perto da Terra Chã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-6e63e5f6a2669637" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v6.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6e63e5f6a2669637%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2A6DF8D9466ED49308B022A08FF3E465385BF2B0.62857AD3F5B950A1E44A504F952C705C2D922DED%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6e63e5f6a2669637%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dx1_fxPeMlEfBayKXmlI84Dip9vs&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v6.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D6e63e5f6a2669637%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2A6DF8D9466ED49308B022A08FF3E465385BF2B0.62857AD3F5B950A1E44A504F952C705C2D922DED%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D6e63e5f6a2669637%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Dx1_fxPeMlEfBayKXmlI84Dip9vs&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início o trilho apresentava-se bem marcado, embora, por momentos, teimasse em fugir ou desaparecer por entre a densa vegetação. Lá fomos subindo, sempre no encalço de uma saída. Na parte final, a urze e a giesta tapavam, quase por completo, o caminho, ainda assim não desistimos. Saímos junto da “Bandeira”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-c7f1fb56565f6ad8" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v9.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc7f1fb56565f6ad8%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D43A6B276CE5A353C4DC251B59B381AD00DC12A0D.466C756E755309C0AAAADD4F41758AA21E65463A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc7f1fb56565f6ad8%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DkuwVA-OmtAI_hNGL-WOFRfqGym0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v9.nonxt1.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dc7f1fb56565f6ad8%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D43A6B276CE5A353C4DC251B59B381AD00DC12A0D.466C756E755309C0AAAADD4F41758AA21E65463A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dc7f1fb56565f6ad8%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DkuwVA-OmtAI_hNGL-WOFRfqGym0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Molhados, não parámos. Tomámos, então, a direcção da Vereda que vem da Quebrada dos Bois para a Terra Chã. Ao chegar ao Fio foi tempo de uma breve paragem para retemperar forças, antes de descer até ao Chão da Ribeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chão da Ribeira – Vereda da Terra Chã – Vereda do Pereiro – Vereda do Pereiro – Fonte da Nogueira – Cruzamento Vereda das Ladeiras – Vereda da Nogueirinha – Vereda do Lombo Seiçal – Bandeira – Vereda do Compressor – Terra Chã – Fio – Chão da Ribeira&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-6037177198796775087?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/6037177198796775087/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/nao-foi-desta-que-ficamos-entalados.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6037177198796775087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/6037177198796775087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/nao-foi-desta-que-ficamos-entalados.html' title='Não foi desta que ficámos entalados...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8367836735000408186</id><published>2010-10-21T22:56:00.003+01:00</published><updated>2010-10-21T23:07:08.454+01:00</updated><title type='text'>Do Poiso à Penha d'Águia</title><content type='html'>Domingo, 17 de Outubro: para hoje o calendário assinalava mais um passeio com os Amigos da Natureza. E assim foi. Apesar da chuva lá nos apresentámos na chamada matinal para mais uma subida à Penha d’Águia.&lt;br /&gt;Embora julgássemos que poucos seriam as destemidos a marcarem presença, logo pela manhã, na Avenida do Mar, a verdade é que fomos surpreendidos com um autocarro cheio, com caminheiros prontos para mais um desafio, para alguns o primeiro.&lt;br /&gt;Depois de “feita a chamada”, subimos até ao Poiso, onde iríamos começar a nossa caminhada de hoje. O nevoeiro marcava a sua singela presença. A chuva miudinha também não quis faltar a esta grande “festa”. E era ver o pessoal a sair do autocarro a correr, à procura de um cantinho na Casa de Abrigo do Poiso, onde tomámos, de resto, o café da praxe. &lt;br /&gt;Preparados, vestidos a rigor, lá fomos nós. Ainda há dias achei curiosa a afirmação de um amigo de que tive conhecimento em terceira mão: “não há mau tempo, existe é mau material”. E de facto este é um chavão que quase sempre se aplica aos passeios que podemos fazer ao longo de todo o ano na Madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-fe2879912b2f90c0" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v15.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfe2879912b2f90c0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D11F66DA7B95038521F95F1612D23FD0082912459.142D610A342B707ABA727CC4E06462753505E7DA%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfe2879912b2f90c0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D85AvBm5PzKuy_u2BXWp0iD3HX-0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v15.nonxt4.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfe2879912b2f90c0%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D11F66DA7B95038521F95F1612D23FD0082912459.142D610A342B707ABA727CC4E06462753505E7DA%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfe2879912b2f90c0%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D85AvBm5PzKuy_u2BXWp0iD3HX-0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversas à parte, o grupo começou com um andamento rápido, talvez por ser muita a vontade de fugir da chuva. Mas não nos serviu de nada. Houve momentos em que a chuva miudinha deu lugar a grandes chuvadas, que fizeram com que ficássemos “pingando”. Sempre que a chuva abrandava, lá aproveitávamos para algumas fotografias. &lt;br /&gt;Descemos até ao Pico Suna por um pequeno trilho que é, também, utilizado pelos companheiros do BTT. Por essa razão o piso nem sempre está em bom estado, pelo que todo o cuidado é pouco, não faltando, mesmo, quem se fizesse, literalmente, ao piso. &lt;br /&gt;Continuámos, sempre a bom ritmo. Não havia acalmia no tempo para podermos fazer uma pequena paragem para comer qualquer coisa. No Pico Suna abrandámos o ritmo para reunir o grupo. E assim foi. A partir daqui cada um desceu ao seu ritmo. O terreno era muito “técnico”, pelo que quem não fosse com cautela arriscava-se a tocar o chão. Por aqui a vegetação era um pouco diferente, com alguns espécimes da Laurissilva a se fazerem notar, contribuindo, em muito, para a humidade que por aqui se regista ao longo de todo o ano. &lt;br /&gt;Pelo caminho as conversas foram se multiplicando. Foram tantas, quantas as gotas de água que nos molhavam a roupa. Passámos por cima da Levada do Furado, e continuamos pela Vereda da Terra Baptista, aqui já com uma vegetação bem diferente, e que outrora foi massacrada pelos incêndios que por ali andaram há pouco mais de 5 anos. &lt;br /&gt;A descida fez-se a bom ritmo, embora parte do grupo fosse descendo com mais ligeireza, para evitar dissabores. Aos poucos fomos chegando à Terra Baptista. O casario enfileira-se à beira da estrada asfaltada. Os jardins fazem as delícias dos muitos grupos de estrangeiros com que nos cruzámos. Alguns vão acompanhados por guias (portuguesas, diga-se), com quem ainda trocamos algumas graças. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-fcd431867ca54e2c" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfcd431867ca54e2c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D68AC735D0E6C63BAAF70A82EF4C3207A69401903.31131C5390C5E8D8B6193492978DDE5DB372DB5A%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfcd431867ca54e2c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DMtg83EHmiFdGy7-80Ip6ExyVZ-w&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3Dfcd431867ca54e2c%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D68AC735D0E6C63BAAF70A82EF4C3207A69401903.31131C5390C5E8D8B6193492978DDE5DB372DB5A%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3Dfcd431867ca54e2c%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DMtg83EHmiFdGy7-80Ip6ExyVZ-w&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por aqui, já sem chuva, parámos para matar a fome. As conversas foram sendo trocadas, as ideias discutidas. Este é o convívio salutar entre os Amigos. Posto isto, cada um a seu ritmo, iniciou a subida da Penha d’Águia, havendo, também, quem tivesse optado por um percurso mais ligeiro, sem a íngreme subida, para alcançar a freguesia do Faial. &lt;br /&gt;A subida foi feita em cerca de 20 minutos, mas a proeza quase saía cara a alguns. Depois de visitados os miradouros, foi altura de começar a descida até ao povoado, já do lado do Faial. Nada de anormal, não fosse o piso escorregadio que encontrámos. E não faltou quem mostrasse os seus dotes de “bailarino”.&lt;br /&gt;Com o bom tempo a marcar presença, as vistas sobre as freguesias de São Roque do Faial e do Faial mostravam-se deslumbrantes. O mar, azul, recortava a costa até à Fajã do Mar. No lado contrário, a Fajã da Penha d’Águia marcava os limites ao alcance da nossa vista. &lt;br /&gt;Fomos descendo e conversando. Por entre risos e piadas, não faltaram as poses para as fotografias. Afinal de contas, nem só de paisagens vive o homem! Já no povoado foi altura de desfrutar de uma bebida e conversar à beira da mesa. Isto antes de fazermos uma inesperada paragem no Caniço. Tudo porque um puxa para o mar e outro para a serra. E lá se passou mais um domingo, com os Amigos da Natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Poiso – Terreiros – Vereda do Pico do Suna – Pico do Suna – Vereda da Terra Baptista – Terra Baptista – Caminho da Serragem – Levada da Penha d’Águia – Penha d’Águia – Faial &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8367836735000408186?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8367836735000408186/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/do-poiso-penha-daguia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8367836735000408186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8367836735000408186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/do-poiso-penha-daguia.html' title='Do Poiso à Penha d&apos;Águia'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4692908037571072287</id><published>2010-10-13T22:00:00.002+01:00</published><updated>2010-10-15T03:15:18.921+01:00</updated><title type='text'>Nas Lapas Pretas, ficámos brancos!</title><content type='html'>Sábado, 9 de Outubro: Para hoje previa-se mais um passeio a sério. E embora sejam ainda muitos os passeios que nos faltam fazer da lista que elaborámos no final do ano passado, saímos do Funchal sem rumo definido. Tínhamos apenas a certeza de que íamos para a costa Norte. &lt;br /&gt;A chuva que ameaçava cair não facilitou uma tomada de decisão, pelo que foi só mesmo depois do café em São Vicente, na padaria do costume, que tomámos um rumo: íamos subir as Lapas Pretas, aquelas furnas que se alcantilam quase no cume do lombo que se agiganta na margem direita da ribeira de São Vicente. Quem está junto ao calhau e olha para o seu lado esquerdo, facilmente repara numas manchas escuras que sobressaem por entre o verde que cobre toda a encosta. Era para aí que íamos hoje.&lt;br /&gt;Começámos, então, no sítio dos Cardais de Baixo, onde tomámos o Caminho dos Cardais de Baixo. Depois de cruzarmos um pequeno ribeiro que por ali existe, subimos até à Levada dos Cardais. Daqui em diante começaria o nosso martírio. O silvado, esse havia em abundância, misturado com a muita vegetação que fazia a vereda quase desaparecer mesmo à nossa frente. O terreno era inclinado, como facilmente nos apercebíamos cada vez que olhávamos lá para o alto. Mas nem isso nos fez desistir. Persistente, e com vontade de alcançar o nosso objectivo, fomos subindo, sempre com o silvado a nos “riscar a pintura”. E que riscos, diga-se de passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-860167a7d6769af6" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v11.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D860167a7d6769af6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7BB214FC8435C8265E92F495C65DD31DBC41502E.6655BED6161382F9DAE7D304702F41358BD08753%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D860167a7d6769af6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D6uCXLmBrZcZd3KFouOugSLMM85g&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v11.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D860167a7d6769af6%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D7BB214FC8435C8265E92F495C65DD31DBC41502E.6655BED6161382F9DAE7D304702F41358BD08753%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D860167a7d6769af6%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D6uCXLmBrZcZd3KFouOugSLMM85g&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cada metro que avançávamos, víamos as Lapas Pretas cada vez mais perto. Primeiro as de Baixo, onde fizemos uma paragem para comer, e depois de muito procurar o caminho, as de Cima. Foi aqui que surgiram os primeiros contratempos. Apenas dois de nós conseguiram passar. Os restantes ficaram para trás. A estreita vereda que tínhamos de percorrer estava a ceder. Cada vez que colocávamos o pé, a terra precipitava-se falésia abaixo. A altura era superior a 300 metros. Não havia vegetação para nos amparar. Era um queda na vertical. Ponderámos. Quem estava à frente não arriscava voltar para trás. Quem estava atrás, não arriscava avançar. O bom-senso acabou por imperar. Uns continuaram, outros voltaram para os Cardais de Baixo, com a intenção de subir pela vereda que era suposto descermos.&lt;br /&gt;E assim foi: os dois que seguiram em frente, apanharam giesta, feiteira e silvado bem mais altos do que aquilo que estavam à espera. Não havia alternativa. O tempo que inicialmente estava estimado, depressa foi ultrapassado. &lt;br /&gt;O grupo que voltara para trás sentiu muitas dificuldades para descer. A rocha desfazia-se a cada vez que colocávamos o pé para nos apoiarmos; o silvado parecia cada vez mais agressivo; não foi nada fácil. Mas lá conseguimos descer. Tomámos depois a Levada dos Cardais e tentámos subir pelo Caminho da Achada, que dos Cardais dá acesso ao topo. Uma vez mais o silvado e a feiteira não nos deixaram subir. Deambulámos, então, pela zona, até chegarmos à Capela de Nossa Senhora de Fátima.&lt;br /&gt;Já passavam das 16h quando soubemos algo mais sobre os nossos companheiros. Tinham a vida muito dificultada. Não tinham água. Não tinham comida. Ainda estavam muito longe, a cerca de 2 horas, calculámos nós, do marco geodésico da Lombada das Vacas, um dos pontos de referência que tínhamos lá no alto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-48dd9bdeef920aef" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v20.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D48dd9bdeef920aef%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D402FF3481A781676D0666ABFD96A212C5111E33E.1E4AB219FCD9FB2E4BC90B89CF779BA8B626F8E9%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D48dd9bdeef920aef%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DoXmDjUELNflzAYW304RIVmgLfLE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v20.nonxt3.googlevideo.com/videoplayback?id%3D48dd9bdeef920aef%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D402FF3481A781676D0666ABFD96A212C5111E33E.1E4AB219FCD9FB2E4BC90B89CF779BA8B626F8E9%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D48dd9bdeef920aef%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DoXmDjUELNflzAYW304RIVmgLfLE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perante este cenário, tivemos de tomar decisões. Qual o melhor caminho? Quantas horas demoraria? Como resolver o problema da falta de água? As respostas tiveram de ser pensadas. A descida pelos pelo Caminho da Achada, nos Cardais de Cima, estava fora de questão; a descida da Maruja era ainda longe e iam ter de passar uma grande parte do percurso no meio da feiteira e do silvado, sem vereda traçada; a melhor opção seria a descida pela Terceira Lombada da Ponta Delgada. Ainda houve ponderação, troca de ideias, especulação das hipóteses. Prevaleceu a Terceira Lombada. &lt;br /&gt;O primeiro objectivo seria alcançar o marco geodésico antes da noite cair. Entretanto, alguns de nós iriam subir pelo lado da Ponta Delgada ao encontro dos dois companheiros, levando água e alguma comida, bem como lanternas para facilitar a descida. &lt;br /&gt;Foram momentos de alguma tensão. Tanto para uns, como para outros. Mas não podíamos desmotivar. Ainda que cansados, subimos o mais rápido possível até à Levada dos Poços do Abreu, passando pela Rocha dos Pombos. Custou-nos. Sentíamos o peso nas pernas. Lá conseguimos... entretanto, nos contactos via telemóvel, sempre que a rede permitia, lá conseguimos saber que os nossos companheiros tinham chegado ao marco geodésico. A partir daqui tudo estaria mais facilitado, embora demorasse mais um pouco chegarmos junto deles. &lt;br /&gt;Estávamos, finalmente, todos juntos. As expressões não têm descrição possível. Ficou comprovado de que a força do grupo consegue levar os desafios a bom porto. A descida fez-se com calma, já às escuras. A folhagem no chão e a inclinação do terreno não facilitou. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cardais de Baixo – Chamusca – Penedo dos Pombos – Seguiada (Boca do Córrego da Aguagem) – Laje Branca – Lapas (ou Furnas) de Baixo – Pico dos Alhos – Lapas (ou Furnas) de Cima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo A – Terra de João de Deus – Córrego da Achada – Moitada do Maulinho – Roça das Vacas – Lombada das Vacas &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupo B – Regresso – Levada dos Cardais – Cardais de Cima – Tia Roque – Caminho da Achada – Tábua – Capela de Nossa Senhora de Fátima – Levada dos Cardais – Cardais de Baixo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terceira Lombada – Vereda do Canto da Ladeira – Rocha do Pombo – Vereda para a Levada – Levada dos Poços do Abreu – Vereda da Fajã da Areia – Regresso &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4692908037571072287?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4692908037571072287/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/nas-lapas-pretas-ficamos-brancos.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4692908037571072287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4692908037571072287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/nas-lapas-pretas-ficamos-brancos.html' title='Nas Lapas Pretas, ficámos brancos!'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-2563644140334264627</id><published>2010-10-04T12:15:00.000+01:00</published><updated>2010-10-14T12:25:21.687+01:00</updated><title type='text'>Pelo Lombo Barbinhas fora...</title><content type='html'>Sábado, 2 de Outubro: hoje não era dia de caminhada, pois este seria um fim-de-semana de folga, por razões de força maior. Ainda assim, e porque estávamos no Chão da Ribeira, nada como esticar as pernas subindo o Lombo Barbinhas. E assim foi. Sem pressas, lá saímos de junto da Casa de Pasto Justiniano, indo em direcção do viveiro de trutas. &lt;br /&gt;O dia estava agradável, o sol apesar de não brilhar com muita intensidade, marcou a sua presença ao longo de todo o caminho. Passámos pelas trutas, seguimos ribeira fora, em direcção à Vereda do Lombo Barbinhas. A escadaria renovada facilita a subida e dá um outro aspecto ao caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-70ad641f32f7feaf" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v17.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D70ad641f32f7feaf%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2D7E1DB02AB845FEC38D9F2B17462428E17C8DF5.7405A5CE47590DE311292A0718287D3CF5DE8053%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D70ad641f32f7feaf%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Do6oFe5OpF6HepS31ouzE33ezGEA&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v17.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D70ad641f32f7feaf%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2D7E1DB02AB845FEC38D9F2B17462428E17C8DF5.7405A5CE47590DE311292A0718287D3CF5DE8053%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D70ad641f32f7feaf%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3Do6oFe5OpF6HepS31ouzE33ezGEA&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A subida fez-se lentamente, apreciando cada naco de paisagem, absorvendo a intensidade da floresta Laurissilva. Chegámos, então, até à Levada do Seixal. Por aí, partimos em busca da madre-de-água, alguns metros para a nossa esquerda. Por aqui a abundância de água é nota dominante, havendo, por isso, uma grande quantidade de plantas que requerem muita água. Apreciámos as vistas, explorámos alguns trilhos que nos parecem ir dar a qualquer lado, tudo isto antes de descermos para o Chão da Ribeira. &lt;br /&gt;Refira-se que íamos com esperança de encontrar a Orquídea-branca em flor, mas, infelizmente, um dos núcleos que conhecemos não apresentava qualquer floração. Ficou a esperança e a vontade de visitar o outro núcleo que conhecemos... a ver vamos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chão da Ribeira – Ribeira do Seixal – Vereda Lombo Barbinhas – Levada do Seixal – Madre-de-água- Regresso&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-2563644140334264627?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/2563644140334264627/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/pelo-lombo-barbinhas-fora.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2563644140334264627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/2563644140334264627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/10/pelo-lombo-barbinhas-fora.html' title='Pelo Lombo Barbinhas fora...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-4593209998684800250</id><published>2010-09-28T21:56:00.000+01:00</published><updated>2010-10-11T01:19:24.265+01:00</updated><title type='text'>À Venda-nova, sem nada para comprar...</title><content type='html'>Sábado, 25 de Setembro: mais um dia de aventura nas serras da Madeira, desta feita para os lados da Boaventura, ou não fosse esta freguesia do Norte da Madeira uma verdadeira “caixinha de segredos” no que toca a passeios a pé. A verdade é que hoje, contra todas as expectativas, acabámos por fazer um passeio já nosso conhecido. E isto porquê? Porque os companheiros que nos iam acompanhar nesta nossa jornada pedestre deram “corte” perante a ameaça da chuva, lá tivemos de tirar uma carta da manga.&lt;br /&gt;Mas comecemos do início. À hora habitual lá saímos do Funchal em direcção a São Vicente, onde fizemos a primeira paragem para café. Daqui, registadas as primeiras faltas, seguimos para o Lombo do Urzal. Era nossa intenção subir pela Ponte dos Ganchos, mas essa intenção ficou adiada para “novas núpcias”. &lt;br /&gt;Perante tantos contratempos, e com a chuva miudinha a fazer-se sentir, optámos por ir até ao sítio dos Lamaceiros, para daí subirmos pela Vereda da Queimada (que outrora julgámos chamar-se Vereda das Moquinhas) até à Boca da Relvinha, no caminho florestal que permite ligação da Boca das Voltas até ao Pico Canário. &lt;br /&gt;Por aqui, junto aos Assumadouros, fizemos a primeira paragem para comer, isto antes de seguirmos caminho, que é como quem diz seguir pela vereda que trespassa o Lombo dos Pessegueiros e o Lombo do Meio, passando também pelo Ribeiro Bonito e por outros afluentes da Ribeira de São Jorge.&lt;br /&gt;É de lamentar o estado em que se encontra a zona dos Assumadouros, onde foi feita uma reflorestação há poucos anos (2006) e que ditou o corte de umas quantas criptomérias e outras árvores desta família, com a intenção de ali serem plantadas espécies indígenas. E a verdade é que até foram plantados loureiros, tis, folhados e afins, mas, infelizmente, essas árvores foram deixadas à sua livre sorte, como presas fáceis do silvado e da giesta que teima em galgar terreno. Terá sido esta uma decisão acertada? Temos dúvidas, pois mais valia termos um belo bosque de criptomérias do quem uma floresta de silvado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-70497c20b349df7" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v2.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D070497c20b349df7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D36D7E99FC712119164736772C6FE6324D3046074.515899F7F9E8935DE172B340758FD77095372FB5%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D70497c20b349df7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DqBNAqNrUz0YS6S_dRdwnMPaRpp0&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v2.nonxt5.googlevideo.com/videoplayback?id%3D070497c20b349df7%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D36D7E99FC712119164736772C6FE6324D3046074.515899F7F9E8935DE172B340758FD77095372FB5%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D70497c20b349df7%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3DqBNAqNrUz0YS6S_dRdwnMPaRpp0&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas adiante, pois ainda nos faltava muito caminho por percorrer. Logo depois de passarmos pela “zona do silvado”, metemo-nos numa bela e antiga vereda em óptimo estado, onde as urzes e as lauráceas se apresentam bastante viçosas. Por aqui, o que nos saltou a vista foi a grande quantidade de fetos, de musgos e líquenes que atapetam o caminho e os barrancos por onde vamos passado. Há urzes enormes, que não nos passam despercebidas. Os tis muito antigos cativam também a nossa atenção. Outra espécie que nos despertou o interesse foi um sabugueiro, cujos frutos maduros fizeram as nossas delícias. &lt;br /&gt;E lá andámos de lombo em lombo, sempre em direcção à Venda-nova, nas imediações do Caldeirão do Inferno, nos subúrbios das serras do Pico Canário. Ora subindo, ora descendo, lá fomos nos aproximando da descida final, na encosta esquerda da Ribeira de São Jorge. Até aqui, a vereda apresentava-se sempre bem marcada, mas na descida a situação alterou-se um pouco. De patamar em patamar, fomos descendo, vendo, no horizonte, a Levada do Caldeirão Verde. Nalgumas partes o cuidado teve de ser redobrado, já que o perigo estava sempre à espreita e havia que evitar dissabores. Mas lá conseguimos descer até ao leito da Ribeira, embora, nos metros finais da descida a inclinação fosse maior e a floresta Laurissilva mostrasse alguns dos seus mais belos exemplares de tis, loureiros e alguns isoplexis.&lt;br /&gt;A partir daqui descemos pela vereda que liga o Caldeirão Verde de Baixo à Levada do Caldeirão Verde, que, depois do temporal de 20 de Fevereiro, ficou bastante danificado, obrigando-nos a constantes recuos para conseguirmos chegar à Levada dos Tornos, no Chão das Faias. Nota para a grande quantidade de árvores que jazem por entre as grandes rochas que poderão pôr em causa a segurança das zonas limítrofes desta linha de água. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-3fdf9949214b5f7d" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v22.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3fdf9949214b5f7d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4E4CD59EBF736033019CE8B8EBAD599991A7AC02.77CDD3861C82873DA793BA1C679B4B235F3F97D2%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3fdf9949214b5f7d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D1ulsnzzIZ-JYcaQYcswgmVpHho8&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v22.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D3fdf9949214b5f7d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D4E4CD59EBF736033019CE8B8EBAD599991A7AC02.77CDD3861C82873DA793BA1C679B4B235F3F97D2%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D3fdf9949214b5f7d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D1ulsnzzIZ-JYcaQYcswgmVpHho8&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegarmos ao Chão das Faias, tomámos o túnel com mais de 2 mil metros que permite à Levada do Tornos seguir o seu caminho em direcção à costa Sul. Estávamos, então, na freguesia de Boaventura. Por aqui resolvemos improvisar, seguindo o conselho alheio, e descer em corta mato até uma outra levada agrícola que está agora desactivada, a Levada do Pico (ou Levada do Poço do Cerco, ficou a nossa dúvida). Antes disso, ainda divagámos um pouco, passando pela Lapa, mesmo junto à estrada florestal que dá acesso à Casa dos Levadeiros. &lt;br /&gt;A partir desta velha levada, que até se apresenta em bom estado apesar do seu abandono, chegámos a alguns campos agrícolas abandonados, onde as árvores de fruto existem em abundância, com destaque para os pereiros, os castanheiros, as ameixieiras, as nespereiras, bem como infindáveis latadas de kiwis e de vinha. Por trilhos desconhecidos, sempre no meio de terrenos outrora fartos, fomos descendo até encontrarmos a Levada do Lombo das Faias, mesmo por cima do sítio da Serra d’Água. E foi por esta levada que seguimos, sempre com muitos poios cultivados nas suas ilhargas até alcançarmos o sítio dos Lamaceiros, ponto chegada para mais um dia de aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lamaceiros – Vereda da Queimada – Boca da Relvinha – Assumadouros – Vereda da Venda-nova – Lombo dos Pessegueiros – Ribeiro Bonito – Lombo do Meio – Pedra Branca – Ribeira de São Jorge – Vereda do Caldeirão Verde de Baixo – Chão das Faias – Levada dos Tornos – Casa dos Levadeiros – Lapa – Levada do Pico – Serra d’Água – Levada do Lombo das Faias – Lamaceiros&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-4593209998684800250?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/4593209998684800250/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/09/venda-nova-sem-nada-para-comprar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4593209998684800250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/4593209998684800250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/09/venda-nova-sem-nada-para-comprar.html' title='À Venda-nova, sem nada para comprar...'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-8368657507221579708</id><published>2010-09-22T10:43:00.000+01:00</published><updated>2010-09-26T10:53:28.262+01:00</updated><title type='text'>Da Encumeada à Ponta do Sol</title><content type='html'>Domingo, 19 de Setembro: para hoje estava prevista uma nova aventura com os Amigos da Natureza. Segundo o programa, íamos percorrer a Levada do Norte, desde a Boca da Encumeada até à subida para o Lombo Barbinhas, bem perto da madre da levada.&lt;br /&gt;O passeio começou bem cedo, com o grupo a reunir-se na Avenida do Mar para daí partir em direcção à Ribeira Brava. Por aqui, cumpriu-se a paragem de meia hora, o que hoje nos pareceu muito tempo. O autocarro não estava cheio, já que muitos dos nossos companheiros ficaram assustados com a extensão do percurso. &lt;br /&gt;Chegámos à Boca da Encumeada o tempo não estava muito convidativo a passeios, ou pelo menos isso mesmo deve ter pensado a maioria dos caminheiros. Logo no início os casacos foram vestidos e as lanternas postas “à mão”, já que teríamos muitos túneis pela frente.&lt;br /&gt;Logo depois do Túnel do Variante a chuva fez questão de nos acompanhar, ora com mais intensidade, ora mais branda, mas sempre com o mesmo toque incomodativo. As fotografias tiveram de ser poupadas, ainda assim, não deixámos de arriscar molhar a máquina.&lt;br /&gt;O grupo, entretanto, foi ficando cada vez mais fragmentado. Os ritmos diferentes foram marcando a distância. Além disso, a chuva também não dava tréguas e havia que seguir em frente, pois não havia lugar para muito descanso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-45bb2f99ea7b079d" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v2.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D45bb2f99ea7b079d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5EBA9D40D1E039C48257FD8A2685524AC8018C85.1BA778C58831F8772A6BACB99EC01DC299FE9C0%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D45bb2f99ea7b079d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5kCqZKWLk1U5FA-qwdDT7iPJ7kk&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v2.nonxt8.googlevideo.com/videoplayback?id%3D45bb2f99ea7b079d%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D5EBA9D40D1E039C48257FD8A2685524AC8018C85.1BA778C58831F8772A6BACB99EC01DC299FE9C0%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D45bb2f99ea7b079d%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5kCqZKWLk1U5FA-qwdDT7iPJ7kk&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os túneis eram realmente o único lugar onde não chovia, isto pelo menos até à Casa dos Levadeiros no Lombo Barbinhas. Mas isso não era um problema. A mística do nevoeiro e do tempo chuvoso depressa foi assimilada por cada um de nós. Aos poucos íamos lidando melhor com as gotas que caíam lá do alto. Ao todo passámos por 19 túneis, alguns maiores do que outros, perfazendo um total de 7000 e poucos metros. Se a esses juntarmos os poucos mais de 8500 metros de levada a céu aberto, logo conseguimos os poucos mais de 15km percorridos sempre ao lado deste primeiro troço do Canal do Norte.&lt;br /&gt;A levada não estava muito cheia, embora a água corresse sempre com alguma intensidade. Por todo o lado são aproveitadas as escorrências que saem das paredes e de outros pontos de captação. Só assim se consegue um caudal verdadeiramente apreciável, que pode alcançar os mais de 500 litros por segundo. Refira-se, apenas, que nos primeiros metros de levada, junto à madre, o canal é bem mais pequeno, que quem o vir, vai julgar que em nada se relaciona com a “verdadeira” Levada do Norte.&lt;br /&gt;Chegados à Casa dos Levadeiros do Lombo Barbinhas, com a chuva a dar tréguas, fizemos a primeira paragem para comer. Aos poucos iam chegando mais companheiros e o grupo da frente resolveu “levantar âncora” e seguir em frente. Alguns de nós, contando com a distância que trazíamos do último “pelotão”, optou por ir até à madre da levada, na Ribeira da Hortelã. Note-se que em alguns mapas mais antigos esta linha de água surge com o nome Ribeira do Portal da Burra, o que até poderá ter alguma lógica, já que, no topo do Lombo Barbinhas, temos um local com o mesmo nome.&lt;br /&gt;Regressando da madre, não perdemos tempo e começámos logo a subir para o Lombo Barbinhas. Pelo caminho fomos passando pelos nossos companheiros, que entretanto já se tinham adiantado na subida. Chegamos ao Portal da Burra no grupo da frente. Depois, foi só seguir o caminho florestal que nos havia de lavar até à Estrada Regional que segue em direcção ao Fanal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-984306bc6cd53845" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;&lt;param name="bgcolor" value="#FFFFFF"&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"&gt;&lt;param name="flashvars" value="flvurl=http://v11.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D984306bc6cd53845%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2759CBD794308377EEFD47F10DCEC7B00D0E27D8.56A4AFE5EE7D56D0516C53C190433BA6231EDB7C%26key%3Dck1&amp;amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D984306bc6cd53845%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5zbeK1CgtJ8om4tCB2W6ZeSmUoE&amp;amp;autoplay=0&amp;amp;ps=blogger"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/get_player" type="application/x-shockwave-flash"width="320" height="266" bgcolor="#FFFFFF"flashvars="flvurl=http://v11.nonxt7.googlevideo.com/videoplayback?id%3D984306bc6cd53845%26itag%3D5%26app%3Dblogger%26ip%3D0.0.0.0%26ipbits%3D0%26expire%3D1329842296%26sparams%3Did,itag,ip,ipbits,expire%26signature%3D2759CBD794308377EEFD47F10DCEC7B00D0E27D8.56A4AFE5EE7D56D0516C53C190433BA6231EDB7C%26key%3Dck1&amp;iurl=http://video.google.com/ThumbnailServer2?app%3Dblogger%26contentid%3D984306bc6cd53845%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw160%26sigh%3D5zbeK1CgtJ8om4tCB2W6ZeSmUoE&amp;autoplay=0&amp;ps=blogger"allowFullScreen="true" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, por aqui, não havia muita alternativa, pelo que seguimos sempre no asfalto até ao cruzamento do Paúl, altura em que nos metemos por um trilho à procura da Levada do Pico Ruivo do Paúl. E assim foi. Entretanto o nevoeiro voltou a marcar presença e ao longe, na estrada asfaltada, vimos passar alguns dos nossos companheiros em passo acelerado. Rapidamente o nosso grupo ficou na retaguarda, muito por causa das maleitas que começaram a afectar um dos nossos. Embora a passo mais lento, continuamos, pois havia que descer para o Lombo de D. João, na Ponta do Sol.&lt;br /&gt;No início da descida a chuva voltou a cair com alguma frequência. Lá tivemos de vestir, novamente, os impermeáveis. Entretanto o piso estava cada vez mais escorregadio, pelo que todos os cuidados eram poucos.&lt;br /&gt;Ao chegar ao povoado, eis que uma paragem na tasca mais próxima se impunha, o que serviu para voltarmos a reunir o grupo que tinha ficado “em último”. O resto do caminho fez-se sempre no asfalto, com algumas escorregadelas à mistura. Pelo meio, não faltaram lições de cultura regional, já que na nossa companhia seguia uma companheira galega que estava de visita à nossa bela Ilha.&lt;br /&gt;Sempre com boa disposição, lá chegámos ao autocarro que nos aguardava junto ao velho cinema da Ponta do Sol. Posto isto, nada como alguns momentos bastante agradáveis no Lugar de Baixo, antes do regresso “à cidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Boca da Encumeada – Levada do Norte – Túnel do Variante – Folhadal – Caminho das Ginjas – Levada do Norte – Ribeira do Inferno – Ribeira João Delgado – Pingueiras – Casa dos Levadeiros – Madre da Levada do Norte – Lombo Barbinhas – Fonte da Crica do Paúl – Portal da Burra – Caminho Florestal – Estrada Regional (Fanal) – Estrada Regional (Canhas) – Levada do Pico Ruivo do Paúl – Caminho Municipal Ponta do Sol/Paúl da Serra – Lombo de D. João – Levada Nova – Sítio do Poiso &lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6214406149382484865-8368657507221579708?l=lugaresmadeira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/feeds/8368657507221579708/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/09/da-encumeada-ponta-do-sol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8368657507221579708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6214406149382484865/posts/default/8368657507221579708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://lugaresmadeira.blogspot.com/2010/09/da-encumeada-ponta-do-sol.html' title='Da Encumeada à Ponta do Sol'/><author><name>Caminheiro</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04694189727777602075</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6214406149382484865.post-693084812705787771</id><published>2010-09-15T23:34:00.000+01:00</published><updated>2010-09-23T23:49:26.186+01:00</updated><title type='text'>Pela Boaventura fora...</title><content type='html'>Terça-feira, 14 de Setembro: para hoje estava previsto mais um dia de aventuras. Junto com uma amiga que aprecia estas andanças, saímos do Funchal com a intenção de fazer o percurso da Ponte dos Ganchos, nas serras da Boaventura.&lt;br /&gt;Depois de uma paragem para café em São Vicente, na padaria que todos nós bem conhecemos, lá partimos em direcção à pacata freguesia nortenha da Boaventura, mais precisamente para o sítio do Lombo do Urzal, um dos mais recônditos aglomerados populacionais da nossa Ilha. &lt;br /&gt;Por volta das 10 da manhã, lá estávamos nós no fim da estrada asfaltada para nos fazermos à vereda da Boca das Torrinhas. E assim foi. Rapidamente chegámos à Levada dos Tornos, continuando a subir em direcção ao Montado do Urzal. &lt;br /&gt;O passeio corria bem. O tempo estava agradável. A natureza, apesar de bem menos húmida do que o habitual, apresentava-se de saúde. Ainda assim, sentia-se o cheiro a queimado dos fogos que ainda recentemente tinham rondado aquela zona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-5030458371e2a5f8" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="mov
